O que NÃO fazer em um dia dos namorados (2)

Você é uma pessoa que namora? Você quer zoar a pessoa que namora? Se você tem certeza das duas respostas, essa postagem pode ser interessante.

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Esse, ao contrário do primeiro, é para quem tem namorado, namorada ou o que quer que seja.

Casal de Tamako Market. Arte por Momose.

Se você namora alguém, deve ser porque gosta da pessoa, talvez até pense em um futuro a dois (ou a três, quatro, etc (leia-se: filhos)).

Dependendo do seu romantismo e da sua situação financeira, deve ter planejado algo para hoje – jantar, encontro, presentes, noite especial… E não espera que algo dê errado.

Essa parte do encontro foi depois de assistir um filme. (Nota: antes de rir, pense que toda forma de amor é válida)

Porém, se você tem espírito zoeiro, adora ver a desgraça alheia e já tem ideias de como vai curar os corações partidos depois dessa brincadeira (recomendo chocolates, presentes, viagem para algum lugar muito bom e muito amor), tente isso.

Lembrando que eu sou imune a qualquer tipo de reclamações de “ah, deu errado”. Não testei isso e, de qualquer forma, como testaria? (afinal, terminar um namoro que nem existe é impossível até onde eu sei).

Se não quer assistir o vídeo (ou um dos similares, existem milhares de vídeos que fazem a mesma coisa), eu explico por texto:

  1. Entre em contato com a pessoa que você namora (ajuda se você passar algum tempo meio distante dela)
  2. Avise que a situação não está boa (se usar metáforas, ajuda – ou pode fazer igual o vídeo que coloquei e usar versos de músicas sobre dor de cotovelo (Adele?)).
  3. Desvie de qualquer pergunta que a pessoa fizer
  4. Conclua assumindo que está terminando o namoro, cada um pro seu lado, um dia vou encontrar alguém como você (Adele²). É importante mostrar sua firmeza nessa decisão.
  5. Veja a reação e prepare-se para o drama. Lembre-se que tudo pode dar errado e a pessoa realmente terminar o namoro. Esteja preparado para uma DR (discussão de relacionamento).

Não me responsabilizo por casais terminados. Se quiser culpar alguém, culpe a Laís Vieira Sinecelli Meirel.

ClaMAN

P.S.1: Esperava algo romântico ou fofinho? Só à noite.

P.S.2: Esperava imagem da Taiga e Ryuuji? Só à noite.

P.S.3: Anúncio interessante (ou não) à tarde.

(12E) Anti cupido – Capítulo 10

No mês dos namorados (só na história), muitos namoros esperando para serem terminados.

Anti Cupido

(Só para constar: o logotipo passou por uma pequena mudança)Quarta estação:
Evitando ao máximo novas relações, embora sem impedir do coração as pulsações


(Ler o capítulo anterior…)

Capítulo X : Junho – É muita novidade (sem sentido) ao mesmo tempo

banned_download_proviÉ incrível ver como as coisas mudam rápido, antes mesmo que possamos falar alguma coisa dessas novidades… Antes mesmo que Leonardo pudesse sair correndo, o celular de Laís já atingira em cheio a testa dele, fazendo-o cair meio inconsciente.

Continue Lendo “(12E) Anti cupido – Capítulo 10”

Diferença entre: declaração de amor e pedido de namoro

A diferença básica (e difícil de entender) entre “declaração de amor” e “pedido de namoro”

Leitor qualquer vendo o título, depois o nome do autor:

Esse cara desaparece por quase um mês e, quando volta, é pra falar de coisa de amor! Ah, pelamor, vou parar de ler esse blog!

Bem, não vou dar desculpas, mas só digo que não precisa nos abandonar, é só ir até o menu “o que cada autor fez de novo”, na barra lateral esquerda, e clicar em Darmstadtio. Pronto, problemas?

Mas, se quiser continuar a ler as postagens de um aprendiz de programador músico fã de animes, siga em frente. Tentarei não decepcionar vocês.

pedidos-de-casamento-criativos-11Pois bem, qual a diferença entre declaração de amor e pedido de namoro?

Continue Lendo “Diferença entre: declaração de amor e pedido de namoro”

Você quer namorar meu avatar?

Sabe aquele personagem que você passa horas criando, arrumando o nariz, aumentando a bochecha, colocando roupas e avançando suas habilidades?
Seja no The Sims, no Skyrim, no GTA ou em qualquer outro jogo que você monta seu personagem.

