(12E) Como começar uma conversa sobre amor – Capítulo 10

Aqueles momentos em que você encontra com pessoas conhecidas em algum lugar aleatório e… Leia para saber o resto.

Anúncios

Como começar uma conversa sobre amor

(Só para constar: o logotipo passou por uma pequena mudança)Quarta estação: Se uma descoberta faz um sonho ruir, erguer a cabeça pode (e vai) fazê-lo ressurgir!


(Ler o capítulo anterior…)

Capítulo X : Março Ocasiões de encontros causadas pelo acasobanned_download_provi

Sejam bem-vindos a uma estação repleta de encontros. Não só encontros românticos (daquele que acontece quando uma pessoa aceita seu convite para “saírem juntos”), mas também encontros entre amigos, encontros acadêmicos… Enfim, encontros.

Março talvez seja um bom mês para isso. A diminuição da temperatura (porque, em 2012, o outono era mais frio do que em 2016 (bem, um ou dois graus a menos é alguma coisa, não é?)) pode levar as pessoas a buscarem mais calor humano, e talvez a impressão de término causada pela queda das folhas leve as pessoas a buscar consolo ao conversarem com outras. E isso nos leva a encontros.

12e_ql_larg_reallyverysmlVamos ao primeiro encontro. Uma tarde de um dia normal, na escola, em que uma classe aproveitava uma aula vaga para conversar no pátio. Anna estava incluída nessa turma, mas sentava-se distante do pessoal, pensando em suas preocupações enquanto tomava um suco.

Leandro, por um acaso, estava passando por ali naquele mesmo momento (ué, mas ele não estuda à noite agora? Pois é, mas o negócio do teatro deu tão certo que a professora resolveu fazer algo mais duradouro, e o garoto foi ajudá-la), e viu a garota solitária. Ao passar perto dela, reconheceu-a graças à participação na peça do fim do ano passado, e percebeu que ela estava meio cabisbaixa. Como precisava esperar até o fim daquela aula, não tinha algo melhor para fazer e tinha o costume de tentar animar as pessoas ao redor, foi falar com ela.

Claro, para Anna, aquilo foi tão inesperado que a parte da mente dela responsável por formar frases em conversas simplesmente travou (por quê? Ela superestimava tanto Leandro e tinha tantas influências de séries românticas que acabou ficando muito envergonhada), e por isso a maioria das respostas que ela deu ao garoto foram monossílabos. Por exemplo, quando ele perguntou se poderia sentar ao lado dela, ela simplesmente respondeu a palavra “pode”.

Não foi difícil para o rapaz, que entendia um pouco de expressões corporais, reparar que a menina ficou nervosa. Depois que ele perguntou isso, na tentativa de responder o contrário, Anna enrolou-se toda e acabou derrubando o resto de suco na calça do menino. Não era muito, disse ele, mais preocupado com ela do que com sua calça (afinal, a menina entrou em pânico). Ele, para acalmá-la, foi ao banheiro e secou o excesso, conseguindo mostrar que não era algo com o que se preocupar.

Depois do choque, Anna relaxou um pouco e já conseguiu formar algumas frases mais elaboradas. Explicou que o motivo de estar ali era uma aula vaga, e que o resto do pessoal estava no pátio. Como forma de prosseguir a conversa, Leandro comentou sobre os novos projetos do “Teatro na Escola”, que a professora de artes estava organizando em conjunto com ele e mais alguns garotos (a maioria dos que realizara a apresentação do fim do ano anterior). Tentou incentivar a menina a participar, mas ela se envergonhou lembrando da sua atuação (que julgava ter sido horrível) e recusou sem querer entrar em detalhes.

Leandro pensava que era uma chance que ela tinha de arranjar novos amigos, melhorar a comunicação e ser mais extrovertida, mas preferiu não forçá-la a coisas que ela não queria fazer. Preferiu citar Saulo e questionar se o garoto não comentou do projeto à ela, e chegou a uma hesitação triste da garota.

