Casais enamorados

Dia dos namorados para todos os tipos de casais

Nota: Depois de uma postagem de trollagem e outra de auto propaganda, essa é a postagem realmente voltada a casais de namorados apaixonados.

AVISO: Apenas imagens de animes daqui para baixo.


Feliz dia dos namorados!

Para aqueles que ainda não perceberam (ou não assumiram), mas poderiam ser um casal

Para casais que já estavam ligados antes mesmo de se conhecerem (esse é pra quem acredita em destino)

Para casais que acabaram juntos por trocas e acasos repentinos

Para casais que transformaram uma rivalidade num interesse em comum

Para casais que, mesmo com as diferenças/estranhezas, se ajudam e, mesmo com seus problemas, ajudam a outros

Para casais que encontraram uns nos outros o afeto, o consolo e a paixão que desejavam

Para casais em uma relação mais virtual que física, mas que mostra que distância não importa para quem tem tecnologia e amor no coração

Para casais que percebem que, depois de tanta coisa que passaram juntos, não dá mais para viver distantes.

Essa postagem é para os casais, simplesmente.


ClaMAN

P.S.1: Sete fanarts de animes animes selecionados para vocês. Adivinhem todos e ganhem um brinde (só clique na imagem para ver a origem depois que adivinharem, tá?).

P.S.1a: Dicas: Um é josei, um é shoujo. Um é filme, o outro é modinha. Tem um que eu já citei mais de uma vez no blog (por enquanto, é o anime do ano de 2017 na minha opinião). Outros quatro também já foram citados em postagens passadas. Todos são imagens de casais oficiais (exceto o primeiro), ou seja, praticamente assumiram namoro. O último é Toradora mesmo, como eu já tinha avisado e como vocês já conhecem (fanart nova, só não sei por quê estão chorando).

P.S.2: Eu faço esforços por vocês (como, por exemplo, percorrer o Danbooru e encontrar montes de fanarts +18). Então, mostrem que apreciam o esforço pelo menos lendo essa postagem. Obrigado.

P.S.3: Ia colocar yuri (para representar casais LBGT), mas o casal que eu queria pegar (Hanabi x Sanae (Kuzu no Honkai)) não é bem um casal na série, então vou ficar devendo (aguardem ano que vem).

B Ô N U S :

Para os “casais” que conseguem conviver com o fato de uma das pessoas na relação não existir no mundo 3D

Não importa se não é 3D, no meu coração eu amo aquela pessoa (ou melhor, personagem)! Tem algo contra?

E tem mais:

Continue Lendo “Casais enamorados”

Julgamento do seu celular

Não é correto julgar os outros, mas quando se vive em sociedade… Não tem jeito: até o celular é julgado.

Já que julgamentos estão no auge nos últimos dias, vou mostrar que qualquer coisa (MESMO) acaba sendo julgada por qualquer um. Quer um exemplo óbvio? Celulares.

Sim, exatamente aquele aparelho que você usa para tirar selfies e mandar mensagens pelo WhatsApp. Arte por Houmatu Awa

Celulares são itens pessoais (e deveriam ser intransferíveis, mas aí é outro detalhe). Como qualquer item pessoal (assim como roupas, penteado, acessórios, bolsas/mochilas e etc), um telefone celular evidencia preferências e personalidade de seu dono. Alguns mais “julgadores” vão se aproveitar disso para descobrir sobre você (e, claro, te estereotipar).

Eu, como não tinha nada para fazer (além de revisar histórias, estudar para duas provas e resolver listas de exercícios), juntei coisas que pessoas normalmente julgam em celulares alheios, mesmo que não seja certo ter tais tipos de preconceitos apenas a partir de um pedaço de plástico+metal.

Tipos/modelos de celulares:

iPhone: Dependendo da pessoa, prevê-se que tem dinheiro… Ou pelo menos finge ter (é a opção mais imaginada por muitos). Se usar capinha protetora (veja mais sobre capinhas abaixo), como não quer enfatizar que é um iPhone, ou é um modelo de iPhone mais antigo (aí evidencia a falta de dinheiro para comprar um iPhone 7 de R$ 3600) ou a pessoa deve ser designer de alguma coisa, ou (de novo) pelo menos finge ser. Talvez seja hipster.

