Um Dia das Bruxas no Brasil atual

Bruxas? Doces ou travessuras? Abóboras? Nada disso – aqui é Brasil!

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Gostosuras ou travessuras? Hoje é Dia das Bruxas, o dia considerado por alguns como o mais assustador do ano (outros já consideram que dias assustadores são os dias de resultados de provas, dia de recebimento de contas, e por aí vai). Fantasias de criaturas horripilantes, abóboras e decorações aterrorizantes, além de doces (ou travessuras) completam o cenário para mais um Halloween.

Olha essa decoração. Bem halloweenesca, não é?

Claro que isso é só nos EUA e outros países com essas tradições. Nossa tradição brasileira (que tentou chamar o dia de hoje em Dia do Saci) faz uma ou outra festinha à fantasia, uma ou outra promoção “monstruosa” e várias críticas de religiosos a uma data aparentemente ligada ao satanismo. Ou seja, mais um dia comum.

Mas somos brasileiros, afinal – e isso inclui nossa capacidade de zoar qualquer coisa! Incluindo nossos políticos e governantes…

Temos um presidente vampiresco que hora ou outra suga o sangue e os direitos de umas pessoas…

Daria um bom vilão de filme de terror.

Temos uns ministros federais que às vezes nos assustam com suas declarações e aparência (e também pela roupa que parece capa de bruxo)

Outro que daria um bom vilão.
BU!

Não poderíamos esquecer também de cada notícia que nos atinge com um susto e um terror estremecedor…

Essa é pra matar… Com facadas sucessivas no bolso.

Como essa postagem ficou mais assustadora do que eu pensei… Melhor parar por aqui. Antes que alguém realmente morra depois de tanto susto.

ClaMAN

Agradeço ao Sensacionalista pela inspiração.

P.S.: Deveria ter colocado um aviso sobre conteúdo aterrorizante.

B Ô N U S :

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31 de Outubro e mais seres sobrenaturais (de animes) que parecem crianças

Criaturas sobrenaturais, muitas delas com mais de um século de vida… Mas com carinha de crianças! Só em animes…

Hoje é o Dia das Bruxas, ou Halloween (para os gringos)!

Nada melhor que uma imagem de Marisa Kirisame, feiticeira de Touhou, como representante do dia de hoje. Arte por Chiroru (Cheese-roll)

Nos EUA, principalmente, hoje é dia de crianças se fantasiarem de fantasmas, bruxas, vampiros, monstros e outras esquisitices para pedirem doces por aí. Como eu já disse (e não terminei) em outra postagem, mesmo que os japoneses não pareçam ter essa mesma tradição, tem inúmeros casos de seres sobrenaturais representados com aparência infantil em animes, mangás e afins. Muitas vezes, esses personagens na verdade já tem mais anos de vida do que a Guerra dos Cem Anos (que durou 117 anos). Vamos ver mais 3 deles (ou delas, melhor dizendo):

Krul Tepes – Owari no Seraph

Pose e circunstância. Arte por Manami Tatsuya.

Assim como as três anteriores, ela também é uma vampira. Também parece uma garota pré-adolescente (mesmo que sua idade seja estimada em mais de 1200 anos (segundo a Wiki)). Também é orgulhosa e sente-se superior (embora ela tenha razões para ser superior: no mundo de Owari no Seraph, ela é a vampira rainha do Japão (após um vírus que matou muita gente e tals)). (Será que tem algum motivo para vampiras serem retratadas como garotas pré-adolescentes? Isso é um assunto digno de postagem futura)

Naruse Maria – Shinmai Maou no Testament

Parece uma garota adorável… Arte por Nozomi Tsubame.

Essa carinha inocente e aparência de menina recém saída da infância, na verdade, é só disfarce para uma demônio (para ser mais específico, uma súcubo), com a mente mais pervertida que muito personagem de anime harém por aí. Ela vive provocando e incitando os personagens da história, e não perde oportunidade para usar suas magias e contratos (eróticos na maior parte do tempo) (e ainda filma os “processos”).

Higashihongan Sanae – Rokujouma no Shinryakusha!?

Uma companheira de quarto do além. Arte por Peeyu.

Um jovem estudante consegue alugar um pequeno apartamento por um preço bom até demais. O problema é que ele não demora muito para descobrir que o quarto dele é assombrado por essa fantasma aí de cima, que quer a todo custo que ele (ou qualquer outro inquilino) saia daquele local (depois eles viram amigos). Fora isso, uma sacerdotisa de uma tribo estranha, uma alienígena e uma garota mágica também estão de olho no mesmo quarto, mas aí passa de assombração para harém.