Quantas vezes você já se apaixonou por algum que tenha visto por aí?

Poderia ser uma pessoa, mas é apenas um personagem do The Sims.
Poderia ser uma pessoa, mas é apenas um personagem do The Sims.

Isso é pior ainda em jogos online, onde seu/sua pretendente te pede por itens caros e especiais. Acabando com seu cash do jogo e sem garantia de que ela seja sua. Até parece vida real.

Mas, pouco importa.
Ela é tão fofa, as animações são tão boas, ela é perigosa, ela é doce, ela é tão linda, ela gosta das mesmas coisas que eu e ainda  joga meu jogo favorito…
Porquê não namorar com esse avatar?

(Se necessário, ative as legendas)

Só namoro se der espada +7 de ataque encantada com chama flamejante 3

D
armstádtio

Amor como motivo de vida

Falando qualquer coisa sem sentido sobre namoro e onzembro. Imagem ecchi no bônus.

Sábado foi dia nove de novembro. Poderia ser nove de onzembro, afinal é o mês 11, mas não é. Logo, hoje, dia 11 de novembro, não terá uma fonética bonitinha… Mas, isso são divagações inúteis.

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Imagem de uma garota sonolenta para ilustrar a parte de divagações acima. (artista: travo)

Digamos que você esteja em um relacionamento sério com alguém.

Assim que você fala: “te amo mais do que tudo”, ou “não consigo viver sem você”, já está colocando seu amor como motivo do seu viver.

Se a pessoa com quem você tem um relacionamento sério terminar o namoro, ou te trair, ou etc., teoricamente, você morre.

Afinal, essa pessoa era sua vida… Se ela te abandona, você não tem mais vida, ou estou errado?

Lide com isso agora, acho que é um bom ponto de reflexão.

< C l a M A N >

P.S.1: Essa postagem tem o patrocínio da Associação Sem Indiretas. Sério.

P.S.2: Eu pretendia falar um monte de coisas, mas fiquei com preguiça estou tentando implantar um novo padrão de “teclar menos e postar mais”.

B Ô N U S :

Essa era uma outra opção para a garota sonolenta, mas por motivos de ecchi não usei. Se você achar que não está abrindo, clique na imagem.
Essa era uma outra opção para a garota sonolenta, mas por motivos de ecchi não usei. Se você achar que não está abrindo, clique na imagem.

 

Love to be loved – Parte 1

1ª parte de uma história em 5 capítulos que fala de amor… Embora não seja extremamente romântica.

I – A thought about the dating meaning

Caía uma garoa fina no momento em que André chegou ao ponto marcado para o encontro. Caroline já estava esperando, encostada em uma das pilastras que sustentava o telhado do pequeno quiosque da praça. Vagava o olhar pelas árvores gotejantes, até perceber a presença do namorado se aproximando. Virou-se rapidamente e, com uma breve corrida – de uns dez passos – ela alcançou-o.

Após um selinho de cumprimento e um abraço carinhoso, decidiram procurar alguma lanchonete vazia. Ambos estavam com fome, mas Caroline fez questão de esperar André chegar.

Era dia dos namorados. Lojas estouravam de coraçõezinhos e promoções, e qualquer lugar que estivesse seco e desse para sentar estava ocupado por um casal. André realmente não gostava do dia dos namorados como forma de se celebrar um namoro. Não dera nada de presente para a namorada – e também não ganhou nada – mas estava em um encontro por ideia dela, que não queria ficar em casa e aproveitou a deixa da data para leva-lo como companhia. Para Caroline, o dia deveria se chamar “dia do amor”. Pelo menos iria acabar com todo o apelo capitalista.

Conversaram sobre isso enquanto lanchavam.

– Dia do amor… O comércio iria detestar essa ideia. – André disse após engolir um pedaço do hot-dog que comprara.

– Pense no valor simbólico, Dré. Seria melhor do que milhares de anúncios falando “demonstre seu amor comprando esse negócio supercaro de presente para seu namorado”… – Discutiu Caroline após um gole de refrigerante.

– Seria bom se as pessoas demonstrassem mais o amor umas pelas outras.

– Esse é o objetivo. Amor e sentimento, não montes de pessoas se atracando no meio da rua. – Ela pareceu inconformada.

Eram namorados, mas tinham certa vergonha de dar longos beijos e amassos em locais públicos. Além disso, já cessara a paixão e atração física de início de namoro – afinal, já eram quase oito meses de união. Ainda havia o afeto e a vontade de ficarem sempre juntos, uma boa amizade e uma intimidade crescente.

