Motivador

Gif interativo para animar

Você sente que sua semana foi uma droga?

Sente que não fez diferença nenhuma para o mundo hoje?

Acha que sua vida é chata, e não tem nada divertido pra fazer além de ler um blog como esse?

Aqui está um .gif interativo para te animar e mostrar que você também pode fazer a diferença para o dia de alguém:

Caso não saiba inglês…

  • Put your finger here: Coloque seu dedo aqui
  • Swipe [qualquer coisa]: deslize o dedo (up = para cima, down = para baixo)
  • Tap: Toque ou encoste na tela.

ClaMAN

P.S.: Quando a postagem tem um .gif, entendam que eu estou sem ideias.

P.S.2: Postagem nos dias 19 e 22. Essas eu garanto.

Marco

Utilis Inutilis chega a um marco interessante: 1000 postagens.

Todos partimos de um ponto inicial. No caso de uma rota de ônibus, inicia-se em um ponto inicial como um terminal. Se for um projeto de software, o primeiro passo é a análise de requisitos. Um atleta parte da linha de largada. Um namoro pode começar de um simples olhar.

Você parte do ponto A e, seguindo por essas ruas, chega no ponto B.

No meio do caminho, problemas ou simplesmente tranquilidade. À frente, o ponto final, a linha de chegada, a entrega do projeto, o muro pronto ou o que quer que seja seu destino.

Objetivo: chegar na escola antes da primeira aula. Meta: terminar a torrada até a metade do caminho. Arte por Haruka Natsuki.

Não é ótimo quando se atinge um marco durante isso? (não estou falando de bater/acertar alguém que se chama Marco) Alguns pontos podem ser estranhos, causar confusão mas, quando uma meta é atingida, mostra que já não estamos mais no início da coisa. Assim como a cidade que comemora seus 700 000 habitantes, ou o jogador de futebol que marca seu 1000º gol.

10 seguidores no Twitter, yay! (não, ainda não cheguei nesse marco) Arte por Itachi Kanade.

E é assim que o Utilis Inutilis, seu blog preferido de inutilidades, chega à milésima postagem (que é essa). Por pouco não tivemos 200 000 visitas (o que daria 200 visualizações por postagem), mas isso é detalhe.

ClaMAN

P.S.: Foi uma surpresa para mim também, tanto que nem deu pra pensar melhor antes de fazer a postagem.

P.S.2: Será que, se eu seguisse direito a regra de postagens (3 posts por semana OU 1 post a cada 2 dias OU 12 posts por mês), chegaria à postagem 2000 antes de 2020?

P.S.3: Nota: na verdade, na verdade mesmo, essa não é a postagem nº 1000. É a milésima publicada, descontando os inúmeros rascunhos arquivados e postagens excluídas ou removidas (cerca de 10, se eu não estiver errado). Mas ignorem esses números e festejem conosco.

Por que você corre?

Motivos para correr – você tem um? Ou só corre? (parece coisa de blog fitness…)

Por que você corre?

a) A vida é muito curta para ficar parado ou andando devagar.

b) Treinamento para a corrida de São Silvestre.

c) Quero ir mais longe, mas parece que não saio do lugar…

d) O DESPERTADOR NÃO TOCOU, PERDI A HORA, SÓ DEU TEMPO DE PEGAR ESSA TORRADA, COLOCAR NA BOCA E AGORA DÁ LICENÇA QUE SE EU NÃO CORRER, EU PERCO O ÔNIBUS!

ClaMAN

P.S.: Ultimamente, nem ando correndo muito porque meu joelho direito estala se eu faço força demais nele. É estranho…

P.S.2: O anime da última imagem é K-On!.

Algumas verdades da vida #3

Volta às aulas pode não ser tão interessante…

Volta às aulas não é sinônimo de voltar a estudar. Pelo menos, não na primeira semana. Dependendo do curso e escola (ou o que quer que seja o lugar ou coisa que se aprende), as matérias demoram para “carregar”.

Dependendo do seu nível de preguiça, esse começo é quase (mais) uma semana de férias.

ClaMAN

P.S.: Assim como minhas aulas não passaram de introduções e planos de ensino por enquanto, minha inspiração pós-férias ainda não chegou.

P.S.2: Relaxem, a agenda de postagens será cumprida (eu acho).

P.S.3: Tarefa para casa: escrevam uma redação sobre suas férias.

Brincando de contar os dias

Colocando os pingos nos Is e completando o calendário.

Hoje é o último dia de junho, sendo que amanhã começa férias julho. Isso pode não significar muita coisa para você (afinal, mudou o mês, mas amanhã será só um sábado comum, no fim das contas).

