Noite de sexta-feira

Diferentes pontos de vista para uma noite de uma sexta-feira qualquer

Crianças pequenas:

Dormindo.

Adolescentes baladeiros:

Baladeando.

Universitários:

“Pensando no futuro”.

ClaMAN:

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Diante do computador jogando ou vendo animes, porque dormir cedo é para os que trabalham/estudam no sábado. (Nota: o ClaMAN não é a Gab de Gabriel Dropout)

ClaMAN

Nota: Clique nas imagens para ver personagens/artista/anime.

P.S.1: Sim, foi postada quase no sábado.

P.S.2: Postagens curtas são ótimas para manter o movimento por aqui mesmo sem tanta inspiração.

P.S.3: Foi difícil escolher a última imagem.

Algumas verdades da vida #3

Volta às aulas pode não ser tão interessante…

Volta às aulas não é sinônimo de voltar a estudar. Pelo menos, não na primeira semana. Dependendo do curso e escola (ou o que quer que seja o lugar ou coisa que se aprende), as matérias demoram para “carregar”.

Dependendo do seu nível de preguiça, esse começo é quase (mais) uma semana de férias.

ClaMAN

P.S.: Assim como minhas aulas não passaram de introduções e planos de ensino por enquanto, minha inspiração pós-férias ainda não chegou.

P.S.2: Relaxem, a agenda de postagens será cumprida (eu acho).

P.S.3: Tarefa para casa: escrevam uma redação sobre suas férias.

Festas juninas

Postagem sobre festas juninas em puro sotaque (estereotipado) de caipira procêis.

Aviso: essa postagem contém sotaque estereotipadamente caipira.

O arraiá começô, cumpadi!

Já que tâmo em junho, o que tem em um monte de lugar é festa junina (purquê se fosse em julho, seria julina, uai sô).

Mas… Por quê qui é junina? Num podia sê em outro mêis? Aí eu é que te exprico, cumpadi: é que junho é o mêis que tem um monte de dia de santo: Tem as festa de Santo Antônio, o santo casamenteiro, no dia 13 (oia só, um dia depois do dia dos namorado!). Depois, o santo festeiro (e o santo qui também dizem qui deu nome pra festa), São João, dia 24. E, por úrtimo, 29 de junho é dia de São Pedro.

Óia os mister e as miss caipirinha do ano!

Essas quermesse é tudo de bão, num é, cumpadi? De comida, vai tê tudo quanto for coisa de milho (bolo, pamonha, curau, pipoca e o que mais ocê lembrá), cuscuz, paçoquinha, arroz doce, pastel (pera, isso foi o povo da cidade que trouxe), pé de moleque… De bebida tem quentão e vinho quente pra aquentá, hehe.

E num é só de comida que nóis se diverte, intão tem um monte de brincadeira típica, fora as música (forró, baião e outras modinha que o sanfoneiro quisé tocá) e, claro, a quadrilha!

Num vai pensá naquelas quadrilha de bandido não! Quadrilha de festa junina é dança, que veio lá da França e virô tradição pros lado de cá. E pode dançá de tudo quanto é jeito, quem quisé: muié, home, criança ou vovô, só num dá pra dançá sem par. A ponte quebrô! É mintira!

Fogueira, pau de sebo e pescaria são outras coisa qui tem em umas festa junina por aí. E o correio elegante, pra paquerá as caipirinha… Tem uns qui bota inté bingo no meio da festa (depende da sorte)! Tinha balão também, mas hoje em dia é perigoso dá incêndio, intão vamo só ficá com balão de mintirinha.

Taí umas ideia procê decorá sua festa junina, cumadre. Esse num tem perigo de pegá fogo.

Agora é hora de aproveitá a quermesse! Vai procurá a festa mais perto docê, cumpádi!

CraMâm

P.S.: Peço desculpas (ou não) a todos os caipiras ou a aqueles que falam com sotaque caipira e se sentiram ofendidos com a postagem.

P.S.2: Festas juninas são mais populares em igrejas (por seu sentido religioso e pelo valor arrecadado com venda de comidas e tal) e escolas do fundamental (porque é bonitinho ver as crianças dançando quadrilha e, para alguns, é a única vez na vida que vão poder ficar de mãos dadas com uma garota, dançar com ela e ainda chamá-la de “par”).

P.S.3: Essa postagem era para ser publicada na quarta (que foi um dia depois do dia de Santo Antônio), mas uns remédios para uma tosse chata e um estômago em crise me deram uma sonolência braba. Estou melhor agora.

B Ô N U S :

Uma fanart de uma “fazendeira” conta como representação de caipira em anime? Espero que sim. (Kazami Yuuka (ou USC) de Touhou, arte por Mokku)

Viagem para outro(s) mundo(s)

Como a ficção dá chances para personagens saírem de um mundo “comum” para outro cheio de aventuras.

