Diário (inútil) do ClaMAN #5

O inverno (e as férias) estão chegando… Melhor preparar os agasalhos e fazer uma bebida quente.

Já chegamos a essa época do mês de novo…

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Eiki Shiki de Touhou e nem usa uma pena para escrever (embora a pilha de papéis ao lado direito dela seja semelhante à pilha de trabalhos pendentes deste editor). Arte por Kakao (noise-111).

Assim como nossas notas semestrais, a temperatura vem caindo (pelo menos em Sorocaba) e, assim como a sucessão de provas, trabalhos e tals nos deixam preocupados, estressados e tals, o friozinho (e chuvas ocasionais) trazem algumas consequências na saúde dos mais sensíveis:

  • Gripe/resfriado: coisa mais comum que aparece. Normal ver gente espirrando.
  • Rinite: Essas mudanças meteorológicas atacam o nariz sem dó. O jeito é andar com papel higiênico do lado.
  • Tosse: Muitas vezes vem como consequência da gripe. Quando é seca, pode chamar de “tosse alérgica” (deve ser alergia ao frio, só pode)

Bem, estamos em junho e isso signica que…

O INVERNO ESTÁ CHEGANDO

Lidem com isso enquanto eu vou tomar um cafezinho quente e me agasalhar. E boa noite.

Arte original por Kaginoni. Representa meu estado (de espírito) atual.

ClaMAN

P.S.: Inalação, chás quentes e repouso = remédios para (tentar) parar essas doenças típicas da época. Se não funcionar, procure um médico.

P.S.2: Postagem sobre inverno na quarta-feira. Tem a ver com Game of Thrones? Quem sabe… :P

Festas juninas

Postagem sobre festas juninas em puro sotaque (estereotipado) de caipira procêis.

Aviso: essa postagem contém sotaque estereotipadamente caipira.

O arraiá começô, cumpadi!

Já que tâmo em junho, o que tem em um monte de lugar é festa junina (purquê se fosse em julho, seria julina, uai sô).

Mas… Por quê qui é junina? Num podia sê em outro mêis? Aí eu é que te exprico, cumpadi: é que junho é o mêis que tem um monte de dia de santo: Tem as festa de Santo Antônio, o santo casamenteiro, no dia 13 (oia só, um dia depois do dia dos namorado!). Depois, o santo festeiro (e o santo qui também dizem qui deu nome pra festa), São João, dia 24. E, por úrtimo, 29 de junho é dia de São Pedro.

Óia os mister e as miss caipirinha do ano!

Essas quermesse é tudo de bão, num é, cumpadi? De comida, vai tê tudo quanto for coisa de milho (bolo, pamonha, curau, pipoca e o que mais ocê lembrá), cuscuz, paçoquinha, arroz doce, pastel (pera, isso foi o povo da cidade que trouxe), pé de moleque… De bebida tem quentão e vinho quente pra aquentá, hehe.

E num é só de comida que nóis se diverte, intão tem um monte de brincadeira típica, fora as música (forró, baião e outras modinha que o sanfoneiro quisé tocá) e, claro, a quadrilha!

Num vai pensá naquelas quadrilha de bandido não! Quadrilha de festa junina é dança, que veio lá da França e virô tradição pros lado de cá. E pode dançá de tudo quanto é jeito, quem quisé: muié, home, criança ou vovô, só num dá pra dançá sem par. A ponte quebrô! É mintira!

Fogueira, pau de sebo e pescaria são outras coisa qui tem em umas festa junina por aí. E o correio elegante, pra paquerá as caipirinha… Tem uns qui bota inté bingo no meio da festa (depende da sorte)! Tinha balão também, mas hoje em dia é perigoso dá incêndio, intão vamo só ficá com balão de mintirinha.

Taí umas ideia procê decorá sua festa junina, cumadre. Esse num tem perigo de pegá fogo.

Agora é hora de aproveitá a quermesse! Vai procurá a festa mais perto docê, cumpádi!

CraMâm

P.S.: Peço desculpas (ou não) a todos os caipiras ou a aqueles que falam com sotaque caipira e se sentiram ofendidos com a postagem.