Sabendo que Leandro era uma pessoa confiável e estando menos nervosa, Anna explicou suas preocupações: a primeira era que, nessa altura, não sabia como se enturmar com seus colegas de classe, já que todos pareciam bem próximos uns dos outros. Ela tinha um pouco de medo de ser julgada por algo que dissesse ou gostasse, e não queria atrapalhar aquelas amizades de longa data. A segunda preocupação era que ela percebia que seus amigos estavam mais distantes do que ela esperava: Saulo pedira desculpas pelo desabafo que fizera, mas já fazia algumas semanas que não trocavam mensagens ou se falavam. Giulia agora fazia parte de um grupo de estudos na nova escola, e parecia não ter mais tempo para os velhos amigos. Joyce e Paula não notavam mais a existência de Anna, em um novo grupo de patricinhas e falsas amigas.

Não eram preocupações tão alarmantes. Leandro só precisava trazer um pouco de esperanças à menina, e começou comentando que Saulo estava meio frustrado por causa de várias coisas que aconteceram (leia-se: confissão sem graça, boatos falsos, não entrar na escola que queria nem no grupo de teatro), e lembrou que havia uma novidade boa para contar ao garoto (graças a um amigo que “tivera relacionamentos” com a aluna representante do grupo de teatro, Saulo ganhou uma chance). Depois, comentou que Giulia sempre fora estudiosa, e mesmo que ele tivesse mais tanto contato com ela, supôs que ela não mudou. Era questão de entender a personalidade da garota e esperar por algum tempo livre.

Leandro falou como se conhecesse Giulia há tempos, chamando ela de Gi e tudo o mais. Isso deixou Anna tão curiosa que não teve jeito – ela acabou perguntando como eles se conheciam. Esperava por algo como “Já fomos namorados”, pois era esse tipo de reviravolta que sempre aparecia no final de séries de romance (não que essa história seja uma série de romance). Para a total surpresa de Anna, os dois não foram namorados, mas se conheciam desde a infância por morarem perto. Estavam distantes agora por que Giulia ignorava o garoto após ter declarado que gostava dele (há três anos). Não foi exatamente uma confissão amorosa, mas pelo visto Giulia considerara como tal.

Como uma frase de motivação após esse assunto meio deprê, Leandro usou uma fala de uma peça de teatro que fizera: “Bons amigos sempre reaparecem, no final”. Era questão de esperar (mas, claro, nada cai do céu, então era bom fazer alguma coisa enquanto isso – Leandro sugeriu que ele e Anna fossem juntos a uns encontros do tal grupo de teatro nas manhãs de sábado: as pessoas eram legais, Anna não ficaria deslocada nem rejeitada, dava para aprender bastante coisa (não só de teatro). Graças ao jeito que ele disse isso… Anna não pôde recusar).

12e_ql_larg_reallyverysmlEm outro lugar, bem distante dessa escola, acontece o segundo encontro. Após aceitar o convite, Anna foi até o terminal de ônibus no sábado de manhã e se encontrou com Leandro e um amigo deste, identificado como Leo (só para explicar: esse é o garoto que ficou com a representante do grupo de teatro)(e você conhece ele de outra história), que não tardou a puxar assunto com ela (além de elogiá-la). Depois, na escola onde acontecia o chamado “grupo de interação sobre técnicas de interpretação e comunicação teatrais”, a garota realmente conheceu várias pessoas que não hesitavam em puxar assunto com ela, e não pareciam se importar se os gostos dela eram estranhos (gostar de séries é algo estranho? Ninguém achava isso).

Foi um dia legal e inesperado para a garota que foi forçada impulsionada a falar com várias pessoas diferentes de uma vez só. Porém, o encontro em questão que eu quero falar não é esse, mas sim o que aconteceu horas depois (só falei desse para enrolar ambientar vocês).

