Coisas que é melhor não fazer nas férias escolares

Antes de fazer alguma coisa, pense se você não está fazendo isso errado… E pense se deveria fazer isso nas suas férias.

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Ainda estamos no meio de janeiro. Isso significa pelo menos mais 15 dias de férias para aqueles que vão voltar às aulas no começo de fevereiro.

Férias significam muitas oportunidades para fazer coisas, incluindo essas opções para quem não quer desperdiçar os dias sem aulas, cursos, trabalhos e etc. O problema é que recebi inúmeros comentários (leia P.S.1) de gente que entendeu mal (ou melhor, não entendeu) o que tentei falar na postagem anterior, então vamos lá:

Coisas que você não deveria fazer nas férias escolares

Tentar invadir uma escola: Tem instituições de ensino que oferecem cursos e atividades nas férias mas, se a escola onde você estuda não é desse tipo, não insista. Se você quer estudar nas férias, procure outras escolas na sua cidade ou cursos online, mas não fique amolando os professores de escolas em recesso, não tente seduzir os seguranças e nem tente pular portões ou muros só pra entrar na escola. Mesmo que suas intenções sejam boas, não me responsabilizo por invasões à propriedade alheia.

Achar que está num shopping quando vai a um museu: Museus são locais para você contemplar obras de arte e relíquias por lá, e não para ficar tirando selfies, comendo e sujando tudo, brincando com as obras expostas, gritando… Não me responsabilizo por broncas e expulsões.

Se perder em uma floresta ou coisa parecida: Ok, você gosta de aventura? E acha que vai ser legal entrar em uma floresta, ou visitar uma ilha isolada, ou andar por um deserto inexplorado… Pode até ser, mas quando a bateria do celular acabar e você não souber mais onde está, quem é ou qual é o caminho de volta, te desejo sorte para sair vivo e inteiro. Não me responsabilizo por choro ou por ossos quebrados.

Destruir sua casa para reconstruí-la depois: Nem sempre estamos satisfeitos com o que temos. Mesmo assim, não acho que uma nova casa fique pronta e habitável em um mês (ou menos, dependendo da duração das suas férias). Além disso, em nossa sociedade capitalista, nada sai de graça – e digamos que uma reforma seja mais barata que uma construção do zero. Não me responsabilizo por gastos com pedreiros e aluguel durante a reconstrução.

Reclamar de salário de trabalho temporário: É ótimo que você tenha conseguido um estágio ou treinamento temporário, mas lembre-se que você provavelmente não vai trabalhar muito tempo nesse lugar e que não compensa pedir aumento. Aliás, como vai provar que seu trabalho (de estagiário) merece aumento? “Ah, chefe, reconheça meus dois dias de trabalho duro…”. Não me responsabilizo por demissões.

Na dúvida, pense antes de fazer certas coisas, ou nem faça. Para esses casos, existe Netflix, Steam e outras coisas para passar o tempo.

ClaMAN

P.S.1: Colocar que recebi inúmeros comentários é emocionante, mas na verdade ninguém comentou sobre a postagem anterior.

P.S.1,5: Não seja um ninguém: comente alguma coisa.

P.S.2: Steins;Gate é ótimo. É demorado para ler (de 30 a 50 horas, segundo o VNDB – isso implica muito texto), mas é ótimo. Não terminei ainda (8 horas de jogo por enquanto), mas ainda é ótimo.

Tradução: “Eu suponho que, da sua perspectiva, parece que somos nós que estamos dentro do monitor. Hehehe, mas é nesse ponto em que você se engana!”

P.S.3: Não, ainda não fiz a agenda de 2018. Talvez eu nem faça. A vida sem um roteiro pode ser boa também… (só que, sem a agenda, a garantia de uma postagem por semana (no mínimo) fica ameaçada).

Tempo de compras (de última hora)

Comprando presentes em véspera de Natal? Vish…

Exatamente um mês atrás, tivemos a black friday (onde mesmo quem fala que é “black fraude”, acaba aproveitando e comprando alguma coisa). Hoje, plena véspera de Natal, temos outro fenômeno de compras:

Chama-se “Presente de última hora“.

Amigo secreto, presentes da família, vale compras e afins – tudo agora.

Chegando no fim de ano, a gente percebe que o ano “passou rápido” demais. O mês também. Afinal, foi-se adiando a compra dos presentes desde o finzinho de novembro (aliás, deveria ter aproveitado a Black Friday para isso… Ah, mas não tinha tanto dinheiro, o 13º atrasou… Etc.), passou para a primeira semana de dezembro, depois foi adiada para dia 15, e por aí vai até que percebe-se que amanhã já é Natal.

Ah, falta um dia pro Natal… UM DIA SÓ? É AMANHÃ? COMO ASSIM, E OS PRESENTES QUE EU TINHA QUE COMPRAR? Oh Mái God!

Para a “sorte” dos retardatários, amanhã é domingo. Domingo, no comércio popular, é sinônimo de lojas fechando 14h (isso quando abrem). Como é véspera de Natal, é sinônimo de trânsito nem tão tranquilo também. Imagino montes de gente viajando de férias (incluindo lojistas).