P.S.2: Festas juninas são mais populares em igrejas (por seu sentido religioso e pelo valor arrecadado com venda de comidas e tal) e escolas do fundamental (porque é bonitinho ver as crianças dançando quadrilha e, para alguns, é a única vez na vida que vão poder ficar de mãos dadas com uma garota, dançar com ela e ainda chamá-la de “par”).

P.S.3: Essa postagem era para ser publicada na quarta (que foi um dia depois do dia de Santo Antônio), mas uns remédios para uma tosse chata e um estômago em crise me deram uma sonolência braba. Estou melhor agora.

B Ô N U S :

Uma fanart de uma “fazendeira” conta como representação de caipira em anime? Espero que sim. (Kazami Yuuka (ou USC) de Touhou, arte por Mokku)

Vida de estudante em fim de semestre

Você quer férias? Terá que passar pelas provas e trabalho de fim de semestre primeiro!

Começou a época de fim de semestre e, como todo fim de semestre, qualquer estudante começa a frequentar igrejas para rezar pela nota (e, se for católico, vai fazer novena a Sto. Expedito, santo das causas impossíveis), ou a invocar criaturas sei lá de onde para salvar-lhe do perigo da DP, ou a correr atrás de professores só para chorar um último trabalho que salve sua nota.

Esses fins de semestre são horas de ver quem se salvou na matéria indo embora sorridente e de ver os corações partidos e os litros de lágrimas de quem já sabe que aquela matéria lhe espera novamente no semestre seguinte.

Porém, se ainda há a chance de salvação/redenção, é comum ver os estudos e as dúvidas urgentes surgindo cinco minutos antes da prova, e família, amigos, jogos e até amores sendo deixados de lado.

“Não vai dar para sair com você no dia dos namorados, meu amor… Tenho que entregar um trabalho e fazer duas provas nesse dia.”

De qualquer maneira: tome muito café, tente estudar direito, relaxe de vez em quando e pense que, quando toda a tortura dessa fase acabar, tem férias.

ClaMAN

P.S.: Sim, teremos especial de Dia dos Namorados. Pelo menos uma postagem, no máximo três. Para os apaixonados de plantão, se preparem.

P.S.2: Para os solteiros, temos postagens normais a partir do dia 14.

Julgamento do seu celular

Não é correto julgar os outros, mas quando se vive em sociedade… Não tem jeito: até o celular é julgado.

Já que julgamentos estão no auge nos últimos dias, vou mostrar que qualquer coisa (MESMO) acaba sendo julgada por qualquer um. Quer um exemplo óbvio? Celulares.

Sim, exatamente aquele aparelho que você usa para tirar selfies e mandar mensagens pelo WhatsApp. Arte por Houmatu Awa

Celulares são itens pessoais (e deveriam ser intransferíveis, mas aí é outro detalhe). Como qualquer item pessoal (assim como roupas, penteado, acessórios, bolsas/mochilas e etc), um telefone celular evidencia preferências e personalidade de seu dono. Alguns mais “julgadores” vão se aproveitar disso para descobrir sobre você (e, claro, te estereotipar).

Eu, como não tinha nada para fazer (além de revisar histórias, estudar para duas provas e resolver listas de exercícios), juntei coisas que pessoas normalmente julgam em celulares alheios, mesmo que não seja certo ter tais tipos de preconceitos apenas a partir de um pedaço de plástico+metal.

Tipos/modelos de celulares:

iPhone: Dependendo da pessoa, prevê-se que tem dinheiro… Ou pelo menos finge ter (é a opção mais imaginada por muitos). Se usar capinha protetora (veja mais sobre capinhas abaixo), como não quer enfatizar que é um iPhone, ou é um modelo de iPhone mais antigo (aí evidencia a falta de dinheiro para comprar um iPhone 7 de R$ 3600) ou a pessoa deve ser designer de alguma coisa, ou (de novo) pelo menos finge ser. Talvez seja hipster.

Samsung Corby (também se aplica a outros celulares que tinham a proposta de serem baratos com aparência ou função diferenciada): Provavelmente a pessoa se achava descolada. Só se achava, porque o Corby era bem barato e tinha especificações bem simples (bem, é um celular de 2009). Se algum desses ainda funciona, julga-se que o dono tem problemas financeiros (e, se ainda se achar descolado por ter um desses, também deve ter problemas psicológicos).