Anna foi pegar o ônibus de volta para casa sozinha (Leandro ficou na escola), e sentou-se ao lado de uma garota pequena, de olhos claros e rosto sardento, que reconheceu como Alana (que sentiu uma leve premonição com a aproximação da conhecida, mas julgou irrelevante – daqui a uns oito meses (ou no próximo capítulo de Me(us rece)ios) vai descobrir o que foi isso), prima de Giulia. Porém, havia algo a mais de diferente nela, além do penteado com mechas soltas… Seria um pouco de simpatia? Ao contrário do que nossa protagonista se lembrava de encontros passados, Alana parecia estar mais animada ao cumprimentá-la (embora “simpatia” não significasse “sorriso no rosto” nesse contexto).

A conversa teria acabado por ali se Anna não tivesse tentado aplicar uma dica adquirida no grupo do qual acabara de sair: durante uma conversa amigável, enquanto a conversa tiver que durar, mostre que seu personagem está interessado em mantê-la. Por isso, perguntou de Giulia.

Alana se mostrou feliz e orgulhosa quanto ao fato de sua prima estar na mesma escola, porém reclamou que ela estava demasiadamente alienada com os estudos desde então. Mesmo ela, que estudava bastante, não ficava o tempo inteiro estudando, e dava preferência a fazer coisas que não fossem relacionadas à matérias escolares no tempo livre.

Mas… Giulia fez vários amigos novos, lembrou Anna. Ela não saía para se divertir com esses amigos, assim como adolescentes faziam em filmes e séries? O detalhe, segundo Alana explicou, era que os amigos da garota eram como ela, e pareciam não enxergar o mundo além dos livros didáticos. Por isso, Alana tentaria fazer a parente relaxar um pouco e se divertir com outra coisa naquele fim de semana.

O pensamento de Anna ficou vagando por diferentes filmes e séries que poderiam ser legais para isso, e estava pensando em romances quando o celular de Alana tocou. Após atender, conversar por alguns minutos e desligar, ela pareceu mais animada. Quem seria a pessoa do outro lado da linha?

Claro que não era relevante que Anna soubesse, mas quando Alana comentou que “era divertido conversar com aquela pessoa”, Anna criou hipóteses meio exageradas. Algum namorado (era só nisso que ela pensava, afinal)? Sem querer, ela pensou em voz alta, e Alana negou (embora admitisse que a tal pessoa era uma pessoa legal, e não era como se ela não gostasse dele). O incrível foi o final da conversa: Alana questionando se valeria a pena investir em um namoro. Isso agitou a mente da nossa fã de romances, que usou seu conhecimento de séries para incentivar a colega.

12e_ql_larg_reallyverysmlDepois que a conversa acabou e cada uma seguiu seu rumo, passados alguns dias, aconteceu o terceiro encontro. De um lado, Giulia saindo da sala onde estava com seu grupo de colegas estudiosos para tomar água. Do outro lado, Saulo saindo da sala onde estava se divertindo ensaiando com seus colegas do grupo de artes cênicas que entrara recentemente, também indo tomar água. Estavam na escola técnica em que a garota estudava e que o garoto tentara ingressar (o que indicava que Anna, dessa vez, não teria envolvimento no encontro).

Como o óbvio é também o clichê necessário, o poder do destino Autor os levou ao mesmo bebedouro. Saulo se surpreendeu ao ver a garota (que não deixara de ser atraente aos olhos dele) ainda na escola, enquanto o que causou surpresa em Giulia foi ver o antigo colega de classe naquela escola. Lembrando que a última vez que os dois se viram foi também a única em que conversaram, e foi uma confissão amorosa.

Ela tinha medo de trazer mágoas ao garoto. Podia muito bem ter sido mal interpretada com sua resposta, como já fora em outras vezes. Mas o que poderia ter dito, sendo que nem o conhecia direito? Para ele, era legal reencontrar pessoas conhecidas, principalmente quando era alguém que não fizera mal algum (partir o coração não é um mal? Não tão grave – acontece, não é mesmo?). Então, após dar licença para Giulia tomar água primeiro, perguntou se o ensino médio daquela escola tinha aulas à tarde também (para saber por que ela ainda estava lá às 15h).