André acalmou-a. Não que ele estivesse muito relaxado para poder acalmar alguém, mas ver aquela expressão de chateação não podia ficar no rosto dela, segundo ele. Por isso, segurou na mão da companheira.

– Essa é a visão de namoro que a maioria das pessoas tem. – Fez contato visual com ela – Não dá pra fazer nada, Carol.

– Mas podiam ser como nós… – A menina inclinou a cabeça, em uma expressão de criança que pede um doce.

– Nós é que teríamos que ser como eles… Mas não precisamos disso. Somos o que fazemos e o que achamos melhor fazer.

– E não precisamos ser como todos. – Ela completou com a fala que sabia que ele falaria depois. Já conhecia a peça o suficiente para entender esse padrão de pensamentos.

Discutiram mais um pouco sobre o conceito de dia dos namorados até acabar a refeição. Aproveitaram que a chuva cessou para passear pelas lojas, embora desistissem após ver a grande movimentação, principalmente de casais apaixonados.

Terminaram por se refugiar no mesmo quiosque do início do encontro. Por falta de bancos vazios ou sem resto de água da chuva, sentaram-se juntos no chão. Caroline ainda olhava com desaprovação os casais que pareciam ser uma coisa só, de tamanha união e proximidade física.

Não era um de seus melhores dias, afinal. A irmã resolvera passar em sua casa para desafogar as mágoas de ter sido traída. Nunca gostara da parente, egocêntrica e metida a princesa; por isso, Carol marcou um encontro repentino para evitar outro encontro deprimente. Porém, incomodava-se com tudo ao redor.

Podia guardar para si os pensamentos, mas não conseguia evitar demonstrar chateação.

André percebeu a infelicidade da namorada. Em um gesto de acolhida, passou o braço por detrás do ombro dela e beijou suavemente sua bochecha. Ela, em resposta, repousou a cabeça e murmurou:

– Como funciona a cabeça dessas pessoas… Que visão é essa de namoro…

Ele também se incomodava, mas em menor grau. Apenas ignorava aquele tipo de manifestação de paixão.

– Francamente, nem sei por que nós namoramos. – Continuou Caroline.

– Como assim? – André, com certo questionamento, virou levemente o rosto para ela, que estava com a cabeça encostada em seu ombro.

– Namoro seria um tipo de preparação para o casamento, não é? Se for ver pelo sentido original…

Em nenhum momento André pensara nisso. A palavra “Casamento” acabou sendo ligeiramente pesada para ele. Caroline prosseguiu:

– Quem, hoje em dia, na nossa idade, namora tendo o objetivo de casar? E tenho certeza que você nem tinha pensado por esse ângulo, Dré…

– Se você ver de outra maneira, o namoro é uma maneira de expressar o amor e suprir a necessidade de contato físico…

Ela se ergueu e lançou um olhar penetrante ao namorado, depois olhou e apontou com a cabeça para o casal no banco mais próximo, que provavelmente bateria o recorde mundial de “beijo francês mais longo”.

– Nesse seu conceito entra também exibicionismo, certo? – disse ela, ironicamente.

– Bem, melhor andarmos um pouco.

Andando calmamente, mas com certa tensão, seguiram pelas ruas novamente molhadas pela chuva que começava.

– Você se declarou porque gostava de mim. Eu te pedi em namoro porque gostava de você. – disse André enquanto abria o guarda-chuva que trouxera na mochila.

– Aceitei namorar porque gostava de você. Mas não nego que já tive devaneios sobre nosso casamento… – Caroline sorriu.

– Mentalmente, eu já fui mais longe e estava pensando nos nossos filhos…

Mal ele terminou a frase e uma mão furiosa o estapeou. Não foi muito forte, mas foi considerável. Ela fixou-lhe um olhar choroso, e ele continuou:

– Nos filhos, bobinha. Mas nada de mais… Praticamente, seu rosto não me deixa pensar em muitas outras coisas.

Caroline ficou ligeiramente corada, e o coração bateu mais forte. Era normal e, para ela, divertido.

– Só que esse nada de mais… Significa que nosso namoro é ligeiramente sem objetivo. – Concluiu André.

– Não posso negar. Tenho aquele ponto de vista, mas não que é meu objetivo. Não pretendo casar contigo.

