Dia das Crianças e Doces para Crianças

Doces e crianças: sempre andam juntas por quê?

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Criança feliz, feliz a cantar, alegre a embalar seu sonho infantil…

Hoje, 12 de outubro, é (ou foi) dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil (ou seja, montes de pessoas foram em romaria para Aparecida do Norte, SP). Esse dia é feriado desde 1980 (por causa de Nossa Senhora) mas, em um país cuja população católica vem caindo (57% em 2013), todo mundo acha que a razão do feriado é outra: o dia das crianças, instituído em 1924.

Enfim, vamos falar de crianças (afinal, eu tento agradar os leitores, independentemente da religião). E, como visto na imagem no topo da postagem, doces parecem ter tudo a ver com crianças.

Crianças podem ser mais associadas a doces, mas isso é delícia pra qualquer idade.

Coisas doces são apreciadas já pelos mais novos (bebês), então o vício interesse começa aí. Dão energia pra caramba (carboidratos). Liberam hormônios da felicidade (principalmente chocolate – quer coisa melhor que chocolate?). Para seres pequenos que só sabem gritar, rir, brincar, comer (e dormir quando a energia acaba)

Não dê café para essa menina. A humanidade agradece.

Afinal, para qualquer pessoa com menos de 13 anos de idade, a vida ainda é (e deveria ser) doce. Problemas (cáries, obesidade infantil, diabetes) podem (mas não devem) ficar para depois. O que importa é ser feliz.

Então, se você é uma criança (ou pensa como uma) (ou se comporta como uma), aproveite umas balinhas (amanhã, porque agora (23:50) está tarde e é hora de boas crianças estarem na cama) e uns bombons (mas com moderação, para evitar problemas mais tarde (repito: cáries, obesidade infantil, diabetes).

Nota: esses meninos escovaram os dentes depois de chupar esses pirulitos.

Aproveite o (que sobrou do) Dia das Crianças, e que Nossa Senhora Aparecida te abençoe (seja você católico ou não).

ClaMAN

P.S.: Postagem em cima da hora só para animar o blog que anda bem parado.

B Ô N U S :

Oshino Shinobu, de Bakemonogatari. Arte de Lucknight. Mais sobre ela amanhã, mas já adianto que ela não é bem uma criança (por idade), mas adora donuts.

Momento história: A Independência do Brasil

A história da Independência do Brasil como você aprendeu… E a que você não sabia.

Sete de Setembro, data tão festiva, foi a independência dessa terra tão querida… Hoje (feriado emendado, por sinal) é a comemoração de 195 anos da proclamação da Independência do Brasil, que foi feita por Dom Pedro I em 7 de Setembro de 1822.

Ok, mas… Por quê independência? De quem? O que aconteceu? Se você está pensando nesses “por quês”, hora de ler nosso Momento História de hoje (explicado por um cara que nem sabe de história o suficiente além das que ele (acha que) escreve).

*vinheta de introdução (se isso fosse um vídeo)*

A Independência do Brasil como eles queriam que você pensasse que foi. Quadro “Independência ou Morte”, por Pedro Américo, 1888, óleo sobre tela, 415 x 760 cm.

Essa história começa pouco mais de dois séculos (+ de 200 anos) atrás (um pouco depois que Tiradentes morreu). Para ser mais exato, em 1808. Até então, o Brasil era só uma colônia que Portugal só lembrava na hora de levar embora ouro e impostos, mas chegou um dia que Napoleão Bonaparte estava invadindo tudo na Europa. A solução óbvia para a Corte Portuguesa? Fugir para a “colônia” (Brasil) com todas as riquezas e as pessoas importantes (15 mil) e estabelecer aqui a Coroa, com um financiamento inglês (e quem acabou devendo pagando foi o Brasil, já independente) e largando os portugueses indefesos lá mesmo.

Nobreza é nobreza, não importa a época nem o local. Na calmaria estão por cima, na hora do aperto se escondem e inventam desculpas…

Por aqui, invadiram casas no Rio de Janeiro (“Teria a honra de dar sua moradia para a Coroa? Sim? Obrigado!”), deram títulos de nobreza pra todo mundo (que fosse rico), abriram os portos (para a aliada Inglaterra) e, em geral, adotaram nosso país como casa. A parte boa? Construíram estradas, escolas, permitiram fábricas e ainda criaram o Banco do Brasil (desde 1809 com você).