“Desculpe, já estamos fechando por hoje. Feliz Natal, voltamos dia 2 de janeiro de 2018”.
Nas lojas abertas, é isso aí: lotação maior que praia do Rio durante a virada do ano. Nem queira ver a fila de pagamento.

O resultado de tudo isso (depois do caos e do estresse para comprar seus presentes de última hora) é que, se conseguir comprar presentes, talvez não seja “O” Presente. Provavelmente vai ter custado mais caro, talvez não seja tão satisfatório e ocasionalmente pode dar conflitos.

Vish…

Na dúvida, siga esse guia. Ou dê comida (exemplos: panetone, chocolate), pois pouca gente recusa comida.

ClaMAN

P.S.: Como sempre, não leve tão a sério.

P.S.2: Culpa da sociedade capitalista que esquece que o verdadeiro sentido do Natal é o Papai Noel e, depois, o nascimento de Jesus e a mensagem de paz, harmonia, felicidade, união da família, panetone, peru assado, uva passa em tudo quanto é comida, amigo secreto e piadas de tiozão.

P.S.3: Já sabe que, se acabou nessa situação, ano que vem é melhor se antecipar: aproveite os saldões de limpeza de estoque de janeiro para comprar os presentes para o Natal de 2018.

B Ô N U S :

Blake Friday é trocadilho: o nome dela é Blake Belladonna, de RWBY. Arte por Iesupa. Clique para ver no Danbooru.

Noite de sexta-feira

Diferentes pontos de vista para uma noite de uma sexta-feira qualquer

Crianças pequenas:

Dormindo.

Adolescentes baladeiros:

Baladeando.

Universitários:

“Pensando no futuro”.

ClaMAN:

tenma gabriel white (gabriel dropout) drawn by dokka no kuni no kokuou
Diante do computador jogando ou vendo animes, porque dormir cedo é para os que trabalham/estudam no sábado. (Nota: o ClaMAN não é a Gab de Gabriel Dropout)

ClaMAN

Nota: Clique nas imagens para ver personagens/artista/anime.

P.S.1: Sim, foi postada quase no sábado.

P.S.2: Postagens curtas são ótimas para manter o movimento por aqui mesmo sem tanta inspiração.

P.S.3: Foi difícil escolher a última imagem.

Algumas verdades da vida #3

Volta às aulas pode não ser tão interessante…

Volta às aulas não é sinônimo de voltar a estudar. Pelo menos, não na primeira semana. Dependendo do curso e escola (ou o que quer que seja o lugar ou coisa que se aprende), as matérias demoram para “carregar”.

Dependendo do seu nível de preguiça, esse começo é quase (mais) uma semana de férias.

ClaMAN

P.S.: Assim como minhas aulas não passaram de introduções e planos de ensino por enquanto, minha inspiração pós-férias ainda não chegou.

P.S.2: Relaxem, a agenda de postagens será cumprida (eu acho).

P.S.3: Tarefa para casa: escrevam uma redação sobre suas férias.

Festas juninas

Postagem sobre festas juninas em puro sotaque (estereotipado) de caipira procêis.

Aviso: essa postagem contém sotaque estereotipadamente caipira.

O arraiá começô, cumpadi!

Já que tâmo em junho, o que tem em um monte de lugar é festa junina (purquê se fosse em julho, seria julina, uai sô).

Mas… Por quê qui é junina? Num podia sê em outro mêis? Aí eu é que te exprico, cumpadi: é que junho é o mêis que tem um monte de dia de santo: Tem as festa de Santo Antônio, o santo casamenteiro, no dia 13 (oia só, um dia depois do dia dos namorado!). Depois, o santo festeiro (e o santo qui também dizem qui deu nome pra festa), São João, dia 24. E, por úrtimo, 29 de junho é dia de São Pedro.

Óia os mister e as miss caipirinha do ano!

Essas quermesse é tudo de bão, num é, cumpadi? De comida, vai tê tudo quanto for coisa de milho (bolo, pamonha, curau, pipoca e o que mais ocê lembrá), cuscuz, paçoquinha, arroz doce, pastel (pera, isso foi o povo da cidade que trouxe), pé de moleque… De bebida tem quentão e vinho quente pra aquentá, hehe.

E num é só de comida que nóis se diverte, intão tem um monte de brincadeira típica, fora as música (forró, baião e outras modinha que o sanfoneiro quisé tocá) e, claro, a quadrilha!

Num vai pensá naquelas quadrilha de bandido não! Quadrilha de festa junina é dança, que veio lá da França e virô tradição pros lado de cá. E pode dançá de tudo quanto é jeito, quem quisé: muié, home, criança ou vovô, só num dá pra dançá sem par. A ponte quebrô! É mintira!