Só que, para um editor inútil, certas coisas comuns são motivos para postagem, como isso:

Ou seja, eu fiz o esforço de fazer postagem toda segunda, quarta e sexta só para fazer um UT bonitinho no calendário inútil que fica ali do lado? Sim.

Essa postagem de hoje completa o T? Sim também.

Eu vou continuar fazendo isso durante os meses seguintes para escrever “UTILIS INUTILIS” usando o calendário? Sim, pretendo, mas o mês que vem será uma exceção.

Afinal, duas postagens foram publicadas um dia depois do dia que eram para ser postadas (mas eu usei um recurso chamado “viagem no tempo” (leia-se: publiquei com a data alterada)) e ninguém percebeu isso.

Bem, essa era a meta do mês. Boa noite e bom mês de julho para vocês. Amanhã tem postagem.

Mensagem cheia de verdades dessa noite. Anime: Owarimonogatari

ClaMAN

P.S.: Início de julho = início de novas séries de animes. Temos algumas estreias yuri por aí…

Greves

Greves, paralisações e movimentos sindicais em geral. O próximo pode afetar você…

(Não, o Utilis não vai entrar de greve – eu sei que meu salário de editor é ridiculamente baixo (0 reais por postagem), mas meu chefe (eu mesmo) já me deu aumento (qualquer coisa% de 0 = 0).)

O ato de greve é a expressão máxima do trabalhador (ou melhor, do sindicato, mas isso é detalhe). No passado, greves eram organizadas como forma de pressionar os patrões (donos das máquinas e da grana toda) a darem direitos e benefícios (que, durante a Revolução Industrial, eram solicitações como “menos que 16 horas de trabalho”)).

Na verdade, atualmente greves são organizadas pelos mesmos motivos (só que, hoje em dia, ainda temos uma legislação mais ou menos decente).

Enfim, greve é a paralisação de serviço. Ou seja, se eu resolvesse entrar de greve de publicar postagens, não teriam postagens novas (ou seja, nenhuma mudança na situação atual). Quando operários de metalúrgicas entram em greve, para a produção. Quando Se deputados entram em greve (também chamado de “recesso”), não são criadas leis.

Nesses casos, a greve só afeta quem depende diretamente do serviço dos grevistas (nos exemplos acima: eu mesmo, o patrão da metalúrgica e a população respectivamente). Porém, e se a greve for de bancários? E se a greve for de coletores de lixo? E se a greve for de motoristas de ônibus?

O sindicato decide, os trabalhadores param e quem é diretamente afetado são os usuários dos serviços (nos exemplos acima: clientes dos bancos que vão ficar esperando horas para resolver problemas bestas, pessoas que terão que desviar de pilhas de lixo malcheirosas nas ruas, passageiros esperando horas no ponto, respectivamente).

Eu sei que tem um monte de pessoas felizes nessa foto – não sei porquê, afinal, só tem 40% de ônibus rodando…

Sim, são as greves mais perceptíveis, que mais afetam o cotidiano das pessoas. Ou seja, o objetivo (mostrar o valor do serviço prestado e forçar motivar os patrões a dar o benefício/direito solicitado reconhecendo essa importância) foi alcançado.

Mas, por exemplo, ao acabar uma paralisação do transporte coletivo, após o aumento (ou o que quer que seja) ter sido concedido (ou não), torça para não ser motorista de ônibus e, se for, melhor tomar cuidado para não ser visto sozinho na rua à noite, pois sempre tem pessoas (passageiros, no caso) que guardam mágoas…

ClaMAN

P.S.: Greve de ônibus em Sorocaba já está ficando tão normal (hoje teve, segunda-feira tem de novo, provavelmente) que os ônibus já tem até tabela de horários específica para greve.

Julgamento do seu celular

Não é correto julgar os outros, mas quando se vive em sociedade… Não tem jeito: até o celular é julgado.

Já que julgamentos estão no auge nos últimos dias, vou mostrar que qualquer coisa (MESMO) acaba sendo julgada por qualquer um. Quer um exemplo óbvio? Celulares.

Sim, exatamente aquele aparelho que você usa para tirar selfies e mandar mensagens pelo WhatsApp. Arte por Houmatu Awa

Celulares são itens pessoais (e deveriam ser intransferíveis, mas aí é outro detalhe). Como qualquer item pessoal (assim como roupas, penteado, acessórios, bolsas/mochilas e etc), um telefone celular evidencia preferências e personalidade de seu dono. Alguns mais “julgadores” vão se aproveitar disso para descobrir sobre você (e, claro, te estereotipar).

Eu, como não tinha nada para fazer (além de revisar histórias, estudar para duas provas e resolver listas de exercícios), juntei coisas que pessoas normalmente julgam em celulares alheios, mesmo que não seja certo ter tais tipos de preconceitos apenas a partir de um pedaço de plástico+metal.

