(12E) Como começar uma conversa sobre amor – Capítulo 11

Ideias de como aceitar as mudanças e de como conviver com elas…

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Como começar uma conversa sobre amor

(Só para constar: o logotipo passou por uma pequena mudança)Quarta estação: Se uma descoberta faz um sonho ruir, erguer a cabeça pode (e vai) fazê-lo ressurgir!


(Ler o capítulo anterior…)

Capítulo XI : Abril Adaptação de idealizaçõesbanned_download_provi

Há vezes em que você tem ideias. Qualquer ideia. Pode ser para fazer alguma coisa emperrada funcionar, pode ser um ataque criativo (coisa que, nesses últimos capítulos, eu não tenho visto), pode ser uma revolução completamente inútil.

O ponto de partida: Saulo, nosso co-protagonista de cabelo bagunçado…

— Não é bagunçado, é rebelde! — reclamou ele.

Saulo, cale sua boca. Não é por querer ser roteirista e por saber atuar que você tem o direito de falar com o narrador (eu acho que serei processado depois por “agressão verbal a um personagem”, mas vou ignorar). Continuando, nosso co-protagonista estava conversando com Leandro entre uma aula e outra e, por acaso, descobriu que ele estava tendo encontros regulares com Anna (ou, pelo menos, foi essa a ideia que ele gerou a partir do que ouviu).

— Espera, onde é que vocês vão todo sábado? — Saulo ficou curioso (já unindo mental e romanticamente o amigo e a amiga).

— No grupo de interação, aquele que você não pode ir por ter curso de informática na mesma hora. Por quê, ficou com ciúmes?

— Hã? Por que eu teria ciumes da Anna?

— Por que não teria?

— Bem, ela é só uma amiga, — “que não deixa de ser uma pessoa legal e… Até que ela é bonita, se for parar pra pensar” (e ele ficou lembrando do interesse que tinha por cabelos cacheados) — não fico incomodado se ela andar com outros rapazes.

Saulo não se importava se Anna começasse, talvez, algum dia, quem sabe, a namorar Leandro (ou qualquer outra pessoa). Pela mente dele, passaram até algumas ideias de fazer o amigo se aproximar mais da amiga (sem nem fazer ideia que Leandro não era um rapaz solteiro)…

Para Leandro (que ouvia o nome de Saulo com certa frequência quando falava com Anna), perceber que o amigo não falou tudo o que poderia ter falado era sinal de que haviam outras possibilidades entre ele e Anna. Era questão de desenvolver essas ideias nem tão improváveis.

12e_ql_larg_reallyverysmlEm outro dia, outro lugar (aaaa aaaa aaaa aaaa pneus de carros cantam thuru 12x) (na casa de Giulia), Anna estudava com a amiga (a prima Alana foi convidada, mas recusou o convite por querer aproveitar o fim de semana com o namorado (êeeee, paixão)), que lhe contava sobre a escola em que estava e sobre… A coincidência de encontrar Saulo por lá frequentemente.

— Então… Vocês estão se encontrando? Isso significa…

Anna associou “encontros frequentes”, nesse contexto, à ideia de “saírem juntos como um casal de namorados perdidamente apaixonados”. A mente dela começou a criar cenas com fundo cor-de-rosa cheio de coraçõezinhos onde os dois ficavam abraçados, mantendo um contato visual extremamente meloso romântico… Espera, contato visual era bonitinho quando os dois eram da mesma altura…

— Gi, o Saulo é menor do que você, não é?

— Hmm… É um pouco sim. E o que isso tem a ver com o significado dos nossos encontros? — Giulia ainda esperava pelo resto do “significa…”.

— É que eu fiquei pensando… É normal ver casais onde a menina é menor do que o menino, mas o inverso é meio estranho… #Comofaz?