Qualquer feature phone: Mesmo que a pessoa tenha idade abaixo de 40 anos, será julgada como sendo muito mais velha, pois um celular desses hoje em dia é visto como obsoleto (Touchscreen? Não. WhatsApp? Não. Câmera frontal ou de alta resolução? Não. 4G, WiFi? Não. Play Store? Não.) e usado apenas por quem não se dá bem com tecnologias mais novas (esquecendo-se do fato que, para quem faz ligações com mais frequência do que qualquer outra coisa, esse tipo de aparelho é excelente).

Sistema operacional/Linhas de modelos:

Windows Phone: Não importa o quanto a pessoa diga que é bonito, simples e leve (em termos), os números julgam o portador de um smartphone com sistema operacional Microsoft (provavelmente um Lumia): 1,43 milhões de apps na Play Store (e 95,5% de Androids no mercado) contra 300 mil apps na Windows Store (bem, praticamente nem vendem mais celulares WP). Fora as piadas que, se é Windows, não funciona direito…

Blackberry (ainda existe?): antigamente, quem tinha um desses era visto como algum empresário, provavelmente com agenda cheia de compromissos importantes. Aí veio o iOs com Siri e o Google com a Now, fora trocentos apps e coisas novas em outros modelos… O julgamento para os Blackberries agora deve ser: “Nossa, ele ainda usa essa coisa…”

Acessórios e aparência do aparelho:

Capinhas: Quanto mais discreta, julga-se que a pessoa ou gosta da aparência original do aparelho, ou que tem cuidado com a conservação do celular, ou que comprou um celular frágil e precisa da capinha pois, se ele caísse sem essa proteção, compensaria mais comprar um novo celular do que consertá-lo. Agora, se a capa tem estilo próprio, já se entende que a pessoa que é dona do aparelho nunca planeja guardá-lo no bolso (depois é assaltada e a culpa não é dela) e nem usar o celular intensamente.

Tela trincada/rachada/quebrada em geral: Pode ter sido um mero deslize e pode ter sido no dia anterior, mas é óbvio que ninguém vai querer saber disso. Afinal, a tela é o celular inteiro hoje em dia, e se a pessoa não tem um pingo de cuidado com seu celular, vai ter com qualquer outra coisa? Quando passa mais de 1 hora e o celular não foi para o conserto ainda, então a pessoa não tem capacidade financeira de manter um smartphone.

Aí está um exemplo de coisas de casais que serão julgadas como ridículas ou fofas dependendo do tempo de namoro e do ideal romântico de quem vê.

Papel de parede: Temos categorias de julgamento automático aqui:

  • Foto da própria pessoa: egoísta e narcisista. Pontos extras se for selfie.
  • Foto da pessoa com outra(s) pessoa(s) (seja namoro ou amizade): não consegue viver sozinha, muito carente. Pontos extras se estiverem se beijando.
  • Foto de personagem de filme, anime, desenho ou nome de banda ou coisa assim: odeia a própria realidade, vive só sonhando e fugindo da vida real através de jogos e coisas estranhas, talvez seja emo ou depressivo.
  • Foto de paisagem ou foto genérica do celular: sem criatividade.
  • Foto de outra pessoa (real, próxima): Stalker ou outro caso de carência.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é tendo um Android sem capinha em perfeito estado de conservação e papel de parede de algo que a pessoa goste? Na verdade não, nesse caso te julgariam como sendo normal demais.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é não tendo celular? Também não (vão dizer que é uma pessoa estranha e deslocada ou que não sabe lidar com tecnologia), o único jeito mesmo de evitar ser julgado por outros é não viver em sociedade.

ClaMAN

P.S.: Sejam pessoas conscientes: não julguem os celulares alheios.

P.S.2: Sobre o P.S. acima, é como se eu dissesse: Façam o que eu digo mas não façam o que eu faço.

Apresentações de trabalhos

Ah… A vida de estudante… A convivência com apresentações de trabalhos…

Não importa se for primário ou mestrado, um estudante sempre terá que conviver com uma coisa: apresentações.

Err, então, a revolução constitu… Consitu… Contribucionacionalista foi em… Mil novecentos e vinte e dois, né… E daí…

Segundo qualquer professor, a apresentação de trabalhos (ou seminário (não confunda com este seminário)) diante da classe serve para avaliar, além do próprio trabalho, a postura do aluno e sua proficiência e desenvoltura para falar em público. Afinal, no mercado de trabalho, o estudante terá que desempenhar diversas apresentações e expor suas ideias em público, e a escola é o local onde ele pode errar.

