Algumas verdades da vida #2

Dar sinal para um ônibus não é garantia de parada…

Não é só porque você dá sinal para um ônibus significa que ele vai parar para seu embarque. Ele pode não ter visto, ou pode estar cheio, ou pode ser um daqueles motoristas que simplesmente não gosta de pegar passageiros.

ClaMAN

P.S.: É ruim em caso de greve: você espera uma hora por um ônibus qualquer, aí ele passa direto por estar realmente cheio (nesse caso, atravessei a rua e, por sorte (e por ter dois ônibus juntos indo para o mesmo lugar) consegui pegar outro vazio, haha).

Resumão sobre viagens no tempo

Um pouco sobre como deve ser a sensação de viajar no tempo.

O mundo da ficção científica tem muitas vertentes (e não, não é só coisa espacial como Star Wars que conta como ficção científica). Uma delas é a de viagem no tempo.

Crossover (maneiro) por tr0yka.

Viajar no tempo é o conceito de voltar ao passado ou então de avançar para o futuro. Por enquanto, é uma coisa que existe apenas na ficção mesmo. Não deixa de ser combustível para diversas histórias de diversos gêneros.

O problema de viagens no tempo (principalmente para o passado) é o tanto de paradoxos que pode causar, por isso é um tema complicado de se trabalhar. Afinal, eliminar seu eu do passado faria seu eu (ou seja, você) do futuro sumir? É algo que cada autor prefere pensar de um jeito.

Só ilustração.

E bem, para concluir, por que personagens viajam no tempo? Pode ser para salvar alguém, pode ser para simples curiosidade científica (para um historiador, ver o passado com os próprios olhos deve ser legal, não é?), pode ser por qualquer outro motivo.

Um último motivo possível é quando um certo editor de um certo blog esquece de publicar a postagem no dia certo, e precisa voltar no tempo para postar no dia certo. Bem, funciona mais ou menos.

ClaMAN

P.S.: Um dia eu faço uma postagem sobre viagem no tempo decentemente.

P.S.2: Espero que essa seja a última vez que usarei esse método.

P.S.3: Dia 30 eu explico o motivo das viagens.

P.S.4: Aproveitar o tempo que eu ganhei voltando no tempo para assistir animes.

Músicas de Segunda #7

Nessa noite de segunda, uns sertanejos hardcores para vocês!

Você é daqueles que só gosta de rock e nenhum outro estilo agrada seu gosto “superior”?

Ou você é daqueles que mantém uma pose de metaleiro e não quer que as pessoas vejam você ouvindo algo “leve”?

Ou você mantém sua preferência pelo sertanejo, mas está disposto a ver estilos meio “alternativos”?

Para esses motivos acima (e outros que não foram listados), eu lhes apresento: Hardneja Sertacore!

O nome é a junção de Sertaneja com Hardcore, e o estilo da banda é exatamente esse: juntar clássicos românticos (ou não) do sertão com uma batida totalmente rock hardcore.

Essa banda surgiu lá por 2007 (dez anos atrás!) e transformou diversas músicas sertanejas (seja de raiz, seja romântico, seja universitário) em músicas que podem fazer um rockeiro esquecer que, originalmente, eram obras tocadas com sanfona, viola caipira e tals.

Se a banda ainda existe? Não sei (pelo visto não). Mas qualquer tipo de junção entre estilos aparentemente tão distantes, quando feita de um jeito desse, fica maneira.

Vida longa ao metal sertanejo, ou o que quer que seja esse estilo!

Ah, se quiser ver mais músicas do Hardneja Sertacore, vasculhe pelo Youtube e seja feliz.

ClaMAN

P.S.: Eu pediria desculpas por roubar a série de outro editor, mas como sou o único editor atual desse blog, não me importo.

P.S.2: 23:20 ainda é segunda-feira.

P.S.3: Agradeço a um amigo por me apresentar essa banda. Ele é rockeiro, aí falaram para ele ouvir uns sertanejos, nisso ele achou essa banda e uniu os dois mundos.

B Ô N U S :

Mais uma música deles só pra animar sua madrugada noite de segunda.

Greves

Greves, paralisações e movimentos sindicais em geral. O próximo pode afetar você…

(Não, o Utilis não vai entrar de greve – eu sei que meu salário de editor é ridiculamente baixo (0 reais por postagem), mas meu chefe (eu mesmo) já me deu aumento (qualquer coisa% de 0 = 0).)