— Não sei se muda muita coisa, afinal altura é apenas mais uma característica física e não influencia na paixão que um sente pelo outro. — Giulia notou que a conversa saiu do contexto e ficou pensando “De onde é que a Anna tira tantas ideias de romance? Preciso emprestar umas séries com mais ação para ela a partir de agora.” — Mesmo assim, por que essa curiosidade, Anna?

— É que… — meio envergonhada (e sentindo sua admiração por Giulia crescer após ouvir mais uma das respostas estilosas dela), Anna explicou — …Fiquei pensando em você e no Saulo juntos…

— Ah. — Agora as ideias faziam sentido. — Quando eu falei de encontros, não são encontros românticos… É só uma coincidência de horários que nos aproximou um pouco. Percebi que ele pode parecer um pouco diferente, mas é legal.

Giulia lembrava das conversas com o garoto. Era comum que ele falasse de seus gostos (meio) alternativos (escrever histórias e participar do grupo de teatro), e também era normal que ele comentasse sobre Anna e sua vontade de vê-la mais vezes (ao contrário do que comentava sobre os colegas de sua classe). Com esses fatos em mente, surgiram ideias de ajudar Saulo a se encontrar mais vezes com a amiga.

E Anna, ainda com um monte de coraçõezinhos enchendo sua imaginação, viu ideias de planos surgirem. “Se a Gi acha o Saulo legal, é o primeiro passo para que ela fique apaixonada por ele… Aí começam as dificuldades, eles discutem, ela fica triste, mas daí ela muda e os dois se reconciliam para, no final… Awwwn S2”. Pensando nesse roteiro de filme de romance água com açúcar, Anna só sabia que eles poderiam formar um casal, mas não fazia ideia do que fazer para isso.

12e_ql_larg_reallyverysmlIdeias à parte, era grande a impressão de que, agora, estava tudo ficando melhor (nota do autor: só em impressão mesmo). Anna precisava fazer um trabalho em grupo e essa era a chance que ela encontrou para começar a conversar com pelo menos uma das pessoas da sua turma escolar. Saulo, por outro lado, via-se melhor em outros grupos de colegas fora da escola, onde podia conversar sem que algum comentário acabasse virando gatilho para zombarias.

E nisso, entre uma aula e outra (ou melhor, no intervalo de vinte minutos chamado infantilmente de “recreio”), o acaso (ou melhor, o autor) fez com que Anna reencontrasse Paula e Joyce.

— Anna, há quanto tempo! — Paula, aparentando animação.

— Nem procurou mais a gente, depois que mudamos de classe… — Joyce, aparentando felicidade. — Mas então, conte as novidades!

— Conheceu algum garoto legal? Ou… Quem sabe, começou a sair com aquele menino que sentava do seu lado… Como era mesmo o nome dele?

— Ah, o Paulo? Sério? — Joyce continuava com essas ideias…

— …É Saulo… — E Anna, além de corrigir as meninas, viu-se mais uma vez sem ideias do que falar sobre romances.

Depois de uns minutos, enquanto elas trocavam ideias (assunto: garotos bonitos), uma revelação curiosa:

— Ah, o Leo também… — Paula, no meio de algum assunto de meninas patricinhas, não percebeu que o rosto de Joyce ficou vermelho (também, com tanta maquiagem na cara) após a citação desse nome — Aliás, esse não foi o garoto que tirou seu…

— Foi ma-ra-vi-lho-so! — Suspiros de Joyce.

Anna, intrigada com a reação, ficou apenas olhando, até que Paula (interessada em contar sobre a vida alheia a qualquer um que quisesse ouvir) explicou, divertindo-se com as reações:

— É que ela nunca tinha beijado ninguém, aí se encontrou com esse Leo em um dia que ele apareceu aqui por causa daqueles projetos de teatro e eles ficaram.

— Você me entende, não é, Anna? Tipo, um garoto mais experiente, bonito, alto, com todo aquele potencial sedutor… Dar o seu primeiro beijo! Não é demais?