A menina parou de chofre. Disse:

– Mas… Dré… Sempre que penso em você, fico feliz. Meu coração bate forte. E me lembro do seu rosto. Se isso não é amor… Não sei o que seria.

– E tudo o que eu vejo me faz pensar em você, e é uma sensação boa. E isso foi muito bonitinho da sua parte. – Ele riu.

– Só porque eu não faço o perfil “garota morrendo de amores” não significa que não posso ser romântica de vez em quando, Andridiota.

– Também te amo, Cabobinha.

– Não muda o fato que eu não sei mais o que é, realmente, um namoro.

– Depois falamos nisso.

Seguiram em frente. Descontraíram-se mais, conversaram sobre as modas ridículas atuais e algumas coisas socioeconômicas. Mais amizade do que namoro.

Como sempre, o que era pra ser só um selinho acabou sendo quadruplicado, na hora triste da despedida. No caminho de volta para casa, André ficou pensando nesse detalhe, que martelava incessantemente em sua cabeça.

“Mais amizade do que namoro”. Mais conversas e mais brincadeiras que agarrações, contato físico e palavras de amor.

Então, no dia seguinte, assim que viu Caroline chegar à escola, fez algo que lhe parecia simples e indolor. Cumprimentou-a normalmente e disse, sem pensar muito:

– Eu estava pensando no que conversamos ontem e na nossa relação… E acho que seria melhor se terminássemos nosso namoro.

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Parte 1 / Parte 2 / Parte 3 / Parte 4 / Parte 5 [final] / Final alternativo

ClaMAN
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Anotações:

  • O título significa: Amor para ser amado. Coloque o mouse acima do nome do capítulo para ver a tradução.
  • Pequena nota feita antes de eu começar a escrever o conto: “ClaMAN, você é um escritor ou um saco de batatas?”. Depois eu explico.
  • Revisão dos originais feita por MM [autor do Macabre e outros posts, que (pra variar) namora].
  • De chofre = de súbito.
  • Antes de falar que acabou mal, espere os próximos capítulos.
  • Estou com sono.
  • Contrata-se um desenhista para a ilustração da última parte. Paga-se bem. Interessados podem mandar email para cslclaman@outlook.com ou comentar abaixo.
  • Comente também quais são suas expectativas.

Guia prático para um bom relacionamento amoroso

Esse guia é algo básico e simples, feito de maneira a ser facilmente entendido. Em alguns passos, você saberá como ter sucesso em sua vida amorosa.

OBSERVAÇÃO: A Editora Utilis Inutilis LTDA. não se responsabiliza por falhas nas instruções e nem se interessa na sua aparência. Portanto, se você é ou só acha que é feio, a gente não tem nada a ver com o que vai acontecer.

Ryuuji e Ami, de Toradora. Ryuuji desistiu da tsundere kawaii Taiga e acabou com a modelo Ami Kawashima. Daria um ótimo final alternativo, com a Taiga se apaixonando por mim.
Final alternativo para Toradora

Para homens ou garotas que curtem yuri:

1 – Apaixone-se por uma garota

2 – Confirme se ela gosta de você

3 – Declare-se a ela [a não ser que você seja o(a) passivo(a)

4 – Peça-a em namoro, caso o passo 3 seja um sucesso.

5 – Conheça-a durante o período de namoro.

6 – Caso haja um número excessivo de problemas na relação, termine o namoro e retorne ao passo 1.

Garotas ou caras que curtem yaoi:

1 – Apaixone-se por um garoto

2 – Confirme se ele gosta de você

3 – Declare-se a ele [caso você seja a(o) ativa(o)] ou espere uma declaração dele.

4 – Peça-o em namoro, caso obtenha sucesso no passo 3.

5 – Conheça-o durante o período de namoro.

6 – Caso haja um número excessivo de problemas na relação, termine o namoro e retorne ao passo 1.

ClaMAN

P.S.: Eu já usei esse guia. Só não deu certo porque o passo 2 falhou e o 3 não foi realizado.

B Ô N U S

Sword Art Online (SAO) - Kirito e Asuna
Kirito e Asuna, o casal popular de Sword Art Online, um anime atualmente popular. Se era pra ter imagem de casal, deve servir.
Taiga e Minori - Toradora
Se você quer que a Taiga fique com o Ryuuji, Tecle 1. Se você quer que a Taiga fique com o Kitamura, tecle 2. Se você quer que a Taiga fique com a Ami, tecle 3. Se você quer que a Taiga fique com a Minori veja a imagem.