Samsung Corby (também se aplica a outros celulares que tinham a proposta de serem baratos com aparência ou função diferenciada): Provavelmente a pessoa se achava descolada. Só se achava, porque o Corby era bem barato e tinha especificações bem simples (bem, é um celular de 2009). Se algum desses ainda funciona, julga-se que o dono tem problemas financeiros (e, se ainda se achar descolado por ter um desses, também deve ter problemas psicológicos).

Qualquer feature phone: Mesmo que a pessoa tenha idade abaixo de 40 anos, será julgada como sendo muito mais velha, pois um celular desses hoje em dia é visto como obsoleto (Touchscreen? Não. WhatsApp? Não. Câmera frontal ou de alta resolução? Não. 4G, WiFi? Não. Play Store? Não.) e usado apenas por quem não se dá bem com tecnologias mais novas (esquecendo-se do fato que, para quem faz ligações com mais frequência do que qualquer outra coisa, esse tipo de aparelho é excelente).

Sistema operacional/Linhas de modelos:

Windows Phone: Não importa o quanto a pessoa diga que é bonito, simples e leve (em termos), os números julgam o portador de um smartphone com sistema operacional Microsoft (provavelmente um Lumia): 1,43 milhões de apps na Play Store (e 95,5% de Androids no mercado) contra 300 mil apps na Windows Store (bem, praticamente nem vendem mais celulares WP). Fora as piadas que, se é Windows, não funciona direito…

Blackberry (ainda existe?): antigamente, quem tinha um desses era visto como algum empresário, provavelmente com agenda cheia de compromissos importantes. Aí veio o iOs com Siri e o Google com a Now, fora trocentos apps e coisas novas em outros modelos… O julgamento para os Blackberries agora deve ser: “Nossa, ele ainda usa essa coisa…”

Acessórios e aparência do aparelho:

Capinhas: Quanto mais discreta, julga-se que a pessoa ou gosta da aparência original do aparelho, ou que tem cuidado com a conservação do celular, ou que comprou um celular frágil e precisa da capinha pois, se ele caísse sem essa proteção, compensaria mais comprar um novo celular do que consertá-lo. Agora, se a capa tem estilo próprio, já se entende que a pessoa que é dona do aparelho nunca planeja guardá-lo no bolso (depois é assaltada e a culpa não é dela) e nem usar o celular intensamente.

Tela trincada/rachada/quebrada em geral: Pode ter sido um mero deslize e pode ter sido no dia anterior, mas é óbvio que ninguém vai querer saber disso. Afinal, a tela é o celular inteiro hoje em dia, e se a pessoa não tem um pingo de cuidado com seu celular, vai ter com qualquer outra coisa? Quando passa mais de 1 hora e o celular não foi para o conserto ainda, então a pessoa não tem capacidade financeira de manter um smartphone.

Aí está um exemplo de coisas de casais que serão julgadas como ridículas ou fofas dependendo do tempo de namoro e do ideal romântico de quem vê.

Papel de parede: Temos categorias de julgamento automático aqui:

  • Foto da própria pessoa: egoísta e narcisista. Pontos extras se for selfie.
  • Foto da pessoa com outra(s) pessoa(s) (seja namoro ou amizade): não consegue viver sozinha, muito carente. Pontos extras se estiverem se beijando.
  • Foto de personagem de filme, anime, desenho ou nome de banda ou coisa assim: odeia a própria realidade, vive só sonhando e fugindo da vida real através de jogos e coisas estranhas, talvez seja emo ou depressivo.
  • Foto de paisagem ou foto genérica do celular: sem criatividade.
  • Foto de outra pessoa (real, próxima): Stalker ou outro caso de carência.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é tendo um Android sem capinha em perfeito estado de conservação e papel de parede de algo que a pessoa goste? Na verdade não, nesse caso te julgariam como sendo normal demais.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é não tendo celular? Também não (vão dizer que é uma pessoa estranha e deslocada ou que não sabe lidar com tecnologia), o único jeito mesmo de evitar ser julgado por outros é não viver em sociedade.

ClaMAN

P.S.: Sejam pessoas conscientes: não julguem os celulares alheios.

P.S.2: Sobre o P.S. acima, é como se eu dissesse: Façam o que eu digo mas não façam o que eu faço.

Diário (inútil) do ClaMAN #4

Ganhar ou perder? Em que lugar você fica e por que ficou ali?

Aqui vamos nós para mais um diário noturno mensal inútil escrito pelo seu editor favorito!