O ato de greve é a expressão máxima do trabalhador (ou melhor, do sindicato, mas isso é detalhe). No passado, greves eram organizadas como forma de pressionar os patrões (donos das máquinas e da grana toda) a darem direitos e benefícios (que, durante a Revolução Industrial, eram solicitações como “menos que 16 horas de trabalho”)).

Na verdade, atualmente greves são organizadas pelos mesmos motivos (só que, hoje em dia, ainda temos uma legislação mais ou menos decente).

Enfim, greve é a paralisação de serviço. Ou seja, se eu resolvesse entrar de greve de publicar postagens, não teriam postagens novas (ou seja, nenhuma mudança na situação atual). Quando operários de metalúrgicas entram em greve, para a produção. Quando Se deputados entram em greve (também chamado de “recesso”), não são criadas leis.

Nesses casos, a greve só afeta quem depende diretamente do serviço dos grevistas (nos exemplos acima: eu mesmo, o patrão da metalúrgica e a população respectivamente). Porém, e se a greve for de bancários? E se a greve for de coletores de lixo? E se a greve for de motoristas de ônibus?

O sindicato decide, os trabalhadores param e quem é diretamente afetado são os usuários dos serviços (nos exemplos acima: clientes dos bancos que vão ficar esperando horas para resolver problemas bestas, pessoas que terão que desviar de pilhas de lixo malcheirosas nas ruas, passageiros esperando horas no ponto, respectivamente).

Eu sei que tem um monte de pessoas felizes nessa foto – não sei porquê, afinal, só tem 40% de ônibus rodando…

Sim, são as greves mais perceptíveis, que mais afetam o cotidiano das pessoas. Ou seja, o objetivo (mostrar o valor do serviço prestado e forçar motivar os patrões a dar o benefício/direito solicitado reconhecendo essa importância) foi alcançado.

Mas, por exemplo, ao acabar uma paralisação do transporte coletivo, após o aumento (ou o que quer que seja) ter sido concedido (ou não), torça para não ser motorista de ônibus e, se for, melhor tomar cuidado para não ser visto sozinho na rua à noite, pois sempre tem pessoas (passageiros, no caso) que guardam mágoas…

ClaMAN

P.S.: Greve de ônibus em Sorocaba já está ficando tão normal (hoje teve, segunda-feira tem de novo, provavelmente) que os ônibus já tem até tabela de horários específica para greve.

Frio à moda brasileira

O inverno chegou, afinal.

O inverno chegou! (E, agora, não dá mais pra fazer trocadilho com Game of Thrones)

Imagem de Touhou para evocar o espírito dessa estação. Arte por Kaatoso.

Enfim, se você não fez isso ainda, é hora de tirar agasalhos e cobertores de dentro do guarda-roupa. Mesmo sabendo que o solzinho da tarde vai esquentar tudo e provavelmente as blusas extras voltarão amarradas na cintura ou carregadas no braço.

Temos férias escolares no mês que vem, aliás… Mesmo sendo inverno, nenhum inverno brasileiro é tão rigoroso que impeça o brasileiro de viajar para a praia, por exemplo.

Esse é o tipo de coisa que surge quando neva demais.

Ah, mas já que é inverno, melhor viajar para o sul e curtir a neve que às vezes aparece? Se você tiver boa sorte, vai conseguir ver um pouquinho de gelo em alguns lugares por lá.

Lembrando que logo teremos algumas madrugadas mais frias do ano e o noticiário não vai cansar de anunciar isso todo dia.

ClaMAN

P.S.: Não estou com senso de humor hoje.

Diário (inútil) do ClaMAN #5

O inverno (e as férias) estão chegando… Melhor preparar os agasalhos e fazer uma bebida quente.

Já chegamos a essa época do mês de novo…

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Eiki Shiki de Touhou e nem usa uma pena para escrever (embora a pilha de papéis ao lado direito dela seja semelhante à pilha de trabalhos pendentes deste editor). Arte por Kakao (noise-111).

