Motivador

Gif interativo para animar

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Você sente que sua semana foi uma droga?

Sente que não fez diferença nenhuma para o mundo hoje?

Acha que sua vida é chata, e não tem nada divertido pra fazer além de ler um blog como esse?

Aqui está um .gif interativo para te animar e mostrar que você também pode fazer a diferença para o dia de alguém:

Caso não saiba inglês…

  • Put your finger here: Coloque seu dedo aqui
  • Swipe [qualquer coisa]: deslize o dedo (up = para cima, down = para baixo)
  • Tap: Toque ou encoste na tela.

ClaMAN

P.S.: Quando a postagem tem um .gif, entendam que eu estou sem ideias.

P.S.2: Postagem nos dias 19 e 22. Essas eu garanto.

Por que você corre?

Motivos para correr – você tem um? Ou só corre? (parece coisa de blog fitness…)

Por que você corre?

a) A vida é muito curta para ficar parado ou andando devagar.

b) Treinamento para a corrida de São Silvestre.

c) Quero ir mais longe, mas parece que não saio do lugar…

d) O DESPERTADOR NÃO TOCOU, PERDI A HORA, SÓ DEU TEMPO DE PEGAR ESSA TORRADA, COLOCAR NA BOCA E AGORA DÁ LICENÇA QUE SE EU NÃO CORRER, EU PERCO O ÔNIBUS!

ClaMAN

P.S.: Ultimamente, nem ando correndo muito porque meu joelho direito estala se eu faço força demais nele. É estranho…

P.S.2: O anime da última imagem é K-On!.

Papel de parede e AnimeRelacionados

Imagens relacionadas a animes só para enrolar os leitores.

Eu pretendia publicar um AnimeRelacionado pra vocês nessas férias, mas um AnimeRelacionado leva quase um dia para ficar pronto (tenho que reassistir o anime, tirar prints, procurar fanarts no Danbooru, etc). Como eu fiquei enrolando e, agora, as férias já estão acabando, nem compensa mais fazer para esse mês.

Então, por enquanto, fiquem com fanart(s) do(s) anime(s) do(s) próximo(s) AnimeRelacionado(s). Podem ser usadas como papéis de parede.

Saenai Heroine no Sodatekata (ou Saekano) – tema do AnimeRelacionado #7½. Arte por Yuurei Yashiki. Resolução: 1920 x 1080.
Flip Flappers – tema do AnimeRelacionado #8 (talvez). Arte por C Otom. Resolução: 743 x 1000 (serve como papel de parede de celular se cortar as bordas).

Além do 7½ (para o mês que vem) e do 8 (para janeiro que vem), tem mais um para outubro (aproximadamente), mas não achei papel de parede decente dele, então vai uma das citações que esse anime nos oferece:

Seitokai no Ichizon – tema proposto para o AnimeRelacionado #7¾. Screencap da 2ª temporada (ONA), ep. 4.

ClaMAN

P.S.: Com o tempo que gastei procurando essas imagens no meu computador, poderia ter feito o AnimeRelacionado 7½.

P.S.2: Tem gente que já voltou a ter aulas, não é? E tem gente que espera uma postagem de volta às aulas, não é? Minha resposta é: Só no dia 31.

Cenas marcantes de beijos para ver no dia do beijo, segunda edição

…Porque a primeira não foi suficiente.

O Twitter ficou me enchendo o saco que hoje é dia do beijo (de novo) e, como eu fiquei devendo algumas cenas yuri na postagem sobre o (primeiro) dia do beijo desse ano…

Hoje, de novo, é dia de pensar em beijos (ou em quem você gostaria de beijar (consentidamente, por favor)). Também é dia de sentir falta de dar uns beijinhos (de novo citando o Twitter… Tem gente que está sem esse tipo de “contato” há mais tempo que este autor).

Enfim, se na primeira postagem eu atendi o público “geral”, agora é hora de ser esquerdista liberal e atender o público LGBT.

(Aviso: daqui para baixo tem spoilers de (animes:) Naruto (hã?), Kuzu no Honkai (de novo), Sakura Trick, (séries:) The L Word. Se não quiser ver cenas que podem revelar sobre a história, beije veja de olhos fechados.)

(Aviso 2: Se procura por cenas mais heterossexuais, recomendo que pare com essa homofobia e depois veja a postagem anterior sobre dia do beijo.)

Continue Lendo “Cenas marcantes de beijos para ver no dia do beijo, segunda edição”

Brincando de contar os dias

Colocando os pingos nos Is e completando o calendário.

Hoje é o último dia de junho, sendo que amanhã começa férias julho. Isso pode não significar muita coisa para você (afinal, mudou o mês, mas amanhã será só um sábado comum, no fim das contas).

Só que, para um editor inútil, certas coisas comuns são motivos para postagem, como isso:

Ou seja, eu fiz o esforço de fazer postagem toda segunda, quarta e sexta só para fazer um UT bonitinho no calendário inútil que fica ali do lado? Sim.