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Inazuma (de Kantai Collection) e nem está cantarolando enquanto escreve esta postagem. (arte por Sakino Shingetsu)

Neste diário, podemos falar sobre aqueles jogos em que ou você ganha ou você afirma veementemente que “o importante é competir”. Quem já participou de concursos, campeonatos, torneios e coisas semelhantes deve conhecer bem esse tipo de coisa.

  • O primeiro lugar:
    • Pode ser uma pessoa humilde, que vai dizer que teve sorte, ou vai agradecer o apoio da família e dos amigos e de quem mais o ajudou a chegar até ali, ou…
    • Pode ser aquela pessoa cujo excesso de autoconfiança faz com que a vitória seja dela porque só ela merecia aquele lugar, e ninguém se esforçou tanto quanto ela.
  • O segundo lugar:
    • Pode ser da pessoa que foi desbancada por pouco de ser o primeiro lugar e agora está se controlando (ou não) para não chorar ou enforcar o primeiro colocado.
    • Também pode ser daquela pessoa que realmente teve sorte e nem sabe o que está fazendo ali, recebendo aquela medalha de prata.
  • O terceiro lugar:
    • Ou a pessoa está realmente feliz só de ter subido ao pódio (outro caso de sorte dessa pessoa, ou azar extremo das outras)
    • Ou era para ter ficado em segundo (ou até em primeiro, vai saber), mas foi desbancada nos 45 do segundo tempo e agora controla sua raiva e/ou tristeza.
  • O resto:
    • “Ah, o importante nem é ganhar medalha, troféu e tals, o que mais importa é só competir mesmo, né… Dou meus parabéns aos campeões, né…” – disse a pessoa que foi achando que ia conseguir o primeiro lugar e, no final, só conseguiu ficar na média.
E esse é o placar final. (arte: Imai Kazunari)

ClaMAN

P.S.: Tive um caso de campeonato/maratona/torneio recente (vide Twitter). Eu e minha equipe fomos realmente bem (mesmo não ganhando o 1º lugar nem o carregador de celular portátil de brinde para os 1ºs colocados)(mas, pelo menos, ganhamos medalha de bronze, caneta e bloquinho) e a jornada só está começando…

Músicas para o Dia das Mães

Músicas para você ouvir pensando na sua mãe.

Seguindo a linha musical do blog…

Essa postagem é para você que ainda não se cansou de ouvir as mesmas músicas em lojas, comemorações e eventos durante o dia das mães (hoje). Essa postagem também serve se você achar que sua mãe ainda não enjoou dessas mesmas músicas e não comprou presente pra ela, então acha que serve uma musiquinha, um cartão feito à mão em folha de caderno e um beijinho.

A primeira é a clássica Como é grande o meu amor por você, do Roberto Carlos.

A letra da música não cita a palavra “mãe”, mas dificilmente se vê festinha de escola ou evento na igreja sem que toquem (e cantem) essa música. Afinal, não existe nada como o amor entre mãe e filho, ah, o amor…

A segunda é a música Mãe do Fábio Jr.

Essa eu nunca ouvi (até hoje), e é boa para você mostrar para aquela mãe que gosta mais do Fábio Jr. do que do Roberto Carlos.

A terceira é Coração de Mãe, da cantora Aline Barros

Amor e coração tem tudo a ver, não é? Dizem que coração de mãe é gigante e aceita qualquer um, então acho que tá valendo.

A quarta (e última de hoje) é do Daniel, e se chama Por toda a minha vida (não confundir com essa música do Tom Jobim).

Mais um cantor romântico invadindo a cena do dia das mães com uma música sobre mães.

Agora que já ouviu essas músicas, e talvez, se possível, tenha tocado para sua mãe ouvir também, que tal fazer um café da manhã com pão com ovo e achocolatado para ela, ou lavar a louça pra ela depois do almoço, ou qualquer outra coisa? (é nessa hora que os leitores fogem)

ClaMAN – desejando um Feliz Dia das Mães

P.S.: Ainda acho que a música do Roberto Carlos é a mais tocada em dias como hoje. Só coloquei as outras para preencher espaço.

May the force be with you

Hoje é um ótimo dia para falar de Star Wars.

Ou “May the Fourth be with you” (da série: trocadilhos que perdem totalmente o sentido quando traduzidos para qualquer outro idioma) (Leia P.S.3).