— Ahn… É… Deve ser. — Mesmo incerta com essa resposta, percebeu que não era a única garota a completar quinze anos sem esse tipo de experiência. Um raio de esperança surgiu.

— Vocês se importam demais com isso. — Paula debochou — Nem lembro o nome do menino que tirou meu BV (para os que desconhecem a sigla, leia como “boca virgem”), mas lembro que ele era loiro… E você, Anna?

Com um pouco mais de confiança, teve a ideia de dizer a verdade a elas:

— Então… Eu ainda não… Beijei…

As garotas, de algum jeito, entenderam o recado sussurrado pela menina.

— Se continuarmos assim, — comentou Paula (que não era um exemplo de contenção passional (leia-se: beija muito (quando eu digo muito, digo MUITO) nas baladas)) — pelo menos não teremos o mesmo fim da Chris.

— O que aconteceu? — questionaram Joyce (mais por causa das fofocas) e Anna (por empatia mesmo) ao mesmo tempo.

— Contou que foi em umas festinhas do pessoal da escola dela. Garotos ricos, casa chique, etc. — Olhem a inveja das duas… — No final das contas, parece que “brincou” demais… E agora ficou grávida. — Acabou a inveja.

E você que nem fazia ideia que Christine voltaria a aparecer por aqui, agora vê o que o autor reservou para ela. Sendo assim, aguarde para ver o que o roteiro reservou para os demais personagens… (MHWAHAHAHA!)

Como a conversa ficou pesada demais, mudaram de assunto para criticar algumas garotas da classe nova delas. Anna, sem muito a ver com isso, saiu da conversa.

12e_ql_larg_reallyverysmlReencontros são bons para compartilhar ideias. Anna agora tinha exemplos práticos de que não era tão inexperiente assim para sua idade, e tinha melhorado sua auto estima. Mais animada, conseguiu ser incluída em um grupo na turma por causa de um trabalho e, assim, já tinha uma perspectiva de inclusão social mais sólida.

Ainda sentia um pouco de falta das conversas e das atividades em duplas com Saulo – a presença dele na carteira do lado era algo que a animara no ano anterior. Agora, tinha a ideia de que ele talvez estivesse ressentido, e nem sabia se ele responderia alguma mensagem dela.

Ah, a dúvida cruel…

— O único jeito é você tentar, Anna. Ele não parece ressentido com algo, pelo contrário: continua animado como era antes. — Giulia, mais uma vez com a amiga em sua casa em um final de semana para “estudar” (o que já estava virando desculpa para conversarem), comentava sobre Saulo, mensagens de texto e ideias para puxar assunto.

— É que… Já faz um tempo desde que não nos vemos… Será que ele não pode estranhar?

— Eu duvido muito que ele vá se importar em receber uma mensagem de texto sua. Acho que é mais provável que fique feliz…

— Acho que vou tentar, então. Só que… Faz falta não ver ele todo dia, na escola.

Giulia percebeu que era um bom motivo para tentar executar sua ideia de fazer esses dois se encontrarem. Porém, ela precisava estar distante (não queria ficar segurando vela…), e isso exigia um bom plano.

— Quanto a isso… Acho que tenho uma ideia.

12e_ql_larg_reallyverysmlReunião de pais na sexta-feira da semana seguinte, tanto na escola de Anna quanto na de Giulia. Para os alunos, não haveria aula – dia perfeito para um passeio.

(Acompanhe o desenvolvimento das ideias, com total atenção:)

Giulia queria investir a tarde daquele dia para ver uns livros no shopping e, para acompanhá-la, chamou Saulo e pediu para que ele convidasse Anna (quanta burocracia, Giulia!). Saulo pensou em não ir para não atrapalhar o encontro das amigas, mas Giulia insistiu para que ele fosse (para isso, disse que queria algumas coisas sobre teatro (palavra chave!)). Anna, alheia ao debate entre os dois, aceitou prontamente – era uma chance de passear com amigos em um shopping e realizar seu sonho de garota adolescente.