Assim como nossas notas semestrais, a temperatura vem caindo (pelo menos em Sorocaba) e, assim como a sucessão de provas, trabalhos e tals nos deixam preocupados, estressados e tals, o friozinho (e chuvas ocasionais) trazem algumas consequências na saúde dos mais sensíveis:

  • Gripe/resfriado: coisa mais comum que aparece. Normal ver gente espirrando.
  • Rinite: Essas mudanças meteorológicas atacam o nariz sem dó. O jeito é andar com papel higiênico do lado.
  • Tosse: Muitas vezes vem como consequência da gripe. Quando é seca, pode chamar de “tosse alérgica” (deve ser alergia ao frio, só pode)

Bem, estamos em junho e isso signica que…

O INVERNO ESTÁ CHEGANDO

Lidem com isso enquanto eu vou tomar um cafezinho quente e me agasalhar. E boa noite.

Arte original por Kaginoni. Representa meu estado (de espírito) atual.

ClaMAN

P.S.: Inalação, chás quentes e repouso = remédios para (tentar) parar essas doenças típicas da época. Se não funcionar, procure um médico.

P.S.2: Postagem sobre inverno na quarta-feira. Tem a ver com Game of Thrones? Quem sabe… :P

Festas juninas

Postagem sobre festas juninas em puro sotaque (estereotipado) de caipira procêis.

Aviso: essa postagem contém sotaque estereotipadamente caipira.

O arraiá começô, cumpadi!

Já que tâmo em junho, o que tem em um monte de lugar é festa junina (purquê se fosse em julho, seria julina, uai sô).

Mas… Por quê qui é junina? Num podia sê em outro mêis? Aí eu é que te exprico, cumpadi: é que junho é o mêis que tem um monte de dia de santo: Tem as festa de Santo Antônio, o santo casamenteiro, no dia 13 (oia só, um dia depois do dia dos namorado!). Depois, o santo festeiro (e o santo qui também dizem qui deu nome pra festa), São João, dia 24. E, por úrtimo, 29 de junho é dia de São Pedro.

Óia os mister e as miss caipirinha do ano!

Essas quermesse é tudo de bão, num é, cumpadi? De comida, vai tê tudo quanto for coisa de milho (bolo, pamonha, curau, pipoca e o que mais ocê lembrá), cuscuz, paçoquinha, arroz doce, pastel (pera, isso foi o povo da cidade que trouxe), pé de moleque… De bebida tem quentão e vinho quente pra aquentá, hehe.

E num é só de comida que nóis se diverte, intão tem um monte de brincadeira típica, fora as música (forró, baião e outras modinha que o sanfoneiro quisé tocá) e, claro, a quadrilha!

Num vai pensá naquelas quadrilha de bandido não! Quadrilha de festa junina é dança, que veio lá da França e virô tradição pros lado de cá. E pode dançá de tudo quanto é jeito, quem quisé: muié, home, criança ou vovô, só num dá pra dançá sem par. A ponte quebrô! É mintira!

Fogueira, pau de sebo e pescaria são outras coisa qui tem em umas festa junina por aí. E o correio elegante, pra paquerá as caipirinha… Tem uns qui bota inté bingo no meio da festa (depende da sorte)! Tinha balão também, mas hoje em dia é perigoso dá incêndio, intão vamo só ficá com balão de mintirinha.

Taí umas ideia procê decorá sua festa junina, cumadre. Esse num tem perigo de pegá fogo.

Agora é hora de aproveitá a quermesse! Vai procurá a festa mais perto docê, cumpádi!

CraMâm

P.S.: Peço desculpas (ou não) a todos os caipiras ou a aqueles que falam com sotaque caipira e se sentiram ofendidos com a postagem.

P.S.2: Festas juninas são mais populares em igrejas (por seu sentido religioso e pelo valor arrecadado com venda de comidas e tal) e escolas do fundamental (porque é bonitinho ver as crianças dançando quadrilha e, para alguns, é a única vez na vida que vão poder ficar de mãos dadas com uma garota, dançar com ela e ainda chamá-la de “par”).

P.S.3: Essa postagem era para ser publicada na quarta (que foi um dia depois do dia de Santo Antônio), mas uns remédios para uma tosse chata e um estômago em crise me deram uma sonolência braba. Estou melhor agora.

B Ô N U S :

Uma fanart de uma “fazendeira” conta como representação de caipira em anime? Espero que sim. (Kazami Yuuka (ou USC) de Touhou, arte por Mokku)