Hoje é o Star Wars Day, um dia para nerds, geeks ou qualquer outra pessoa fã da série celebrarem e falarem sobre a série. Então, que tal eu (tentar fingir que sei alguma coisa sobre esse mundo numa galáxia nem tão distante assim e) comentar sobre os filmes?

Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança: Lançado em 1977, é o primeiro lançado, mas o quarto em ordem cronológica. Para alguns, por ser o primeirão, é o melhor. Detalhe que ele só recebeu seu subtítulo depois do lançamento do segundo filme da série (já que o George Lucas nem tinha certeza se teria segundo filme da série na época que lançou).

Se quiser ler um resumo dele, pode ver aqui, pois eu não tive tempo nem muita vontade pra assistir ainda.

Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca: Lançado em 1980, teve dificuldades na produção e recebeu críticas mistas, mas tornou-se bem popular com o passar dos anos. Aliás, é dele que vem aquela frase: “Eu sou seu pai” (NÃAAAAAO, spoiler!).

Outro que eu não faço a mínima ideia da história, então leia o resumo aqui e seja feliz.

Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi: Sua data de lançamento é 1983 (repare que eles tem mais pontualidade que esse blog: a cada 3 anos, um filme novo). Esse filme encerra o que se chama de “trilogia clássica”.

Pela terceira (e não última) vez nesse post, leia o resumo aqui.

Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma: Na ordem temporal dos eventos da série, esse é o primeiro, mas foi o quarto filme lançado, em 1999, 16 anos depois do lançamento do Episódio VI. Também é o primeiro filme da “trilogia do prelúdio”, ou “nova trilogia”.

Você pode ver o resumo aqui, mas com o calor do lançamento do VIIº episódio em 2015, eu resolvi assisti-lo e fazer comentários sobre ele.

Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones: O segundo em ordem temporal e o quinto filme lançado, no ano de 2002 (voltando aos lançamentos a cada 3 anos). Só não rendeu mais bilheteria porque Homem Aranha e O Senhor dos Anéis foram lançados no mesmo ano, porque muitos dizem que o filme é bom (e talvez eu assista-o esse ano, quem sabe…).

Resumo dele aqui nesse link.

Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith: Último da “trilogia do prelúdio”, e o sexto filme lançado. Sua estreia foi em 2005. Teve boas críticas e liga a história dos dois anteriores com a “trilogia clássica” (ainda bem, porque imagina fazerem duas séries com o mesmo nome sem conexão?).

Resumo aqui.

Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força: Lançado em 2015, depois de dúvidas e especulações entre os fãs da série durante 10 anos (período no qual a Disney comprou a Lucasfilm e deixou o povo bem receoso), o filme conseguiu “resgatar a essência dos originais ao mesmo tempo em que dá cara nova à franquia” (CINEPOP, 2015).

Esse não tem resumo. Assista e depois conte pra gente.

Outros: Tem séries spin-offs como a animação The Clone Wars, Rogue One, além de uns montes de jogos, brinquedos, desenhos e conteúdo à parte, fora as teorias e fanfics que existem nos “submundos” por aí.

Enfim, se já conhecia os filmes e a série em geral, você pode se divertir com nossa série Numa galáxia nem tão distante assim (afinal, é sempre legal ver as piadas e curiosidades sabendo suas origens).

ClaMAN #QueAForçaEstejaComVocê

P.S.1: Aqui acaba minha hora extra. Se quiserem mais, comentem “Volta Darmstadtio”.

P.S.2: Com essa postagem, não esperem postagens amanhã ou sábado.

P.S.3: Porque o Star Wars Day é hoje? Porque “May the force be with you” (Que a força esteja com você, frase comum no universo Star Wars) pode ser dito mais ou menos como “May the Fourth be (…)”. May, em inglês, é maio. Fourth é o número quatro ordinal. Então, “Que o quarto [dia] de maio esteja com você”, em tradução que perde totalmente o efeito.

P.S.4: Essa postagem foi patrocinada e apoiada pela trilha sonora de Star Wars composta por John Williams. Eu recomendo.

B Ô N U S :

Se eu não colocasse nenhuma referência a anime aqui no meio, ia sentir que ficou muito “ocidentalizado”.

Diário (Inútil) do ClaMAN #3

Algumas emoções que mudam com o passar do dia. Normal, não é?

Mais uma edição (atrasada) daquele diário que não tem utilidade (e, por isso, ninguém lê) e que nem é um diário direito daquele editor que tem um diário de verdade no Twitter (@cslclaman).