Mesmo que Alana tivesse dito várias vezes que ela precisava ampliar os interesses e conversar com as pessoas sobre outras coisas que não fossem relacionadas a vestibulares ou matéria escolar, não era naquele momento que Giulia pretendia fazer isso, muito menos com Saulo. Então, limitou-se a dizer que o movimento naquele horário era devido aos clubes, aos grupos de estudos e aos demais cursos técnicos da tarde.

Saulo queria conhecer um pouco mais daquela garota (afinal, ter se declarado não significava que parou de gostar dela), talvez estabelecer uma amizade (já estava na friendzone mesmo…)(dois ex-colegas de turma que moravam no mesmo bairro e provavelmente voltariam para casa no mesmo horário (acho que já vimos isso em outra história))… Então, se interessou em saber sobre o que Giulia fazia de útil. Em poucas palavras, descreveu seu grupo de estudos, Sem querer perder mais tempo, encerrou a conversa.

12e_ql_larg_reallyverysmlEsse terceiro encontro terminaria por aqui, mas um reencontro horas depois (não disse que eles voltariam no mesmo horário?) faz as relações caminharem. Saulo comentou que seria legal se eles sempre se encontrassem na saída. Contudo, o termo “encontrar” fez com que Giulia novamente pensasse na confissão, em namoro… E não importava se fosse ele ou qualquer outra pessoa, não pensava em relacionamentos românticos naquele período da vida dela (embora concordemos que esperar até a conclusão do curso superior parece meio exagerado demais).

Vamos magoar os corações já partidos, pensou Giulia. Tudo para resolver aquele possível desentendimento: ela não sabia o que ele pensava dela, nem o que esperava dela mas, como já dissera, não pensava em namoro, nem nada do tipo. Diante disso, Saulo encontrou-se na delicada situação de fazer uma declaração de amizade. E assim o fez, com o comentário de que “companhia não faz mal a ninguém”. Além disso, não era como se ele realmente tivesse ficado muito deprimido com a rejeição.

Dito tudo isso e resolvido o que não era realmente um problema… Acho que sai do meu escopo descrever a conversa que foi tomando forma depois. Só digo que agora nem Giulia e nem Saulo ficavam tão solitários na viagem para casa (isso quando se encontravam).

12e_ql_larg_reallyverysmlPois bem, mudemos de cenário para o quarto encontro. Nele, temos uma Anna que ganhava autoconfiança aos poucos, e que estava quase tendo coragem para, na semana seguinte, puxar assunto com seus companheiros de classe sem medo de ser repreendida, humilhada ou algo do tipo. Nesse encontro temos também Leandro, que voltava do encontro de sábado junto com a garota que, mesmo não estando totalmente tranquila perto dele, já não ficava tão nervosa, e conseguira obter mais motivos para admirá-lo simplesmente por estarem meio próximos.

Apresentados os personagens da cena, chega a hora de apresentar o assunto ou conflito. Nesse caso, para pegar uns livros didáticos com Giulia, Anna passaria pela casa da amiga ao descer do ônibus em que estava. Como Leandro dissera que morava perto, ela comentou o que faria e perguntou ao garoto onde descer, e ele se comprometeu a ajudá-la.

Na verdade, Leandro queria encontrar Giulia há algum tempo mas, mesmo morando na mesma rua, não andava fácil de se esbarrar por aí. Talvez essa fosse uma chance…

Enfim, eles desembarcaram do ônibus e chegaram na rua onde a garota alvo Giulia morava. Para não ser intrometido, Leandro perguntou se não seria incômodo se ele fosse junto, pois tinha algo a falar com a garota. Pensando que fosse algo relacionado a teatro e não vendo problema algum naquela companhia, Anna aceitou.

Ninguém se lembrou de perguntar à Giulia se ela queria aquele encontro, então foi uma surpresa quando, após atender ao interfone (casa de comerciante é outro nível) ela chegou ao portão com os livros que Anna pedira, descalça, trajando uma camiseta comum (bem justa, por sinal) e calça legging (talvez isso tudo seja fan service) e se deparou com Leandro.

