(12E) Anti cupido – Capítulo 10

No mês dos namorados (só na história), muitos namoros esperando para serem terminados.

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Anti Cupido

(Só para constar: o logotipo passou por uma pequena mudança)Quarta estação:
Evitando ao máximo novas relações, embora sem impedir do coração as pulsações


(Ler o capítulo anterior…)

Capítulo X : Junho – É muita novidade (sem sentido) ao mesmo tempo

banned_download_proviÉ incrível ver como as coisas mudam rápido, antes mesmo que possamos falar alguma coisa dessas novidades… Antes mesmo que Leonardo pudesse sair correndo, o celular de Laís já atingira em cheio a testa dele, fazendo-o cair meio inconsciente.

Havia um tal de Wesley (nome (nem tão) genérico que (talvez) só vai aparecer nesse capítulo) na cena também, com um dos braços (até alguns segundos atrás, eram os dois braços) na cintura da garota. Tudo aconteceu tão rápido que virou novidade para o garoto.

— Laís, quem é aquele?

— Meu irmão. Não quero que ele saiba sobre nós.

Ela, sorrateiramente, pegou a mão do tal Wesley e, juntos (após a garota recuperar seu celular do chão (nem partiu a tela? Nem… Aqui é Nokia, mano!)), saíram dos fundos da escola, onde estavam em beijos apaixonados até então (awwwn). Leonardo ficou largado lá por uns minutos até reacordar com uma dor incômoda na testa.

12e_ql_larg_reallyverysmlBem, é tanta informação nova que precisamos ir por partes. O fato mais curioso do dia é que Laís usou todo o seu poder de sedução (que normalmente ficava oculto) para conquistar o tal de Wesley. E por que ela, que tanto abominava namoros e relações físicas, estava aos beijos com um garoto nos fundos da escola? Simplesmente para simbolizar a conquista.

Enquanto isso, Leonardo (que buscava alguns lábios para se acalentar e resolveu olhar aquele recanto na hora errada) perdia o ônibus para casa. Culpa dos funcionários da escola, que insistiram em saber a causa do hematoma na testa do garoto (parece que falar “atiraram um celular na minha testa” não foi muito convincente, então Leonardo teve que arranjar um acidente envolvendo um grupo de estudos meio violento em que ninguém sabia o nome de ninguém e um livro didático particularmente pequeno). Voltou sozinho, querendo apenas um almoço de verdade (pois lanches de dois reais não o sustentavam muito), um pouco de descanso fora de casa (pois uma mãe que o repreendia por qualquer bobagem e uma irmã sempre causando discórdia após acabar com o estoque de bebidas de algum bar não eram tão relaxantes) e talvez alguma garota que lhe fizesse companhia.

Ganhou tudo isso (exceto a garota (ou não)) depois de uma hora de espera pelo ônibus e vinte minutos de trajeto deste. Ao descer, descobriu uma nova maneira de ter sua atenção solicitada: teve o braço agarrado por uma pequena garota… Tá, vocês sabem quem é.

— Laís, no que você está pensando…

— Cale a boca e venha comigo.

— Você me dá almoço?

— Nem pensar.

— Então dispenso. — E ele, facilmente, se esquivou da menina.

— Espere aí, seu aproveitadorzinho de ***** (leia-se: corações alheios)! Não pense que vai sair impune depois do que viu!

— Levar uma “celularzada” na cara não é punição o suficiente? É hora de rever suas leis, Laís!

— Prove que não viu aquilo.

— Me dê comida e eu esquecerei do que vi.

— Morra de fome, então. — E ela deu-lhe as costas.

— Para quem você quer que eu conte primeiro? Posso começar falando com sua mãe.

— E eu posso te questionar sobre o que aconteceu com você ontem à noite.

— Se fizer isso, conto para seu namoradinho sobre o que você faz com os outros casais apaixonados.

— Ele não é meu namorado.

— Então posso contar? — Leo percebeu que a amiga ficou em um impasse.

— Se quiser que todos saibam de ontem à noite…

— Melhor não.

— Como sempre, eu ganhei, Leonardo.