E você achava que eles, na verdade, não tinham criatividade pra escolher um nome de impacto…

Assim foi, foram passando os anos… D. Maria (Rainha de Portugal (embora nem governasse mais por causa de problemas mentais)) morreu em 1815, e D. João VI passou a governar por aqui… Até 1820, quando Napoleão já foi derrotado e os portugueses já estavam cansados de ver seu rei fugido, e estavam quase pedindo independência (hã?). Em 1821 (sim, antigamente as coisas tinham um intervalo grande), D. João VI finalmente retorna a Portugal, deixando D. Pedro (com 23 anos na época) como príncipe regente da colônia.

“Se é para o bem de todos (os nobres) e felicidade geral da nação (dos nobres), diga ao povo (os nobres) que fico!”.

Nisso, já tinha gente (fazendeiros, coronéis e afins) querendo aproveitar a chance pra se livrar do domínio de Portugal, mas queriam uma coisa limpa, sem luta armada (porque outros países latinos lutaram e sofreram muito pra serem independentes). Se D. Pedro ajudasse, poderia ser o rei do novo país (porque outros países latinos viraram repúblicas logo depois de se tornarem independentes – o iluminismo estava em alta). Dom João VI, ao saber disso (notando que não foi uma boa ideia largar o filho sozinho aqui) mandou uma carta pra Dom Pedro voltar pra Portugal. O povo daqui reclamou e, nisso, aconteceu o Dia do Fico. A coroa ainda pensou, desistiu de mandar exército pra cá (viagem de navio, na época, era horrível)…

Eu tentei achar uma interpretação mais realista da cena da independência, mas não encontrei.

Mas ficou pressionando D. Pedro que, estressado, voltando de viagem (tinha descido até Santos), em roupas comuns e sujas (nada de traje pomposo) parando às margens (ou a 1 Km delas) do rio Ipiranga com sua comitiva (pequena) andando em mulas (cavalos não aguentavam subir a serra), provavelmente depois de ter “se aliviado” (leia-se: usado o banheiro (que na época era qualquer matinho), cansou do seu pai (D. João) e falou que estava rompendo os laços com Portugal e faria o Brasil livre (depois de ler documentos que a Imperatriz Leopoldina já tinha preparado decretando oficialmente isso). Depois que veio a frase “Independência ou Morte”.

Bandeira do Brasil pós-Independência: de colônia para império, de dependente para… Único país com monarquia depois de uma independência e ainda com uma crise financeira.

E depois? Teve todo o processo legal (burocrático), onde D. Pedro I tornou-se Imperador, suprimiu umas revoltas de uns apoiadores de Portugal, fez uma dívida com a Inglaterra pra pegar um empréstimo para pagar Portugal para que eles reconhecessem nossa independência (e você pensava que dívidas do Estado eram coisas modernas, não é?)… Para os nobres e latifundiários, agora era mais fácil fazer comércio e ainda tinham a vantagem de não ter que pagar mão de obra (a escravatura foi mantida). Para o resto do povo… Nada mudou. Como sempre.

Monumento à Independência, em São Paulo (SP). Mais um monumento para celebrar um momento que não foi tão épico quanto se imagina.

E essa é a história da Independência do Brasil, para você ver que é bom saber a história para ver que nem tudo é bonito e heroico quanto se conta nos livros e na televisão, e para notarmos que, desde nosso descobrimento, o país inteiro é sempre negociado pra lá e pra cá por questões políticas e econômicas, que parecem estar sempre acima do que o povo realmente precisa. Ah, se os governantes fossem pobres…

ClaMAN

P.S.1: A próxima “aula” acontece dia 15 de novembro e narra um fato que aconteceu 67 anos depois da Independência: a Proclamação da República.

P.S.2: Meu teclado está com o Enter e o Backspace falhando. Foi complicado escrever essa postagem.

Continue Lendo “Momento história: A Independência do Brasil”

Outro sentido de músicas folclóricas #3

Boi da cara preta, Fui no Itororó… Você já parou pra pensar direito nessas músicas?

Antes que você questione o 3 no título, essa “série” é tão velha quanto o blog. Reveja a parte 1 e a parte 2, se quiser (não recomendo).

Pronto, já falo o tema do post.

O folclore nacional compreende mitos, lendas, cantigas, brincadeiras, simpatias e qualquer coisa que o povo inventou (e continua inventando) para explicar coisas que parecem sobrenaturais que não entendem ou apenas para educar as crianças por meio de traumas.