Fogueira, pau de sebo e pescaria são outras coisa qui tem em umas festa junina por aí. E o correio elegante, pra paquerá as caipirinha… Tem uns qui bota inté bingo no meio da festa (depende da sorte)! Tinha balão também, mas hoje em dia é perigoso dá incêndio, intão vamo só ficá com balão de mintirinha.

Taí umas ideia procê decorá sua festa junina, cumadre. Esse num tem perigo de pegá fogo.

Agora é hora de aproveitá a quermesse! Vai procurá a festa mais perto docê, cumpádi!

CraMâm

P.S.: Peço desculpas (ou não) a todos os caipiras ou a aqueles que falam com sotaque caipira e se sentiram ofendidos com a postagem.

P.S.2: Festas juninas são mais populares em igrejas (por seu sentido religioso e pelo valor arrecadado com venda de comidas e tal) e escolas do fundamental (porque é bonitinho ver as crianças dançando quadrilha e, para alguns, é a única vez na vida que vão poder ficar de mãos dadas com uma garota, dançar com ela e ainda chamá-la de “par”).

P.S.3: Essa postagem era para ser publicada na quarta (que foi um dia depois do dia de Santo Antônio), mas uns remédios para uma tosse chata e um estômago em crise me deram uma sonolência braba. Estou melhor agora.

B Ô N U S :

Uma fanart de uma “fazendeira” conta como representação de caipira em anime? Espero que sim. (Kazami Yuuka (ou USC) de Touhou, arte por Mokku)

Viagem para outro(s) mundo(s)

Como a ficção dá chances para personagens saírem de um mundo “comum” para outro cheio de aventuras.

Estamos em crise, cheios de problemas. O mundo está meio confuso e bagunçado ultimamente. E, além do mais, tem pessoas que não estão raciocinando direito por aí (talvez seja a pressão).

Daqui a pouco explode.

Para quem não quer se envolver com esses problemas, qualquer forma de fugir seria bem-vinda. E, como tem vários países em conflitos (internos e externos), não adianta falar “ah, o Brasil tá uma droga, vou para [insira o nome de outro país aqui]“, porque vai dar na mesma.

Mas a ficção e a criatividade criaram uma escapatória (fictícia, logicamente) para isso: viagens a outros mundos!

Imagine: em um instante, você está saindo de uma loja de conveniência após comprar um pacote de salgadinhos e macarrão instantâneo…
…E, no outro instante, acorda em um mundo de fantasia meio medieval!

Porquê essa mudança? Bem, no contexto (de Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu) não importa – só importa que é um novo mundo, com outros problemas e outras oportunidades. Que tal?

Ah, mas você não quer problemas, prefere uma vida boa e um monte de mulheres (ou homens ou qualquer outra coisa, dependendo de sua orientação sexual) correndo atrás de você como em uma visual novel harém? Basta torcer para que uma maga sem sorte te invoque para ser o serviçal dela (e essa é a história de Zero no Tsukaima).

Deve ser chato ser teletransportado de um mundo comum para um mundo de fantasia, não é? Principalmente quando se é tão amado como o personagem acima.

Ah, mas desaparecer do mundo real de repente, sem aviso pode ser problemático… Então, que tal ter uma nova vida de aventuras disponível quando a vida normal terminar, por conta de alguma fatalidade (ou acidente idiota)? Ser o herói que salva um mundo alternativo pode ser legal caso não se queira reencarnar na mesma vidinha de sempre, ou não se deseje ir para o lugar “tranquilo demais” que é o Céu.

Uma nova vida de ação aguarda a quem sempre desejou por ação na vida anterior.

Se a morte por uma maneira idiota (como a do garoto acima, protagonista de Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku Wo, que morreu de susto ao achar que seria atropelado por um trator) não parece uma maneira boa de sair desse mundo para um novo, sempre dá para se aproveitar de portais e coisas do tipo, que podem abrir de repente e mostrar outro universo.

Aí você é um militar que vai explorar um portão gigantesco que apareceu no meio da cidade. Esse portão sai em outro mundo (que tem uma gothic lolita). Está aí uma boa aventura.

A ideia de Gate: Jieitai Kanochi nite, Kaku Tatakaeri é essa. Mas você pode argumentar: “E se eu não quero viver aventuras? E se eu quero seguir uma vida tranquila e só quero fugir desse mundo problemático?”

Para esse caso, sempre existe a solução de simular um mundo melhor e esquecer dos problemas da vida real. Melhor jeito de fazer isso?

Jogos. Visual Novels. Animes e relacionados. Séries. Mais jogos. Sair de casa é para os fracos.

@cslclaman

P.S.1:

  • Quarta-feira: essa postagem.
  • Quinta-feira: especial. Aguardem.
  • Sexta-feira: Imagem e Postagem 2 #9.
  • Sábado: se eu estiver inspirado, tem postagem.

P.S.2: A primeira imagem é a abertura de Gabriel DropOut. A última é (de novo) a Kirino de Ore no Imouto ga Konnani Kawaii Wake ga Nai.

P.S.3: Estou tão oriental que não lembrei exemplos de ir para outro mundo em séries e filmes americanos.