(Na verdade, apresentações de trabalho são simplesmente formas de tortura para os tímidos, são provas de fogo para os que não estudaram e são humilhações para os que fizeram o trabalho e tem que aguentar as pessoas do grupo distorcendo todo o conteúdo dele #SóAVerdade)

Não há idade para começar a fazer apresentações de trabalhos.

Apresentações de trabalhos costumam ser em bandos grupos (“professora, pode ser dupla de três?”) e, dentre os integrantes do grupo, sempre tem:

  • Aquele que fez o trabalho inteiro e deveria apresentar sozinho
  • Aquele que imprimiu as imagens/fez os slides e acha que sabe do trabalho todo
  • Aquele que é amigo do que fez o trabalho todo e não faz a mínima ideia do tema do trabalho
  • Aquele que tem uma vergonha danada de apresentar e, mesmo sabendo o conteúdo, provavelmente vai faltar no dia ou simplesmente começar a chorar durante a apresentação.
Porque esse tópico é muito importante para todos e… (continua a ler o slide)

No começo (primeiros anos da vida escolar), o estudante tem seu trabalho apresentado, seu cartaz colado na parede e pronto, sem pânico. No ensino médio, os professores já começam a fazer perguntas (leves, mas instigantes) sobre o tema. Aí você passa para uma faculdade/universidade e tem regras como: 20 minutos (no mínimo) para apresentar, entregar a parte escrita na semana anterior, as perguntas (do professor e dos alunos) passam a cobrar muito mais estudo…

Mas, se tem uma coisa que, não importa se o trabalho for individual ou em grupo, apresentado em cartaz, data show ou dancinha, com 3 ou 30 minutos para ser descrito, com professores legais ou que vão querer enfatizar que você não colocou o ponto final no slide 12 depois de destroçar sua alma pelo trabalho todo…

Sempre tem aqueles que fazem o trabalho no último instante possível (no pior dos casos, é quando o grupo anterior está apresentando)

ClaMAN

P.S.: Já terminou o próximo trabalho a apresentar para este mês? (Duvido)

P.S.2: Apresentei um trabalho hoje. Ainda bem que o professor fica com um humor melhor na nossa turma do que na apresentação de trabalhos da turma do semestre anterior. Sorte de “veterano”?

Algumas verdades da vida #1

Sabe aquelas receitas de um minuto? Tenho que te falar uma verdade sobre elas…

Sabe aqueles vídeos de “receitas de um minuto”? Sinto informar, mas essas receitas não levam um minuto para serem feitas.

Pode até levar um minuto para ensinar e, se você estiver com muita fome, leva um minuto pra comer, mas fazer isso não é tão rápido.

ClaMAN

P.S.: Será que isso vira uma série? Se virar, será que dura mais que um mês?

Frente fria

Se a frente for muito fria, nem os termômetros aguentam…

A quinta-feira que representa o dia 1 de junho de 2017 (ou seja, hoje) já apresentou uma frente fria para São Paulo e região (incluindo Sorocaba, a cidade onde os editores deste blog inútil moram).

Ontem, o clima estava bonzinho, tranquilinho… Nem dava para acreditar muito nessa previsão do tempo que só faltava dizer a célebre frase: “O inverno está chegando”.

Aí, hoje de manhã, com chuva e frio, deu pra ver que sim, a previsão era verdadeira. E a temperatura caiu.

Se a temperatura continuar caindo, nem os termômetros aguentam tanta queda.

ClaMAN

P.S.: A imagem acima é um daqueles relógios-termômetros de rua caído (por causa de algum dia muito frio, provavelmente). Se nunca viu um, abaixo segue uma foto em uma condição normal:

Condição normal: muito quente (sério, 53° C é MUITO QUENTE MESMO) – esse deve ser outro termômetro que quebrou por causa do excesso de calor nesse dia…

P.S.2: Se possível, não exponha termômetros (de rua, principalmente) a temperaturas extremas ou a mudanças meteorológicas muito bruscas.

P.S.3: Para quem está se perguntando sobre como fica o uso de termômetros de rua após ler o P.S.2, entenda que é uma piada (sem graça).