Hoje é um dia ótimo para falar de músicas e canções folclóricas brasileiras e, além de falar, perceber que, de normais, elas não tem nada…


A primeira de hoje é mais uma clássica canção de ninar:

Legítimo boi da cara preta.

Boi, boi, boi

Boi da cara preta

Pega essa criança

Que tem medo de careta

Normalmente, canções de ninar são ouvidas quando a criança ainda não tem capacidade de discernimento. Por isso ela não percebe que isso não é uma cantiga, é uma ameaça.

Para começar, já coloca a criança em situação de inferioridade por ter medo de careta. Medos são coisas comuns e irracionais, tem gente que tem medo de palhaços, tem gente que tem medo do número 666… Se alguém tem medo de careta, quem somos nós para julgar? Em seguida, chama o tal “boi da cara preta” para pegar a criança. Será um boi mesmo? Será que ele é do mal (racismo com a cor da face do bovino)? Fica aberto para debates se não é uma gíria para alguém que pode “pegar” a criança.


A próxima é uma música que entra mais como tema infantil do que canção folclórica mesmo, mas vale:

Fonte do Itororó, em Santos – a autêntica, recuse imitações

Fui no Itororó beber água não achei
achei bela morena que no Itororó deixei

Aproveite, minha gente, que uma noite não é nada
Se não dormir agora, dormirá de madrugada

Ó dona Maria, Ó Mariazinha,
entrarás na roda e dançarás sozinha

Sozinha eu não danço nem hei de dançar
porque eu tenho o fulano para ser meu par

A primeira parte da música é uma situação que pode ser comum em alguns lugares do Brasil: falta de água. Porém, rapidamente o tema foge do fato que o eu lírico (narrador, a pessoa que foi no Itororó beber água) não achou água no Itororó mas achou uma bela morena que lá deixou.

1º Como alguém deixa uma moça numa fonte, rio ou o que quer que seja? Será relacionada à época da escravidão, e o eu lírico deixou-a presa?

2º Como uma pessoa deixada em uma fonte, rio ou o que quer que seja ficou lá até o desumano do eu lírico voltar lá? E o pior: ele nem foi para buscá-la, foi só beber água!

As primeiras 2 linhas deixam essas questões socioculturais para debatermos. As 2 seguintes parecem referência a “escapadas” noturnas.

Os últimos quatro versos, assim como outras músicas folclóricas, ensinam a crianças o que é bullying (isolam a tal Mariazinha na roda por ela não ter um par) e também incitam ao machismo (pois ela, em vez de mostrar que pode se virar sozinha, escolhe um fulano qualquer como par, ficando dependente dele para ser bem vista pela sociedade opressora).


Não é porque é folclore que é antigo: folclore é atual, está ligado a problemas recentes da sociedade. Porém, nem todas as lições do folclore são boas (machismo, egoísmo, bullying, violência a animais são alguns exemplos). Na dúvida, ensine crianças a tocarem (apenas instrumental), não a cantarem essas músicas.

ClaMAN

P.S.: Na próxima postagem da série: o controverso poeminha “Batatinha quando nasce”, a cruel cantiga “Sambalelê” e a estranha “Borboletinha lá na cozinha”. Me lembrem disso ano que vem.

P.S.2: A cada postagem dessa série, o nível de “outros sentidos” nas músicas piora.

Diário (inútil) do ClaMAN #7

Agosto, mês em que vejo um monte de aniversariantes e coisas relacionadas a aniversários.

Já passamos do meio do mês de agosto, então é o momento certo para publicar o único diário que é postado mensalmente.

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Sakurauchi Riko de Love Live, não escreve essa postagem em uma praça durante o outono e nem tem um sorriso tão brilhante. Arte por Marshall

Como já passamos do meio de agosto, muita coisa que volta em agosto (aulas, trabalhos, feriados, séries, atrasos em tradução de animes) já voltou ou está voltando aos poucos…

Exceto meu tempo livre. Esse só diminui.

Minha criatividade também não anda se manifestando tanto.

Porém, se tem uma coisa que estou vendo de monte nesse mês são aniversários (incluindo o meu)(pais, o que vocês fizeram entre novembro e dezembro?). Aniversários também são relacionados a…

Festinha de aniversário 2D. De novo, o anime é Love Live, arte por Qianqian.
  • Festas (sejam elas infantis (com montes de crianças berrando), familiares (com parentes próximos… Ou não), de jovens (e aquela infame versão do “Parabéns pra você” regada a música até tarde) ou de debutantes (nem comento). Convites não inclusos.
  • Privilégios por conta da idade (passou de 13, é adolescente… Passou de 18, já pode ser preso e dirigir… Passou de 21, já é responsável pelos próprios atos…)
  • Presentes (de lembrancinhas a coisas caras, de coisinhas inúteis (como esse blog) a coisas de qualidade e utilidade)… Dependem de quem dá.
  • Bolo.