Saulo, levando a sério o que Giulia dissera sobre teatro, chamou Leandro para ir junto, já que ele parecia mais próximo da garota nesses últimos dias, e ainda poderia deixar o colega sozinho com Anna… E foi essa ideia que conflitou com as outras.

Leandro recusou o chamado por vários motivos. O primeiro era que ficaria na escola (de Giulia) nesse dia porque haveria testes para novos integrantes do curso de teatro (é que era um curso de teatro dentro do clube de teatro (e sim, Saulo também fez esse teste (depois de conseguir a oportunidade de fazê-lo))). O segundo explicava que não era por não ter motivos para ir, já que sua namorada queria assistir um filme por lá, mas não daria por causa do clube mesmo. E o terceiro era que ele não se encaixava tão bem no evento “encontro de ex-colegas de classe”.

Nesse instante, mesmo que Saulo ainda fosse passear com as duas, as ideias de ver Anna e Leandro juntos acabaram de ser eliminadas, já que descobrira (tardiamente) que o garoto não era solteiro… Como falar isso para Anna?

12e_ql_larg_reallyverysmlAvançando para o dia do encontro. Saulo chegou cinco minutos depois que Anna chegou, e Anna chegou quinze minutos antes do horário combinado. Ela achou que ele estava bem elegante e ele percebeu que ela (ou melhor, o pai dela, que era melhor em mexer com cabelo (embora fosse calvo)) fez um penteado mais caprichado.

Ficaram algum tempo esperando Giulia, trocando algumas palavras (“Hoje o dia está meio frio, não?”, ou “O movimento aqui até que é tranquilo nessa hora do dia”). Até que perceberam…

— Ei, não era para a Giulia já estar aqui? — Saulo questionou.

— Acho que sim, já são três horas (trinta minutos depois do horário que combinaram) e ela não costuma atrasar tanto.

— Estranho.

— É.

Anna resolveu ligar para a amiga, que não atendeu mas mandou uma mensagem em resposta: “Podem ir andando, depois eu ligo para vocês.”

— O que ela disse? — Saulo, curioso.

— Ela disse que é para irmos andando.

— Para onde?

— Não sei… Onde é que a gente iria?

— Também não sei. Era em alguma livraria, pelo que ela disse.

Não tem muito o que descrever aqui. Os dois saíram andando e observando as lojas (que, aliás, é basicamente a única coisa que tem em um shopping), receberam uma ligação de Giulia (que, por um acaso, foi fazer teste no clube de teatro (e, por outro acaso, só podia ser naquele dia (admito que essa foi uma boa ideia, Giulia)) e não conseguiria chegar tão cedo para se encontrar com eles, então disse para os dois aproveitarem o passeio) e, enfim, foram passear sozinhos (ou melhor, juntos).

Nisso, falaram bastante, andaram bastante e compraram pouco (não é como se adolescentes comuns tivessem dinheiro para gastar em lojas caras), o que transformou a ideia de reencontro em um encontro. Anna ficou satisfeita com a atividade, mesmo sem a presença da amiga (“é a minha primeira vez em um passeio com um amigo pelo shopping!”) e Saulo não achou que foi um desperdício de tempo (“uma boa companhia pode melhorar qualquer evento”).

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Depois, comendo algo (na opinião do autor, a melhor parte de qualquer evento é a hora da comida) antes de irem embora, foi a hora de comentarem algumas ideias…

— Eu chamei o Leandro, mas ele também não veio pelo mesmo motivo que a Giulia… Mesmo assim, fizemos bastante coisa, não é? — Saulo percebia que a amiga estava feliz, e conseguia ficar feliz também (awwwn).

— Foi legal… Queria poder fazer isso mais vezes.

— Da próxima vez, podemos ir ver algum filme, aí chamamos os dois… — Nisso, o garoto lembrou que Leandro era um rapaz comprometido, e ficou pensando se deveria cortar as ideias românticas de Anna falando isso a ela. Decidiu que não.