Tipos/modelos de celulares:

iPhone: Dependendo da pessoa, prevê-se que tem dinheiro… Ou pelo menos finge ter (é a opção mais imaginada por muitos). Se usar capinha protetora (veja mais sobre capinhas abaixo), como não quer enfatizar que é um iPhone, ou é um modelo de iPhone mais antigo (aí evidencia a falta de dinheiro para comprar um iPhone 7 de R$ 3600) ou a pessoa deve ser designer de alguma coisa, ou (de novo) pelo menos finge ser. Talvez seja hipster.

Samsung Corby (também se aplica a outros celulares que tinham a proposta de serem baratos com aparência ou função diferenciada): Provavelmente a pessoa se achava descolada. Só se achava, porque o Corby era bem barato e tinha especificações bem simples (bem, é um celular de 2009). Se algum desses ainda funciona, julga-se que o dono tem problemas financeiros (e, se ainda se achar descolado por ter um desses, também deve ter problemas psicológicos).

Qualquer feature phone: Mesmo que a pessoa tenha idade abaixo de 40 anos, será julgada como sendo muito mais velha, pois um celular desses hoje em dia é visto como obsoleto (Touchscreen? Não. WhatsApp? Não. Câmera frontal ou de alta resolução? Não. 4G, WiFi? Não. Play Store? Não.) e usado apenas por quem não se dá bem com tecnologias mais novas (esquecendo-se do fato que, para quem faz ligações com mais frequência do que qualquer outra coisa, esse tipo de aparelho é excelente).

Sistema operacional/Linhas de modelos:

Windows Phone: Não importa o quanto a pessoa diga que é bonito, simples e leve (em termos), os números julgam o portador de um smartphone com sistema operacional Microsoft (provavelmente um Lumia): 1,43 milhões de apps na Play Store (e 95,5% de Androids no mercado) contra 300 mil apps na Windows Store (bem, praticamente nem vendem mais celulares WP). Fora as piadas que, se é Windows, não funciona direito…

Blackberry (ainda existe?): antigamente, quem tinha um desses era visto como algum empresário, provavelmente com agenda cheia de compromissos importantes. Aí veio o iOs com Siri e o Google com a Now, fora trocentos apps e coisas novas em outros modelos… O julgamento para os Blackberries agora deve ser: “Nossa, ele ainda usa essa coisa…”

Acessórios e aparência do aparelho:

Capinhas: Quanto mais discreta, julga-se que a pessoa ou gosta da aparência original do aparelho, ou que tem cuidado com a conservação do celular, ou que comprou um celular frágil e precisa da capinha pois, se ele caísse sem essa proteção, compensaria mais comprar um novo celular do que consertá-lo. Agora, se a capa tem estilo próprio, já se entende que a pessoa que é dona do aparelho nunca planeja guardá-lo no bolso (depois é assaltada e a culpa não é dela) e nem usar o celular intensamente.

Tela trincada/rachada/quebrada em geral: Pode ter sido um mero deslize e pode ter sido no dia anterior, mas é óbvio que ninguém vai querer saber disso. Afinal, a tela é o celular inteiro hoje em dia, e se a pessoa não tem um pingo de cuidado com seu celular, vai ter com qualquer outra coisa? Quando passa mais de 1 hora e o celular não foi para o conserto ainda, então a pessoa não tem capacidade financeira de manter um smartphone.

Aí está um exemplo de coisas de casais que serão julgadas como ridículas ou fofas dependendo do tempo de namoro e do ideal romântico de quem vê.

Papel de parede: Temos categorias de julgamento automático aqui:

  • Foto da própria pessoa: egoísta e narcisista. Pontos extras se for selfie.
  • Foto da pessoa com outra(s) pessoa(s) (seja namoro ou amizade): não consegue viver sozinha, muito carente. Pontos extras se estiverem se beijando.
  • Foto de personagem de filme, anime, desenho ou nome de banda ou coisa assim: odeia a própria realidade, vive só sonhando e fugindo da vida real através de jogos e coisas estranhas, talvez seja emo ou depressivo.
  • Foto de paisagem ou foto genérica do celular: sem criatividade.
  • Foto de outra pessoa (real, próxima): Stalker ou outro caso de carência.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é tendo um Android sem capinha em perfeito estado de conservação e papel de parede de algo que a pessoa goste? Na verdade não, nesse caso te julgariam como sendo normal demais.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é não tendo celular? Também não (vão dizer que é uma pessoa estranha e deslocada ou que não sabe lidar com tecnologia), o único jeito mesmo de evitar ser julgado por outros é não viver em sociedade.

ClaMAN

P.S.: Sejam pessoas conscientes: não julguem os celulares alheios.

P.S.2: Sobre o P.S. acima, é como se eu dissesse: Façam o que eu digo mas não façam o que eu faço.