Bolo, por sinal, normalmente é aquele bolo confeitado, recheado e delicioso, com velinhas em cima. E aqui eu fecho a postagem com essa imagem de velinhas para quem já nem conta mais a idade:

Aquelas velinhas para te lembrar que, se tem algo que aumenta com um aniversário, é a idade.

(TRADUÇÃO: “Quem está contando velinhas? Você está velho”)

ClaMAN.idade ++

P.S.: Tento animar as coisas por aqui na próxima semana. AnimeRelacionado? Talvez.

P.S.2: A idade física aumenta, mas a altura continua igual e a idade mental diminui…

P.S.3: Aceito sugestões de postagem como presente. Ou comida.

Músicas para o Dia dos Pais

Quatro músicas para o dia dos pais que falam sobre pais.

Como eu não poderia deixar de comentar, hoje é Dia dos Pais. Assim como no Dia das Mães, hoje é um dia para ver pessoas comprando presentes de última hora, telemensagens, montes de lembrancinhas em montes de lugares (escolas e igrejas são os mais comuns) e, principalmente, músicas que citam figuras paternas.

Como se seu pai não tivesse enjoado delas ainda, vamos à lista de hoje.

Começamos com uma clássica, do Fábio Jr: Pai (que falta de criatividade pra nome, não é?)

Cantor popular, música popular. Duvido que você nunca tenha ouvido ela.

A próxima é a música Utopia, do Pe. Zezinho (embora tenha umas versões do Pe. Fábio de Melo).

Essa traz memórias a alguns filhos… Não fala muito de pai, especificamente, mas fala de família, e fala umas coisas bem bonitas. (Nota: não deixe de ouvir só porque você é evangélico ou de outra religião e quem canta é um padre)

Seguindo e voltando para o popular, temos a música “11 vidas” do Lucas Lucco.

Nunca tinha ouvido essa, mas a letra é ótima para um dia como hoje.

Para finalizar, uma sertaneja do Rick e Renner (essa dupla ainda existe?): Mais que pai e filho

Lembrando que, segundo a tradição capitalista nos lembra, mais do que carinho, amor e amizade entre pais e filhos, é necessário comprar presentes para ele. Se não comprou ainda, talvez o capitalismo não deixe você demonstrar que ama seu pai apenas com essa coletânea de músicas.

Enfim, Feliz Dia dos Pais!

ClaMAN

P.S.: Se quer ver como o povo tem criatividade para celebrar a relação pai-filho, sugiro essa matéria.

P.S.2: Sim, as duas últimas músicas são só pra preencher a postagem.

P.S.3: A postagem anterior foi a nº 1000 desse blog, então essa postagem de agora é como Bombril e como os pais: tem 1001 utilidades.

Diário (inútil) do ClaMAN #6 – Dia do Amigo

Tipos de amigos – ótimo assunto para o Dia do Amigo.

Hoje é dia de interromper minhas férias do blog mais uma vez para escrever esse negócio que na verdade é mais uma lista do que um diário (que é mensal, mas não importa).

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Sophina (de Ange Vierge) e ele não escreve livros mágicos, runas ou coisas semelhantes. Arte por Sakuragi Ren.

E hoje também é dia do amigo, dia de ouvir aquela música do Criança Esperança e aquela outra música do Milton Nascimento. Se ainda não viu, temos postagens sobre esse dia: uma aqui, outra aqui, mais uma aqui.

Grupo de amigos jogando juntos. Anime: Genshiken.