— Então me passe o número de sua mãe e eu…

O garoto teve a boca tampada pela mão da garota, e foi arrastado para a casa dela (quase do mesmo jeito que no capítulo um).

12e_ql_larg_reallyverysmlAgora, já livre e dentro de casa, Leonardo começou a discussão do dia:

— Quantas novidades, Laís! Primeiro, para de me chamar de Leo. Depois, começa a ter “relacionamentos fúteis” com pessoas aleatórias enquanto abomina relacionamentos fúteis entre pessoas aleatórias. Como se não bastasse, agora está prestes a começar um namoro com um garoto e não quer que descubram! Depois sou eu o ser fútil, não é?

— Leonardo, não me julgue sem fundamentos. Tenho motivos racionais para tudo o que faço, ao contrário de você, que parece seguir o que outra cabeça pensa. O que quer saber primeiro?

— Por que estou aqui, se você disse que eu não tornaria a entrar em sua casa? Parece que alguém não está conseguindo manter os próprios princípios agora que está saindo com um garoto…

— Oras, Leonardo, diz que não sigo meus princípios mas não olha para você, que nem tem outro princípio além de seu desejo por **** (leia-se: amor adolescente).

— Laís, eu sei dos meus problemas e das minhas qualidades, está bem? Não perguntei do que faço ou do que tenho de bom. Perguntei o por quê de você estar diferente.

— Diferente, eu? Se alguma coisa mudou, deve ser o contador de garotas com quem você tem ficado, Leonardo. Estou fazendo o que planejei: acabar com namoros sem sentido, que só buscam satisfazer esse desejo físico…

— Já conheço de cor e salteado essa ladainha. E a que ponto você chegou? Chegou ao ponto de estar se agarrando com um garoto qualquer atrás da biblioteca!

— Não escutou eu dizer que tenho motivos para isso? Não me compare ao seu tipo de pessoa!

— Quais são os motivos então, Laís?

— Por que quer saber? Parece estar com ciúmes!

— Porque a minha velha amiga Laís não faria esse tipo de coisa com qualquer um! Essa minha velha amiga dizia que esse tipo de relação era sem sentido, e se comprometeu a dizer a verdade aos casais que faziam esse tipo de coisa. Mesmo ela não sendo extremamente gentil, ela era menos agressiva, e mais amigável. Essa era a minha amiga Laís, que eu tratava como uma irmã, que eu amava como amaria a uma irmã (exceto minha irmã de sangue, aquela lá é chata e não tem cura a não ser o AA)! Só que… Não sei mais onde ela está.

12e_ql_larg_reallyverysmlMomento flashback: Laís lembrou de tudo o que Leonardo fez com ela (tomaram banhos juntos até os sete anos, dormiam juntos até os doze, ele roubou o primeiro beijo dela aos quatorze (no dia do aniversário dele, quando acabou se embebedando (com Coca Cola™ (acredite se quiser))), ela flagrou a primeira vez (do quê? Nem sei.) dele aos quinze, além de diversas vezes em que ele a apalpou em vários lugares, fora as cantadas e tentativas de sedução – até aqui, nada de novo). Ela, que estava esquentando o próprio almoço, refletiu por um segundo e respondeu:

— Você não vai me convencer a te contar meus motivos com esse papo melodramático.

— Droga, Laís! Eu encenei tão bem!

— É sério que isso foi encenação? — Nível de raiva dela: aumentando.

— Você acha mesmo que eu desperdiçaria tudo o que aprendi quando era do clube de teatro?

— Você só era daquela ******** (leia-se: maravilha) de clube por ter ficado com a representante dele. — Nível de raiva dela: maior ainda.

— Não que venha ao caso, mas está errada a história: eu entrei naquele clube para pegar a representante dele.

— PIOR AINDA.

— Laís, isso que é ter princípios. O princípio pelo qual eu vivo é a mais pura ******* (leia-se: liberdade ou ideia de amor livre) (o pior é que ele fala isso com orgulho), e eu sei mantê-lo. Agora me dê bons motivos para me convencer que “namorar com um garoto faz parte do princípio de acabar com namoros”.