Essas são só algumas personagens… O mundo dos casos em que as aparências enganam é muito mais vasto.

ClaMAN

P.S.: Daqui a pouco tem mais Halloween. Sem ser de anime.

B Ô N U S :

Bakemonogatari de novo (aproveitando que o assunto é fantasmas): essa é Hachikuji Mayoi, uma assombração “perdida” (assista para entender). Seu passatempo preferido é falar errado (sem ser de propósito) o nome do protagonista. Arte por Ogipote.

Diário (inútil) do ClaMAN #9

Diário #9 e os vícios do ClaMAN (que não envolvem fazer postagens, obviamente).

Cá estamos nós (ou apenas eu), após dezessete dias de ausência, para mais uma edição desse diário que nunca teve propósito de ser um diário.

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Xin Hua (mais uma cantora virtual de Vocaloid), não está comendo tangerina e nem cria ondinhas de luz e coraçõezinhos enquanto escreve. Arte por Qian Wu Atai.

Bem, enfim, como vão? O tempo anda escasso, como todo fim de ano, cheio de afazeres, estudos e procrastinação outras coisas. Isso acaba piorando quando se adquire uns vícios novos…

  • Vício em ler mangás: Problemas de som no meu computador estão me impedindo de assistir animes, então resolvi tirar o atraso e ler os mangás que estavam na minha pilha de leitura. Agora tornou-se normal ficar acordado até tarde lendo… Ainda mais com o lançamento da novel de Re:Zero…
  • Vício em estudar Python: Existe uma linguagem de programação chamada Python (que, de cobra, não tem nada) que vem se popularizando por aqui. Acabei estudando até demais essa linguagem (estou quase traindo o Java) e esquecendo de outras coisas.
  • Vício em tocar na igreja: Isso não se encaixa em um vício, mas sim em um hobby que virou um serviço (voluntário). A questão é que, graças a esse dom (dom?), eu acordo cedo praticamente todo domingo. Bem, ainda não reclamo.
  • Vício em dormir: Nada melhor do que, quando arranjo tempo entre mangás para ler, missas para tocar e programas a codar, cair na cama e dormir.
Boa noite. Arte por Zetsuriinu.

Até amanhã. Teremos especial de Halloween sim.

ClaMAN

P.S.: Não queria fazer um diário de Halloween – mas, por sorte, consegui publicar isto antes da meia-noite.

Sexta-feira 13 e seres (de animes) que parecem crianças

Um dia depois do Dia das Crianças… Seres sobrenaturais que só parecem crianças

A segunda sexta-feira 13 de 2017. Mais um dia para quem sofre de parascavedecatriafobia ter problemas, um dia considerado de azar para alguns (e de sorte para outros, como habitantes da Itália) e, enfim… Uma sexta-feira pós-feriado.

Sorria, pois é sexta-feira 13

Hoje, como sempre, é dia de falar de coisas sobrenaturais, talvez aterrorizantes. Vampiros, súcubos, fantasmas… Animes, assim como outras mídias, trazem esses tipos de figuras tenebrosas de montes, mas talvez não em uma forma convencional… Como ontem foi dia das crianças, aqui estão 2 personagens de animes que parecem crianças, mas provavelmente são mais velhas que sua avó.

Oshino Shinobu – Bakemonogatari

Nem parece uma criatura sobrenatural, não é? Arte por “Is II”.

Essa garotinha inocente que usa óculos de aviação e adora donuts não parece, mas tem 300 anos de idade (ou mais) e é uma vampira realmente poderosa (cujo nome completo, quase impronunciável, é Kiss-shot Acerola Orion Heart Under Blade). O problema é que ela acabou perdendo seus poderes e sua forma original (que não é nem um pouco infantil). Mesmo parecendo ter apenas 12 anos (+ ou -), tem um orgulho próprio imenso.

Flandre e Remilia Scarlet – Touhou Project

Uma controla o destino, a outra destrói coisas… Quer irmãs vampiras mais agitadas que essas duas? Arte por Amakaze Sora.

Essas duas você já deve ter visto: duas irmãs vampiras, a mais velha (Remilia, à esquerda) tem 500 anos e a mais nova (Flandre, à direita) tem “apenas” 495. Claro que a aparência das duas também é bem infantil (11 anos, por aí), e a atitude (uma tem um carisma gigante, a outra quer apenas brincar) não ajuda a pensar na real idade delas. Como nota, uma tem a habilidade de controlar o destino, e a outra… Destruir coisas.