Enfim, não sei se conheço alguém que não tenha amigos. Amigos fazem parte da nossa vida assim como comida: uns são muito legais, e tem outros que, depois de um tempo, você descobre que te deixam mal… Enfim, amigos vem em vários momentos da vida e amizades podem ser de muitos tipos:

  • Colegas: o primeiro passo antes de qualquer amizade. Não são tão próximos, às vezes não tem muito assunto em comum, mas de alguma maneira muitas vezes estão no mesmo círculo social (mesma classe, grupo de trabalho, setor/departamento, etc).
  • Meio-irmãos: Vivem juntos, estão sempre conversando e/ou brigando, mas se conhecem como se fossem da mesma família há anos. Podem ser amigos de infância.
  • “Amigos”: Falam como se adorassem um ao outro, mas quando viram as costas, ai dos outros conhecidos que precisam aguentar as críticas ao “amigo” alheio… Geralmente escondem-se sob frases de “Melhores Amigos para Sempre”.
  • Amigos por favores: Só lembra da “amizade” quando precisa de alguma coisa (algo emprestado, por exemplo) ou quer que você resolva algum problema (que a pessoa sozinha não consegue resolver e você consegue). No resto do tempo, nem se lembra de sua existência.
  • Bem que podia ter alguma coisa a mais…: Pessoas que são bem próximas e tem uma boa intimidade (normalmente de sexos opostos, mas não é regra), porém uma delas (ou as duas, vai saber) sente “algo a mais” pela outra e gostaria que essa amizade se transformasse em um romance. Quando não é recíproco, resulta em friendzone.
  • Tem alguma coisa a mais: Pessoas que são bem próximas e tem uma boa intimidade (normalmente de sexos opostos, mas não é regra). Seria idêntico ao tópico acima, só que essas pessoas já fizeram “algo a mais” e mantém uma amizade porque tem um estilo de vida liberal (ou não querem assumir compromisso).

Poderia falar de mais tipos de amigos (como alguns mais sinceros), mas ainda estou de férias do blog.

ClaMAN

P.S.: Eu disse a mesma coisa há uns 3 anos, mas repetirei:

NOTA: Fazer postagem sobre amigos de infância em animes (osananajimi) no ano que vem.

P.S.2: Também já disse isso há uns anos atrás, mas eu não tenho muitos amigos (só 250 no Facebook (desse tanto aí, só uns 10 são amigos próximos) ).

P.S.3: Como estão curtindo as férias? Com seus amigos? Enquanto isso, eu estou dirigindo ônibus (sozinho), como sempre.

Dia do Rock (dessa vez temos mais vídeos do que em 2016)

Quatro (e mais uma bônus) músicas para mostrar (de novo) diversos lados do rock.

Rockeiros de plantão, comemorem: hoje é o dia do estilo que vocês tanto amam. Enquanto isso, para os fãs de sertanejo, funk, axé, samba, pop… Aguentem seus vizinhos rockeiros ouvirem Dawn of Victory ou outras coisas mais “barulhentas” o dia todo.

This is Rock, baby! Kantai Collection, arte por Darkside.

Enfim, como minha preferência pende mais para o rock do que para outros estilos, aqui está a tradicional postagem sobre o Dia Mundial do Rock. Aumente o volume.


Para começar a postagem, sempre mostrando que o Utilis Inutilis sempre está a par das notícias sobre o Brasil, essa música nacional que sempre representa tão bem nossos políticos…

Now Playing: Que País é Esse – Legião Urbana

Se puderem, ouçam também essa versão ao vivo do Capital Inicial.

A segunda música é outra clássica do rock, para aqueles que dizem que o rock cultua demônios, só fala do inferno e tals. Entendam que não é bem assim (senão não existiria rock gospel). Também se fala de sentimentos, de amor…

Now Playing: November Rain – Guns N’ Roses

Na verdade, eu colocaria aqui Stairway to Heaven, do Led Zeppelin, mas acho que November Rain é mais tocante.

Vamos à terceira música do dia: para aqueles que ainda não toleram rock de jeito nenhum (por achar que é igual a gritos, batidas ensurdecedoras e guitarras em solos estridentes) entendam que rock é diferente de heavy metal. O segundo é uma vertente do primeiro e, mesmo assim, não significa barulho infernal. Temos um estilo formado de muitos estilos e com muitas músicas distintas dentro dele…

Now playing: Imagine – John Lennon

(Nota: para quem disser que não é rock, no Wikipedia tá falando que é soft rock. Problemas?)

Para terminar, o rock é um estilo famoso mundialmente – difícil não ter noção do que é pelo menos uma música de rock, ou não conhecer algum riff ou solo popular. Assim como tem bandas despontando a cada hora, em alguma garagem, tem outras que já tem seu legado gravado na história.

Afinal, quem nunca ouviu essa introdução? Ou essa, por exemplo?


Se achou que esse ano foi fraco, então que tal complementar com postagens passadas? >> 2016 / 2015 / 2014 / 2013 / 2012

ClaMAN

P.S.: Nem só de inglês e português vive o rock no Utilis Inutilis…

B Ô N U S :