— Tá, fazer o quê… Bem, contemos a história. Um certo dia, uma garota chamada Laís…

— Falar em terceira pessoa é idiota, Laís.

— Você já me disse isso uma vez e eu torno a dizer: não interrompa. Uma garota chamada Laís descobriu que um garoto chamado Wesley estava se interessando por uma outra garota chamada… Nem lembro o nome dela. Enfim, percebi que a garota chamada “Nem lembro o nome dela” queria se aproveitar do tal de Wesley se os dois começassem um relacionamento, então Laís apostou em suas habilidades de sedução (que normalmente ficam ocultas) e fez com que esse garoto desviasse os olhares da outra. Como a conquista deu certo, não haveria problema em alguns beijos entre Wesley e Laís, afinal é assim que as pessoas funcionam…

— Desculpe te contradizer, Laís, mas não é essa a verdade. Se viram amigos por uns dias e depois se ***** (leia-se: conhecem de maneira romântica), então isso vira namoro. Se vão direto para os amassos, acaba por aí.

— Acabaria, se você não tivesse visto a cena.

— Oras, você acha que eu me importo? Vejo montes de casais ficando ali, e isso não muda.

Ela parou o que estava fazendo e olhou para o garoto com raiva.

— Eu tive que dizer para o Wes que éramos irmãos!

— VOCÊ CHAMA O CARA COM UM APELIDO DESSES E DIZ QUE AINDA NÃO TÁ NAMORANDO?! ***** (leia-se: ACORDA), LAÍS!

— Não estamos namorando e não vamos namorar. Isso vai contra os meus princípios. O que aconteceu foi necessário e não deve escapar de sua boca.

— Se você fizer o favor de alimentar seu velho amigo, faço qualquer coisa (incluindo sugestões de lugares mais privativos para você e esse Wes terem seus namorinhos).

— Tá bom, pode se servir.

— Um bom lugar, para começar, é o banheiro do porão…

— DISPENSO ESSE CONHECIMENTO.

12e_ql_larg_reallyverysmlPoucos dias depois, Leonardo estava pensando em maneiras de convencer a amiga a deixá-lo almoçar com ela em um instante, e em outro instante, ao ver a amiga entrar na classe depois do intervalo, já recebeu a novidade:

— Você está intimado a ir na minha casa depois da aula. Pode almoçar lá.

Pensando na comida, nem percebeu direito que a amiga estava meio introspectiva (mas percebeu um pouquinho). Foram quietos para casa e, já dentro das quatro paredes, ela sentou-se diante dele e disse, séria:

— Leonardo, antes de qualquer coisa, prometa que o que conversarmos aqui ficará entre nós. Não que eu confie em você (acho que você só está aqui por causa da comida (o que não deixa de ser verdade)), mas… Acho que é a melhor pessoa para pedir esse favor.

— Eita… O negócio é sério, Laís?

— Só prometa que não vai sair contando por aí.

— Não conto. O que foi? Conte logo!

— Quero que você espalhe o boato de que estou namorando o Wesley do 3-B.

— Minha querida amiga, vizinha e irmã por consideração Laís.

— Qual é o problema de responder “sim, eu faço” ou “nem ******* (leia-se: por um milhão de dólares)”?

— Deixa eu terminar… Laís, você pirou de vez?

— Hã?

— Me faz prometer não contar o que falamos aqui e me pede para contar o que falamos aqui? Isso não é normal.

— É você quem não deve estar com o raciocínio funcionando bem, Leonardo…

— Tá bom, Laís, eu sei que deve ser a primeira vez que alguém (arranja coragem e) te pede em namoro, e é a primeira vez que você aceita, mas isso não é motivo para se contradizer totalmente! Pode sorrir, pode marcar encontros, aproveita sua vida com um compromisso desses (embora eu não saiba se dá pra aproveitar a vida depois de começar um namoro)!

“E, enquanto isso, deixe-me voltar à minha vidinha mais livre…”

— Por que eu estaria tão feliz assim só com um relacionamento romântico? É você que deve ter perdido todo o senso que te restava, Leo. O que eu quis dizer é que é para você espalhar esse boato, mas para não falar para as pessoas que eu pedi para falar.