— Sair com os amigos… Parece uma boa ideia. Eu sempre quis fazer alguma coisa assim, mas… Nunca pude. E ainda estava com medo de que você estivesse com raiva de mim…

— Ué, por que eu ficaria com raiva de você, Anna?

— Eu não sei… Na minha antiga escola, as pessoas não pareciam ter motivos pra ficar com raiva de mim… E eu estava preocupada que isso fosse voltar a acontecer agora, depois que nos afastamos…

— Se foi por causa daquele dia em que eu gritei com você, me desculpe mais uma vez… É que eu estava meio estressado.

— Tudo bem, é que… Eu fiquei preocupada à toa, mesmo. É que também, sem querer, eu tinha falado para a Gi que você gostava dela antes de você dizer que gostava dela…

Anna, subitamente, teve um arrepio de “não devia ter dito isso”. Já começou a ficar preocupada, vendo a amizade ruir e as ideias para novos encontros sumirem…

Saulo, por outro lado, nem ligava mais tanto para isso.

— Pode ficar tranquila, não tem problema. Já passou…

Não deu tempo. A garota já estava em seu estado de choque fazendo força para não chorar.

— Mas… Eu errei… Fiquei falando coisas pra pessoas que não deveriam ouvir… Não precisa me desculpar, acho que… Não mereço ter amigos…

Saulo, já vendo o drama da garota, foi consolá-la depois de um abraço (awwwn)².

— Anna, pode se acalmar. Eu não vou ficar com raiva de você, mesmo que você tenha feito essas coisas… A gente erra, mas é errando que se aprende. E você não tem más intenções, já que você confia nas pessoas. Eu confio em você também, então quando acontecer alguma coisa, pode falar comigo, a gente continua se ajudando…

Para Anna e seu ideal amoroso, aquilo foi tão comovente quanto um pedido de namoro. Claro, Saulo ainda era seu amigo, mas a ideia era que se aproximassem um pouco mais a cada dia.

12e_ql_larg_reallyverysmlAfinal, as coisas caminham por ideias. Ideia de mudança, ou a ideia de novos encontros. São ideias revolucionárias que mudam o cotidiano, são ideias meio frustrantes às vezes…

Eram várias as ideias que os nossos personagens tinham, principalmente Anna: Muita coisa mudara, mas parecia que o afastamento aumentou o entrosamento entre eles, e trouxe novas ideias de relações interpessoais. Antes, um grupo de desconhecidos, e agora uma rede de amigos.

Sim, seria possível manter essa confiança!, pensou Anna. Não havia motivos para preocupações, estaria tudo bem dali em diante.

12e_ql_larg_reallyverysmlSerá…?

Diante dessa perspectiva tranquila, Anna nem fazia ideia do que estava prestes a ouvir de seus pais, uma semana após o passeio com Saulo. Depois que ouviu, só pôde exclamar, chocada:

— Como assim, vamos nos mudar da cidade… De novo?

E pronto, a ideia de que tudo poderia ficar como estava mais uma vez foi trocada pela ideia de incertezas pela frente.

(Continua…)


by ClaMAN

P.S.1: Está acabando…

P.S.2: Calendário de publicação. Ignorem o fato de que esse capítulo saiu com um dia de atraso.

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P.S.3: O que esperar para o último capítulo? Nem eu sei…

P.S.4: Assim como não fizemos postagem para o dia das mães, não esperem por postagem especial de sexta-feira 13.

Autor: ClaMAN

Animes? Assisto, mas a maioria ou é de romance ou é de fantasia ou é de vida cotidiana. Jogos? Jogo, mas meu jogo preferido é um simulador de ônibus, e os outros não são populares. Livros? Li alguns e escrevo histórias (que parecem fanfics) de vez em quando. No resto do tempo, sou um estudante "normal" de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (vulgo "Programação"). Prazer.

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