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Akemi Homura de Mahou Shoujo Madoka Magica e nem está tão sem ideias quanto ela nessa fanart (artista: Torinone)(clique para ver a origem).

Enfim, na quinta-feira, foi anunciado o 16º jogo de Touhou (com isso, talvez seja hora de eu parar de enrolar e falar sobre os outros da série?). Fora isso, tem as estreias da temporada de animes (umas muito boas, outras nem tanto) e tem o resto dos compromissos (aulas, cursos, monitoria).

É tanto acontecimento que não dá pra manter o humor igual a todo instante:

  • Felicidade: Quando o programa compila e funciona certinho, quando o episódio daquele anime bom é lançado num dia inesperado (e adiantado), quando a nota na prova é (bem) maior do que a esperada, quando aquela pessoa por quem se nutre uma paixão te faz alguma declaração de afeto.
  • Frustração: Quando se desaponta alguém (ou você mesmo), quando o programa não roda direito mesmo depois de ser reescrito três vezes, quando você esperava alguém e esse alguém nem apareceu.
  • Raiva: Quando o programa continua não rodando mesmo depois de uma garrafa de café, um terço inteiro rezado e mais 5 reprogramações, quando o motorista passa direto pelo ponto mesmo você dando sinal para ele quando ele ainda estava a um quilômetro de distância.
  • Tristeza: Quando se assiste uma história dramática com final trágico, quando alguém dá uma notícia meio tensa, quando o único grupo que traduzia o único anime bom da temporada entra em hiato.
  • Alegria: Quando o dinheiro cai na conta, quando aquela pessoa por quem se nutre uma paixão responde a mensagem que você mandou.
  • Relaxamento: Quando o trabalho é concluído vários dias antes da data de entrega (e não na madrugada anterior), quando um(a) massagista oriental faz uma massagem depois de um dia duro de trabalho/estudo.
  • Mau humor: Quando se acorda em cima da hora depois de “dormir” por três horas, quando se é repreendido diversas vezes seguidas por coisas que não são responsabilidades suas, quando se está com fome e/ou sono e tem que se escutar baboseiras por aí.
  • Desespero: Quando a impressora inventa de limpar a cabeça de impressão com a tinta acabando e em plena necessidade de imprimir um trabalho de mais de 20 páginas em menos que 5 minutos, quando falta apenas 30 minutos para o fim da prova e ainda se está na primeira questão.
  • Tédio: Quando se está naquela aula de recapitulação de uma matéria que você já sabia, quando se está preenchendo montes de fichas iguais em um trabalho repetitivo, quando o mundo comum parece muito comum e nada diferente acontece.

No momento em que escrevo esta linha, a única emoção que se aplica a mim não é uma emoção, mas um estado: sono.

ClaMAN

P.S.: Esse diário saiu atrasado porque eu queria publicá-lo no dia 19, mas essa semana foi meio cheia e eu fui adiando, adiando… Escrevi na madrugada do dia 21.

P.S.2: Tentar dar um rage nesse fim de semana para agendar postagens para a outra semana e evitar esses buracos de 5 dias sem postagem.

Cenas marcantes de beijos para ver no dia do beijo

Cenas de beijos marcantes – se não viu, agora é a hora.

Hoje é dia do beijo, kiss day, ou o dia do “O estilo de beijo de cada signo”, ou o dia do “Selinho não conta”.

Sendo dia do beijo, isso não faz muita diferença para pessoas como eu (nerds em geral, pessoas com tendências antissociais e friendzonados). Porém, para outras pessoas, esse dia tem mais significado (ou não).

Enfim, como eu já usei a piada do beijinho no ano passado, e eu realmente não sou um expert nessa área “oscular” (*veja P.S.1), estava (e ainda estou) sem ideias (*veja P.S.2) do que postar hoje, mas é melhor uma postagem do que nenhuma, não é?

Então, hoje é dia de rever alguns beijos épicos de filmes e tals (segundo uns sites de notícias (*de novo, veja P.S.2) porque o último filme que eu assisti inteiro foi Kizumonogatari).

AVISO: Contém spoilers de Harry Potter, Homem Aranha, A Dama e o Vagabundo, Toradora e também da Bíblia (Kuzu no Honkai também, mas como tem beijo desde o primeiro episódio nem seria spoiler). Leia com os olhos fechados se não quiser descobrir como as histórias acabam.

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