— Agora faz sentido.

— E, quem sabe eu não consiga te mostrar, após essa nova experiência, que manter um relacionamento não é algo tão ruim quanto você pensa…

— Tá bom, já chega de conversa, vamos comer!

— Leo, a partir de hoje você está terminantemente proibido de pensar em me ***** (leia-se: amar (no sentido romântico))!

— Eu não quis dizer “te ***** (leia-se: amar (no sentido romântico))”, quis dizer “almoçar”.

— Virou canibal agora?

Momento facepalm.

— Você não disse que eu poderia almoçar aqui?

— Pode. Faça sua própria comida.

Bem… Pelo menos Leonardo comeu (no bom sentido) decentemente.

12e_ql_larg_reallyverysmlVamos inovar o foco e falar um pouco de Rafaela. Como eu já falei, ela está se preparando para se formar como técnica em logística, além de ter começado a se focar em estudos para vestibulares. Porém, mesmo assim, sempre há aqueles dias em que dá preguiça de fazer alguma coisa… E, num dia desses, ela resolveu conversar com Leonardo por mensagens:

(Rafaela) Como andam as coisas? :]

(Leonardo) Do jeito de sempre – professores chatos, escola exigente, Laís estressada.

(Rafa) Ei, é sério que a Laís está namorando? O.o

(Leo) É. (credo, gastar uma mensagem para dois caracteres?!)

(Leo) Pelo visto, se apaixonou.

(Rafa) Que meigo… S2

(Rafa) Ela não falou comigo de novo desde aquele dia >:(

(Leo) É só esperar que uma hora ela volta ao normal.

(Rafa) Assim espero… ¬¬

(Rafa) É que eu queria falar uma novidade pra ela… Mas falo pra você primeiro :o

(Rafa) Não é uma notícia tão nova assim – talvez você já saiba :D

(Rafa) Não estou mais solteira! \o/

(Leo) Homem ou mulher?

(Rafa) Homem… Professor do cursinho que faço ;)

(Leo) Legal… Atraída por caras mais velhos agora?

(Rafa) Depende do momento, e se deu certo… *-*

(Rafa) Então, acho que só falta você começar a namorar… :#

Leonardo não respondeu a essa última mensagem, foi ao banheiro, arrumou o cabelo e decidiu que não era hora de uma relação séria. Resumindo, foi conquistar garotas para ***** (leia-se: levar para) atrás da biblioteca, ou talvez até no banheiro “assombrado”…

12e_ql_larg_reallyverysmlNesse ritmo, passaram-se algumas semanas. Dentre as novidades, Laís mantinha-se animada (dentro dos próprios limites de animação) e não mostrava queixas. Leo voltara a ter permissão para visitar a amiga (embora sofresse em alguns dias em que a garota e o namorado saíam juntos) e Rafaela, não que importe muito, estava aparentemente bem em seu romance.

Mas não há tempo para ficar em calmaria! As novidades chegam sem demora! E, mal completou um mês de namoro e Rafaela partiu aos comentários para Leonardo (já que ainda estava brava com Laís…), em um momento livre na escola:

— Ele é mais exigente do que eu imaginava… E não é tão delicado também. Saímos poucas vezes juntos, porque ele dá aula em duas escolas, mas, pelo menos os nossos encontros são bem estilosos. — a ex-ficante contava, alegre, ao entediado garoto (que preferia estar em qualquer lugar com qualquer pessoa (até em casa com os pais) que não fosse falando do namorado da garota que até aquele dia ainda achava bem mais bacana do que outras que conhecera). — O problema é que, quando ele quer me ver, ele não dispensa esforços. Pelo jeito, ele gosta muito de mim.

— Será?

— O que quer dizer, Leo? — Rafaela já começou a ficar preocupada.

— É que você tem um histórico de namorar pessoas que não se importam com você… — “assim como eu, mesmo que não tenhamos chegado ao nível de namoro” — Então não sei se dá para confiar em qualquer um.

— Mas… Ele é mais velho que eu uns dez anos, então deve ter mais responsabilidade, não é? E ele é professor… Deve ter uma boa conduta.