Sem graça, fez apenas o que tinha que fazer – cumprimentou os dois e entregou os livros à Anna. Qualquer diálogo inesperado faria com que ela perdesse tempo em seus estudos sabatistas, então comentou disso e já fez menção de fechar o portão e voltar para dentro. E ela voltaria se Leandro não tivesse pedido para que a menina esperasse, para perguntar algo um tanto incomum e que nada tinha a ver com teatros ou qualquer coisa do tipo.

Era uma hipótese: se o garoto dissesse que amava Giulia, poderia ter a atenção dela? É claro que era uma pergunta estranha numa situação inesperada. Isso rendeu montes de pensamentos e shippagens loucas na mente de Anna, e causou hesitação e estranheza na cabeça de Giulia. Sem resposta, Leandro tornou a dizer: se algo como isso não fosse o suficiente para reestabelecer o contato entre os dois, o que seria, então? E por que essa relação (de amizade, tá?) foi rompida, em primeiro lugar? Ele fizera algo errado?

Resposta: o círculo de amizades dele mudou e Giulia não gostaria de ser vista com as pessoas com quem ele passara a conversar (achava as atitudes deles suspeitas). Ela não queria que o amigo fosse para o mau caminho, tentou dizer que gostava dele como ele era até então, percebeu que não se expressara direito e, além de ser muito orgulhosa para se desculpar corretamente, preferiu se afastar, insegura com o que poderia acontecer a seguir.

Por fim, surgiu essa distância abismal entre eles. Leandro ouviu a breve explicação e admitiu, rindo, que os colegas dele da época eram realmente uns ******** (leia-se: seres sem consciência dos próprios atos e que se arriscavam em desafios não tão lícitos). Agora os tempos eram outros e as amizades melhoraram (leia-se: clínica de reabilitação), e ele só queria que sua vizinha percebesse isso e parasse de achar que ele ainda achava que ela gostava dele (no sentido amoroso), pois ele nem chegou a achar que foi isso que ela achou que disse.

Resolvido? Não antes que Leandro convidasse a menina para o grupo de teatro para conhecer as pessoas com quem ele se relacionava agora, incluindo… (preparem-se para uma declaração e tanto (ou não)) …A namorada dele.

Mesmo que a intimidade entre Anna e Leandro fosse ainda bem baixa, a tímida garota (que assistia de perto a esse (re)encontro) ficou abalada ao descobrir que Leandro não era um rapaz solteiro. Não afetaria à vida dela (esperança de namorar o garoto? Já estava baixíssima há um bom tempo), mas afetaria aos sonhos e ideais românticos (ela não deveria continuar “apaixonada” por alguém comprometido, não é mesmo? Só que precisava começar a gostar de outra pessoa, e o problema era achar alguém).

12e_ql_larg_reallyverysmlAqui começa uma estação com vários encontros. Se alguns são rotineiros, outros tantos são aleatórios. Se alguns criam problemas, outros trarão soluções. E… Esperemos pelo próximo encontro para descobrir um pouco mais de tudo.

(Continua…)


by ClaMAN

P.S.1: Contei 25 palavras “encontro” nesse texto.

P.S.2: Motivo do atraso: eu estava travado com os diálogos entre o Leandro e a Anna logo no começo do capítulo. Não sabia mais o que fazer, até que tive uma revelação e resolvi fazer o capítulo inteiro como narrativa, sem discurso direto. E não é que funcionou? (embora tenha demorado mesmo assim.)

P.S.3: Como de costume (e mesmo que, após o atraso desse capítulo, eu nem saiba mais o que vai acontecer), o calendário de publicação.

Calendario_Publicacao_V3Ret

P.S.4: Temos plot twists previstos para os próximos dois capítulos dessa história. Talvez com alguma cena de beijo até o final.

Autor: ClaMAN

Animes? Assisto, mas a maioria ou é de romance ou é de fantasia ou é de vida cotidiana. Jogos? Jogo, mas meu jogo preferido é um simulador de ônibus, e os outros não são populares. Livros? Li alguns e escrevo histórias (que parecem fanfics) de vez em quando. No resto do tempo, sou um estudante "normal" de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (vulgo "Programação"). Prazer.

Comente por favor! Comment Please!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s