Estamos em crise, cheios de problemas. O mundo está meio confuso e bagunçado ultimamente. E, além do mais, tem pessoas que não estão raciocinando direito por aí (talvez seja a pressão).

Daqui a pouco explode.

Para quem não quer se envolver com esses problemas, qualquer forma de fugir seria bem-vinda. E, como tem vários países em conflitos (internos e externos), não adianta falar “ah, o Brasil tá uma droga, vou para [insira o nome de outro país aqui]“, porque vai dar na mesma.

Mas a ficção e a criatividade criaram uma escapatória (fictícia, logicamente) para isso: viagens a outros mundos!

Imagine: em um instante, você está saindo de uma loja de conveniência após comprar um pacote de salgadinhos e macarrão instantâneo…
…E, no outro instante, acorda em um mundo de fantasia meio medieval!

Porquê essa mudança? Bem, no contexto (de Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu) não importa – só importa que é um novo mundo, com outros problemas e outras oportunidades. Que tal?

Ah, mas você não quer problemas, prefere uma vida boa e um monte de mulheres (ou homens ou qualquer outra coisa, dependendo de sua orientação sexual) correndo atrás de você como em uma visual novel harém? Basta torcer para que uma maga sem sorte te invoque para ser o serviçal dela (e essa é a história de Zero no Tsukaima).

Deve ser chato ser teletransportado de um mundo comum para um mundo de fantasia, não é? Principalmente quando se é tão amado como o personagem acima.

Ah, mas desaparecer do mundo real de repente, sem aviso pode ser problemático… Então, que tal ter uma nova vida de aventuras disponível quando a vida normal terminar, por conta de alguma fatalidade (ou acidente idiota)? Ser o herói que salva um mundo alternativo pode ser legal caso não se queira reencarnar na mesma vidinha de sempre, ou não se deseje ir para o lugar “tranquilo demais” que é o Céu.

Uma nova vida de ação aguarda a quem sempre desejou por ação na vida anterior.

Se a morte por uma maneira idiota (como a do garoto acima, protagonista de Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku Wo, que morreu de susto ao achar que seria atropelado por um trator) não parece uma maneira boa de sair desse mundo para um novo, sempre dá para se aproveitar de portais e coisas do tipo, que podem abrir de repente e mostrar outro universo.

Aí você é um militar que vai explorar um portão gigantesco que apareceu no meio da cidade. Esse portão sai em outro mundo (que tem uma gothic lolita). Está aí uma boa aventura.

A ideia de Gate: Jieitai Kanochi nite, Kaku Tatakaeri é essa. Mas você pode argumentar: “E se eu não quero viver aventuras? E se eu quero seguir uma vida tranquila e só quero fugir desse mundo problemático?”

Para esse caso, sempre existe a solução de simular um mundo melhor e esquecer dos problemas da vida real. Melhor jeito de fazer isso?

Jogos. Visual Novels. Animes e relacionados. Séries. Mais jogos. Sair de casa é para os fracos.

@cslclaman

P.S.1:

  • Quarta-feira: essa postagem.
  • Quinta-feira: especial. Aguardem.
  • Sexta-feira: Imagem e Postagem 2 #9.
  • Sábado: se eu estiver inspirado, tem postagem.

P.S.2: A primeira imagem é a abertura de Gabriel DropOut. A última é (de novo) a Kirino de Ore no Imouto ga Konnani Kawaii Wake ga Nai.

P.S.3: Estou tão oriental que não lembrei exemplos de ir para outro mundo em séries e filmes americanos.

Carnaval clássico

Carnaval é música, e música é além do samba, axé e tals: não dá pra esquecer as marchinhas de carnaval!

Ok, já reclamei do carnaval ontem. No final, é uma festa nacional, não dá pra fugir muito e não dá pra esquecer que temas como esse atraem leitores (além de ser um feriado, e feriado é igual a descanso, e descanso é bom).

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Além disso, carnaval e música tem tudo a ver: samba, axé, frevo (pera, frevo é estilo de música ou de dança?) e mais um monte de estilos.

Mas não podemos esquecer das clássicas marchinhas de carnaval, populares desde o início do século XX. Presentes nos bailes e festas carnavalescas, desde sempre animando a festa.

Afinal, esse era o jeito "Anos 60" de pular o carnaval.
Afinal, esse era o jeito “Anos 60” de pular o carnaval.

E, se você pensa que são coisa antiga, saiba que ainda são bem populares (além das tradicionais “Mamãe eu quero”, “Ó abre-alas” e outras, as mais novas servem para brincar com as notícias e pessoas atuais – como a marchinha do Japonês da Federal (que não é mais atual, mas foi popular), algumas do Temer e as da Lava Jato).

Para aproveitar o restinho do feriado, então curtam essas clássicas marchinhas (as clássicas mesmo, vejam as mais novas nos links acima).