Um professor namorando uma aluna não é exatamente um exemplo de boa conduta.

— Bem, Rafa… Um professor namorando uma aluna não é um exemplo tão bom de boa conduta. — Leonardo, é a terceira vez que falo para você não copiar minhas palavras!

— Ah, mas é a mesma coisa de quando eu fiquei com a Mili (nome genérico que só vai aparecer agora)… Acho que o amor não tem essa coisa de idade, sexo, emprego…

— O que a Mili tem a ver com isso? — Leonardo se lembrou dessa outra ex-ficante (porém, ao contrário de Rafaela, não mantinham uma amizade).

— É que, se eu estivesse solteira, acho que ficaria com ela de novo. Foi maneiro.

— Se é assim… Acho que eu também.

— Mas você está solteiro, Leo!

— Mas a Mili não.

— Ah…

E, sem mais novidades, o silêncio voltou.

12e_ql_larg_reallyverysmlComo o silêncio não dura muito… Dias depois, já corriam algumas notícias com algumas novidades sobre algumas pessoas que, por acaso, nos interessam.

— Como assim, já está sabendo, Laís?

— Os boatos correm, Leo! (Pelo visto, Laís voltou a baixar a guarda diante do amigo) A Rafaela contou para alguma amiga, que acabou falando para outra, que comentou com o Wes e chegou até mim.

— Então, esse seu namorado te dá informações sobre namoros em crise? Isso é estranho.

— Não estou mantendo um namoro apenas por estar apaixonada, isso seria contra os meus princípios… O Wes é bem popular, e isso faz com que eu conheça alguns casais. Tem maneira melhor de falar de amor do que vivenciando uma forma de amor?

— Na boa, Laís, você não tem direito algum de reclamar de namoros aproveitadores.

— Como se eu estivesse me aproveitando do Wes. É só… Um benefício que descobri e me permiti usar. — e ela sorriu de uma maneira nem tão bondosa após comentar isso.

Para resumo de conversa, Laís se aproveitava do namorado sim (e, por isso, na medida do possível, será chamada de hipócrita no próximo capítulo, como eu comentei no capítulo sete), e descobriu que Rafaela começara a se queixar do namorado (que, segundo Leonardo soube da própria garota, andava namorando (em um sentido meio físico) demais com ela).

Esse mesmo Leonardo não queria contar para Laís, mas Rafaela aproveitara a solterice do garoto (que andava meio solitário nas últimas semanas para “evitar de ver outro cara beijando a melhor amiga por acaso”) para pedir um favor:

— Realmente, Leo, eu não estou gostando do caminho que o meu namoro está seguindo… Então, queria que você me ajudasse em uma coisa.

— Depende do que for.

— Estou querendo terminar com o Edson (nome genérico que só vai aparecer agora e no próximo capítulo).

— …E daí?

— Nossa, Leo, que insensibilidade da sua parte! É que… Eu nunca terminei um namoro, e ele não parece o tipo de cara que gosta de ser contrariado, então, se você me ajudasse…

O problema não era dele e não tinha coisa alguma a ver com ele. Mas, por alguma razão, Leonardo se incomodava ao ver a ex-ficante amiga sofrendo mais uma vez por amor. Então, a última novidade de hoje é que ele aceitou o favor. Outras novidades… No próximo mês.

(Continua…)


ClaMAN

P.S.1: Revisão é para os escritores fracos. Os fortes (e loucos) escrevem sete páginas e publicam sem reler.

P.S.2: Pela segunda vez seguida… Essa história não atrasa. É sério, quase virei a madrugada hoje, mas SAIU NO DIA CERTO!

P.S.3: Calendário geral das histórias (TÁ ACABANDO!)

Calendario_Publicacao_V3Ret

 

Autor: ClaMAN

Animes? Assisto, mas a maioria ou é de romance ou é de fantasia ou é de vida cotidiana. Jogos? Jogo, mas meu jogo preferido é um simulador de ônibus, e os outros não são populares. Livros? Li alguns e escrevo histórias (que parecem fanfics) de vez em quando. No resto do tempo, sou um estudante "normal" de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (vulgo "Programação"). Prazer.

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