ClaMAN

P.S.: Parte 2 amanhã. Ou não.

Momento história: A Independência do Brasil

A história da Independência do Brasil como você aprendeu… E a que você não sabia.

Sete de Setembro, data tão festiva, foi a independência dessa terra tão querida… Hoje (feriado emendado, por sinal) é a comemoração de 195 anos da proclamação da Independência do Brasil, que foi feita por Dom Pedro I em 7 de Setembro de 1822.

Ok, mas… Por quê independência? De quem? O que aconteceu? Se você está pensando nesses “por quês”, hora de ler nosso Momento História de hoje (explicado por um cara que nem sabe de história o suficiente além das que ele (acha que) escreve).

*vinheta de introdução (se isso fosse um vídeo)*

A Independência do Brasil como eles queriam que você pensasse que foi. Quadro “Independência ou Morte”, por Pedro Américo, 1888, óleo sobre tela, 415 x 760 cm.

Essa história começa pouco mais de dois séculos (+ de 200 anos) atrás (um pouco depois que Tiradentes morreu). Para ser mais exato, em 1808. Até então, o Brasil era só uma colônia que Portugal só lembrava na hora de levar embora ouro e impostos, mas chegou um dia que Napoleão Bonaparte estava invadindo tudo na Europa. A solução óbvia para a Corte Portuguesa? Fugir para a “colônia” (Brasil) com todas as riquezas e as pessoas importantes (15 mil) e estabelecer aqui a Coroa, com um financiamento inglês (e quem acabou devendo pagando foi o Brasil, já independente) e largando os portugueses indefesos lá mesmo.

Nobreza é nobreza, não importa a época nem o local. Na calmaria estão por cima, na hora do aperto se escondem e inventam desculpas…

Por aqui, invadiram casas no Rio de Janeiro (“Teria a honra de dar sua moradia para a Coroa? Sim? Obrigado!”), deram títulos de nobreza pra todo mundo (que fosse rico), abriram os portos (para a aliada Inglaterra) e, em geral, adotaram nosso país como casa. A parte boa? Construíram estradas, escolas, permitiram fábricas e ainda criaram o Banco do Brasil (desde 1809 com você).

E você achava que eles, na verdade, não tinham criatividade pra escolher um nome de impacto…

Assim foi, foram passando os anos… D. Maria (Rainha de Portugal (embora nem governasse mais por causa de problemas mentais)) morreu em 1815, e D. João VI passou a governar por aqui… Até 1820, quando Napoleão já foi derrotado e os portugueses já estavam cansados de ver seu rei fugido, e estavam quase pedindo independência (hã?). Em 1821 (sim, antigamente as coisas tinham um intervalo grande), D. João VI finalmente retorna a Portugal, deixando D. Pedro (com 23 anos na época) como príncipe regente da colônia.

“Se é para o bem de todos (os nobres) e felicidade geral da nação (dos nobres), diga ao povo (os nobres) que fico!”.

Nisso, já tinha gente (fazendeiros, coronéis e afins) querendo aproveitar a chance pra se livrar do domínio de Portugal, mas queriam uma coisa limpa, sem luta armada (porque outros países latinos lutaram e sofreram muito pra serem independentes). Se D. Pedro ajudasse, poderia ser o rei do novo país (porque outros países latinos viraram repúblicas logo depois de se tornarem independentes – o iluminismo estava em alta). Dom João VI, ao saber disso (notando que não foi uma boa ideia largar o filho sozinho aqui) mandou uma carta pra Dom Pedro voltar pra Portugal. O povo daqui reclamou e, nisso, aconteceu o Dia do Fico. A coroa ainda pensou, desistiu de mandar exército pra cá (viagem de navio, na época, era horrível)…

Eu tentei achar uma interpretação mais realista da cena da independência, mas não encontrei.

Mas ficou pressionando D. Pedro que, estressado, voltando de viagem (tinha descido até Santos), em roupas comuns e sujas (nada de traje pomposo) parando às margens (ou a 1 Km delas) do rio Ipiranga com sua comitiva (pequena) andando em mulas (cavalos não aguentavam subir a serra), provavelmente depois de ter “se aliviado” (leia-se: usado o banheiro (que na época era qualquer matinho), cansou do seu pai (D. João) e falou que estava rompendo os laços com Portugal e faria o Brasil livre (depois de ler documentos que a Imperatriz Leopoldina já tinha preparado decretando oficialmente isso). Depois que veio a frase “Independência ou Morte”.