ClaMAN

P.S.: Acho que é clássico o suficiente.

P.S.2: Depois de hoje, acaba o carnaval e acaba o mês de fevereiro. Já podem parar de mimimi.

P.S.3: Queria achar umas marchinhas em ritmo de rock, mas deu preguiça de pesquisar mais a fundo (está calor aqui em Sorocaba, e calor dá preguiça).

Carnaval para os carnavalescos

Para quem gosta do carnaval, chegou a melhor época do ano. Porém…

Eu não gosto do carnaval.

(mesmo assim, essa postagem vai ser bem ilustrada com fotos do carnaval em diversos lugares do Brasil)

Antes que você seja um daqueles que vai argumentar (“então você não gosta de feriados, pelo jeito“, ou “você é uma pessoa tão sem graça por não gostar de carnaval“), deixe que eu conclua a frase: nunca disse que não gostava de feriados (tem algum outro período em que eu possa colocar os animes em dia?) e nunca disse que eu era sem graça (embora eu realmente seja).

Carnaval em Olinda
Carnaval em Olinda (PE)

Mas enfim, o que eu não gosto no carnaval é esse conceito de que todo o Brasil para (no sentido de parar – essa é uma das partes ruins do acordo ortográfico) só para cair na gandaia folia, e se você não começa a sambar (ou dançar frevo, ou sei lá qual é o costume da região onde você mora) você não é brasileiro.

Carnaval em Palmas (TO)
Carnaval em Palmas (TO)

Talvez seja a mídia? Talvez. Com tanta festa e tantas atrações, é fácil esquecer de outras notícias menos alegres, da crise, do jantar queimado da noite passada… Para os que ficam em casa, parece que todo o povo ao redor foi viajar ou festejar durante o feriado, só se fala nisso…

Carnaval no Rio de Janeiro (RJ)
Carnaval no Rio de Janeiro (RJ)

Nesse ponto que chegamos, dá pra perceber que o carnaval é para quem quer realmente esquecer seus problemas através de bebida, música, dança e calor humano (é só olhar nas duas primeiras fotos: se você não gosta de ficar bem pertinho de outras pessoas, evite qualquer bloco carnavalesco).

Carnaval em São Paulo (SP)
Carnaval em São Paulo (SP)

Alguns vão me perguntar: “Mas você não gosta de se divertir, de sair de casa, de esquecer os problemas?” Se você gosta desse tipo de diversão e do risco de DSTs, vá em frente. Eu vou é voltar para meu computador, onde eu me divirto (jogando e vendo meus animes). Sair de casa? Bem, deixo essa tarefa para quinta-feira, quando as aulas voltarem.

Só porque eu não gosto de participar do carnaval, não significa que vou ser contra quem gosta. Então…

frases-sobre-o-carnaval-11E usem camisinha.

ClaMAN

P.S.: Copio (com alterações) as palavras do Darmstadtio do ano passado: curtirei esse feriadão com os Acadêmicos da Leitura Atrasada, Unidos do Netflix Anime e Mocidade Independente da Minha Cama.

P.S.2: Amanhã, mais postagem de carnaval (eu espero).

B Ô N U S :

Tudo é possível de ser representado em anime. Inclusive nosso carnaval.
Tudo é possível de ser representado em forma de anime. Inclusive nosso carnaval.

Imagem e Postagem – 2ª temporada #4

Uma máscara de carnaval: mera alegria ou disfarce?

Depois de falar da vida universitária, da economia e poupança e da agenda cheia… Hora de relaxar com esse carnaval!

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E eu escolhi como a imagem para a postagem dessa sexta-feira quase sábado uma máscara de carnaval. Por quê? Oras, porque ninguém me sugeriu imagens, como sempre, e porque esse tipo de máscara é um símbolo excelente da folia carnavalesca de todo ano!

Mas… Nos leva a pensar no significado de usar esse tipo de máscara colorida. Talvez seja uma maneira de fugir da rotina quadrada e cinzenta de todo dia durante as festas do carnaval. Ou talvez seja onde pessoas comuns e sem graça ganham um ar de riso e saem para se divertir com os outros foliões. Ou…

Uma maneira de tornar-se outra pessoa e não ser reconhecido enquanto “se diverte” até demais. O que importa sair com aquela(s) pessoa(s), fazer coisas nem tão “adequadas”? É carnaval, e depois que a máscara sair do rosto, nada será lembrado.

ClaMAN

P.S.: Ficou meio sério, não é?

P.S.2: Pra aliviar a tensão (e para sugerir alguma coisa para os que não vão viajar nem pular o carnaval), amanhã tem AnimeRelacionado 7 ½.

P.S.3: Vou arranjar um jeito de arranjar imagens para as próximas postagens dessa série. Senão, não garanto muita coisa melhor que isso.