Essa postagem de hoje completa o T? Sim também.

Eu vou continuar fazendo isso durante os meses seguintes para escrever “UTILIS INUTILIS” usando o calendário? Sim, pretendo, mas o mês que vem será uma exceção.

Afinal, duas postagens foram publicadas um dia depois do dia que eram para ser postadas (mas eu usei um recurso chamado “viagem no tempo” (leia-se: publiquei com a data alterada)) e ninguém percebeu isso.

Bem, essa era a meta do mês. Boa noite e bom mês de julho para vocês. Amanhã tem postagem.

Mensagem cheia de verdades dessa noite. Anime: Owarimonogatari

ClaMAN

P.S.: Início de julho = início de novas séries de animes. Temos algumas estreias yuri por aí…

Julgamento do seu celular

Não é correto julgar os outros, mas quando se vive em sociedade… Não tem jeito: até o celular é julgado.

Já que julgamentos estão no auge nos últimos dias, vou mostrar que qualquer coisa (MESMO) acaba sendo julgada por qualquer um. Quer um exemplo óbvio? Celulares.

Sim, exatamente aquele aparelho que você usa para tirar selfies e mandar mensagens pelo WhatsApp. Arte por Houmatu Awa

Celulares são itens pessoais (e deveriam ser intransferíveis, mas aí é outro detalhe). Como qualquer item pessoal (assim como roupas, penteado, acessórios, bolsas/mochilas e etc), um telefone celular evidencia preferências e personalidade de seu dono. Alguns mais “julgadores” vão se aproveitar disso para descobrir sobre você (e, claro, te estereotipar).

Eu, como não tinha nada para fazer (além de revisar histórias, estudar para duas provas e resolver listas de exercícios), juntei coisas que pessoas normalmente julgam em celulares alheios, mesmo que não seja certo ter tais tipos de preconceitos apenas a partir de um pedaço de plástico+metal.

Tipos/modelos de celulares:

iPhone: Dependendo da pessoa, prevê-se que tem dinheiro… Ou pelo menos finge ter (é a opção mais imaginada por muitos). Se usar capinha protetora (veja mais sobre capinhas abaixo), como não quer enfatizar que é um iPhone, ou é um modelo de iPhone mais antigo (aí evidencia a falta de dinheiro para comprar um iPhone 7 de R$ 3600) ou a pessoa deve ser designer de alguma coisa, ou (de novo) pelo menos finge ser. Talvez seja hipster.

Samsung Corby (também se aplica a outros celulares que tinham a proposta de serem baratos com aparência ou função diferenciada): Provavelmente a pessoa se achava descolada. Só se achava, porque o Corby era bem barato e tinha especificações bem simples (bem, é um celular de 2009). Se algum desses ainda funciona, julga-se que o dono tem problemas financeiros (e, se ainda se achar descolado por ter um desses, também deve ter problemas psicológicos).

Qualquer feature phone: Mesmo que a pessoa tenha idade abaixo de 40 anos, será julgada como sendo muito mais velha, pois um celular desses hoje em dia é visto como obsoleto (Touchscreen? Não. WhatsApp? Não. Câmera frontal ou de alta resolução? Não. 4G, WiFi? Não. Play Store? Não.) e usado apenas por quem não se dá bem com tecnologias mais novas (esquecendo-se do fato que, para quem faz ligações com mais frequência do que qualquer outra coisa, esse tipo de aparelho é excelente).

Sistema operacional/Linhas de modelos:

Windows Phone: Não importa o quanto a pessoa diga que é bonito, simples e leve (em termos), os números julgam o portador de um smartphone com sistema operacional Microsoft (provavelmente um Lumia): 1,43 milhões de apps na Play Store (e 95,5% de Androids no mercado) contra 300 mil apps na Windows Store (bem, praticamente nem vendem mais celulares WP). Fora as piadas que, se é Windows, não funciona direito…

Blackberry (ainda existe?): antigamente, quem tinha um desses era visto como algum empresário, provavelmente com agenda cheia de compromissos importantes. Aí veio o iOs com Siri e o Google com a Now, fora trocentos apps e coisas novas em outros modelos… O julgamento para os Blackberries agora deve ser: “Nossa, ele ainda usa essa coisa…”

Acessórios e aparência do aparelho:

Capinhas: Quanto mais discreta, julga-se que a pessoa ou gosta da aparência original do aparelho, ou que tem cuidado com a conservação do celular, ou que comprou um celular frágil e precisa da capinha pois, se ele caísse sem essa proteção, compensaria mais comprar um novo celular do que consertá-lo. Agora, se a capa tem estilo próprio, já se entende que a pessoa que é dona do aparelho nunca planeja guardá-lo no bolso (depois é assaltada e a culpa não é dela) e nem usar o celular intensamente.