Bandeira do Brasil pós-Independência: de colônia para império, de dependente para… Único país com monarquia depois de uma independência e ainda com uma crise financeira.

E depois? Teve todo o processo legal (burocrático), onde D. Pedro I tornou-se Imperador, suprimiu umas revoltas de uns apoiadores de Portugal, fez uma dívida com a Inglaterra pra pegar um empréstimo para pagar Portugal para que eles reconhecessem nossa independência (e você pensava que dívidas do Estado eram coisas modernas, não é?)… Para os nobres e latifundiários, agora era mais fácil fazer comércio e ainda tinham a vantagem de não ter que pagar mão de obra (a escravatura foi mantida). Para o resto do povo… Nada mudou. Como sempre.

Monumento à Independência, em São Paulo (SP). Mais um monumento para celebrar um momento que não foi tão épico quanto se imagina.

E essa é a história da Independência do Brasil, para você ver que é bom saber a história para ver que nem tudo é bonito e heroico quanto se conta nos livros e na televisão, e para notarmos que, desde nosso descobrimento, o país inteiro é sempre negociado pra lá e pra cá por questões políticas e econômicas, que parecem estar sempre acima do que o povo realmente precisa. Ah, se os governantes fossem pobres…

ClaMAN

P.S.1: A próxima “aula” acontece dia 15 de novembro e narra um fato que aconteceu 67 anos depois da Independência: a Proclamação da República.

P.S.2: Meu teclado está com o Enter e o Backspace falhando. Foi complicado escrever essa postagem.

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Algumas verdades da vida #4

Dormir bem, que mal tem?

Dormir demais (mais que 8 horas) não é a solução perfeita para deixar de acordar cansado. A resposta para isso é: dormir direito.

Se você dormir pouco, vai acordar cansado e querendo dormir mais. Se você dormir muito, vai acordar mole e com preguiça, provavelmente querendo voltar a dormir. Dormir exatamente oito horas talvez não seja o tempo certo de sono para você. Então não sei.

ClaMAN

P.S.1: Gatos podem dormir cerca de 20 horas por dia (ou mais). Enquanto isso, pessoas atarefadas dormem menos que 6 horas.

P.S.2: Ficar sem dormir por mais de dois dias seguidos pode causar alucinações, trazer problemas de memória e bagunçar seus hormônios (no mínimo). Na dúvida, durma pelo menos uma vez por dia #ficaadica.

P.S.3: Só pra não perder o costume, antes de ir dormir…

Anime: Gamers!

Fibonacci (e um trauma)

Fibonacci e programação – a matemática e como fazê-la funcionar direito em um programa.

A famosa Sequência de Fibonacci é uma sequência de números inteiros, que foi primeiramente descrita por Leonardo de Pisa (um matemático italiano que, como a maioria dos matemáticos, não tinha mais o que fazer além de falar de fórmulas, sequências, números e tals).

Leonardo de Pisa, ou Leonardo Fibonacci. Celebridade do século XII, talvez?

Enfim, a sequência de Fibonacci tem uma lógica: começa em zero, depois vem um, depois começa a soma do número atual com seus dois antecessores.

Se não entendeu, aqui um desenho (para matemáticos):

Se ainda não entendeu, uma demonstração:

0,1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89,144,233,377,610,987,1597,2584,...

Enfim, isso é Fibonacci. Matemáticos de plantão vão achar isso lindo. Porém, se você é um programador (como eu) e precisa de um método eficiente… Problemas à vista: se alguém tentar programar isso usando o jeito recursivo (leia-se: fácil), vai demorar até o computador calcular, dependendo do número que for pedido. O jeito iterativo (leia-se: médio) resolve isso mais rápido, mas é mais complicado de programar. E tem a solução com matrizes… (leia-se: complicado para um cara que só passou nessa matéria durante o ensino médio por piedade do professor).

É isso que acontece no seu computador quando você tenta usar Fibonacci recursiva.

Por problemas que passei ao tentar implementar essa sequência em um programa (e falhei), atualmente prefiro passar longe de programas que citem Fibonacci. Fatorial também, mas aí é um caso menos grave.

ClaMAN

P.S.: Isso é uma das coisas que se aprende em programação: hora ou outra aquelas fórmulas e conceitos matemáticos do ensino médio vão ressurgir…

P.S.2: Exceto grafos. Grafos só surgem mesmo. De qualquer maneira, é preciso lidar com eles na marra (mais matrizes…)

Apresento, para quem nunca viu, um grafo.

P.S.3: Essa postagem ficou muito preto-e-branco.