Tela trincada/rachada/quebrada em geral: Pode ter sido um mero deslize e pode ter sido no dia anterior, mas é óbvio que ninguém vai querer saber disso. Afinal, a tela é o celular inteiro hoje em dia, e se a pessoa não tem um pingo de cuidado com seu celular, vai ter com qualquer outra coisa? Quando passa mais de 1 hora e o celular não foi para o conserto ainda, então a pessoa não tem capacidade financeira de manter um smartphone.

Aí está um exemplo de coisas de casais que serão julgadas como ridículas ou fofas dependendo do tempo de namoro e do ideal romântico de quem vê.

Papel de parede: Temos categorias de julgamento automático aqui:

  • Foto da própria pessoa: egoísta e narcisista. Pontos extras se for selfie.
  • Foto da pessoa com outra(s) pessoa(s) (seja namoro ou amizade): não consegue viver sozinha, muito carente. Pontos extras se estiverem se beijando.
  • Foto de personagem de filme, anime, desenho ou nome de banda ou coisa assim: odeia a própria realidade, vive só sonhando e fugindo da vida real através de jogos e coisas estranhas, talvez seja emo ou depressivo.
  • Foto de paisagem ou foto genérica do celular: sem criatividade.
  • Foto de outra pessoa (real, próxima): Stalker ou outro caso de carência.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é tendo um Android sem capinha em perfeito estado de conservação e papel de parede de algo que a pessoa goste? Na verdade não, nesse caso te julgariam como sendo normal demais.

Então, o único jeito de escapar do julgamento alheio é não tendo celular? Também não (vão dizer que é uma pessoa estranha e deslocada ou que não sabe lidar com tecnologia), o único jeito mesmo de evitar ser julgado por outros é não viver em sociedade.

ClaMAN

P.S.: Sejam pessoas conscientes: não julguem os celulares alheios.

P.S.2: Sobre o P.S. acima, é como se eu dissesse: Façam o que eu digo mas não façam o que eu faço.

Apresentações de trabalhos

Ah… A vida de estudante… A convivência com apresentações de trabalhos…

Não importa se for primário ou mestrado, um estudante sempre terá que conviver com uma coisa: apresentações.

Err, então, a revolução constitu… Consitu… Contribucionacionalista foi em… Mil novecentos e vinte e dois, né… E daí…

Segundo qualquer professor, a apresentação de trabalhos (ou seminário (não confunda com este seminário)) diante da classe serve para avaliar, além do próprio trabalho, a postura do aluno e sua proficiência e desenvoltura para falar em público. Afinal, no mercado de trabalho, o estudante terá que desempenhar diversas apresentações e expor suas ideias em público, e a escola é o local onde ele pode errar.

(Na verdade, apresentações de trabalho são simplesmente formas de tortura para os tímidos, são provas de fogo para os que não estudaram e são humilhações para os que fizeram o trabalho e tem que aguentar as pessoas do grupo distorcendo todo o conteúdo dele #SóAVerdade)

Não há idade para começar a fazer apresentações de trabalhos.

Apresentações de trabalhos costumam ser em bandos grupos (“professora, pode ser dupla de três?”) e, dentre os integrantes do grupo, sempre tem:

  • Aquele que fez o trabalho inteiro e deveria apresentar sozinho
  • Aquele que imprimiu as imagens/fez os slides e acha que sabe do trabalho todo
  • Aquele que é amigo do que fez o trabalho todo e não faz a mínima ideia do tema do trabalho
  • Aquele que tem uma vergonha danada de apresentar e, mesmo sabendo o conteúdo, provavelmente vai faltar no dia ou simplesmente começar a chorar durante a apresentação.
Porque esse tópico é muito importante para todos e… (continua a ler o slide)

No começo (primeiros anos da vida escolar), o estudante tem seu trabalho apresentado, seu cartaz colado na parede e pronto, sem pânico. No ensino médio, os professores já começam a fazer perguntas (leves, mas instigantes) sobre o tema. Aí você passa para uma faculdade/universidade e tem regras como: 20 minutos (no mínimo) para apresentar, entregar a parte escrita na semana anterior, as perguntas (do professor e dos alunos) passam a cobrar muito mais estudo…

Mas, se tem uma coisa que, não importa se o trabalho for individual ou em grupo, apresentado em cartaz, data show ou dancinha, com 3 ou 30 minutos para ser descrito, com professores legais ou que vão querer enfatizar que você não colocou o ponto final no slide 12 depois de destroçar sua alma pelo trabalho todo…

Sempre tem aqueles que fazem o trabalho no último instante possível (no pior dos casos, é quando o grupo anterior está apresentando)

ClaMAN

P.S.: Já terminou o próximo trabalho a apresentar para este mês? (Duvido)

P.S.2: Apresentei um trabalho hoje. Ainda bem que o professor fica com um humor melhor na nossa turma do que na apresentação de trabalhos da turma do semestre anterior. Sorte de “veterano”?