Faltam só 10 anos e 2 dias para 2028

Previsões (sem nenhuma base científica) para 2028 (porque fazer previsões para 2018 é muito comum)

Anúncios

Hoje é o penúltimo dia de 2017. Ou seja, amanhã é o último dia de 2017 (AHH, NÃO DIGA!) e depois de amanhã já estaremos em 2018.

Como o tempo passa…

Por falar em 2018, e ano novo, agora é hora das promessas para o ano que está chegando. Ser mais organizado, fazer dieta, ser mais gentil e paciente, terminar a faculdade, etc. No final, a gente sabe que metade dessas coisas não vai se realizar, mas ignoremos.

Na verdade, a gente não sabe como vai ser 2018. Só dá pra apostar.Eu até faria apostas, mas prefiro não arriscar (e sei que nunca acerto mesmo…). O que eu quero inventar são apostas do que vai acontecer em 2028! Afinal, 2018 é daqui a dois dias só, melhor pensar longe!

Então, em 2028…

Política

  • Trump e Kim Jong-un, se ainda estiverem vivos, vão estar casados e terão criado o país Estados Unidos da América e da Coreia (do Norte).
  • Nesse ano (se não mudarem as datas de eleições), estaremos reelegendo prefeitos e vereadores que atualmente são prefeitos e vereadores nas nossas cidades.
  • Teremos acabado de tirar do governo mais um presidente por causa de denúncias. A denúncia é que esse governante não soube usar corretamente o dinheiro público e “repassá-lo” aos deputados, então estes votaram para encerrar o mandato.

Transporte e mobilidade

  • Carros ainda não vão voar. Porém, teremos um trânsito infernal de carros autônomos disputando espaço com alguns carros não autônomos. E não adianta dizer que a culpa foi do carro que não prestou atenção.
  • O preço da energia (para abastecer carros elétricos) será tão alto quanto o valor da gasolina.
  • Pedestres continuarão sendo pedestres. Quem tem dinheiro terá jetpacks. (imagine o tanto de crianças que sairão voando por aí e acabarão perdidas…)

Tecnologia

  • Smartphones terão telas dobráveis, e os menores modelos terão tamanho de 15 polegadas. Monitores de computador começarão em 25 polegadas e a menor TV à venda terá 50 polegadas. Lógico que não existirá ninguém com visão ótima nesse mundo.
  • Aliás, por falar em visão, óculos serão como celulares, mostrando informações e notificações úteis… Junto com anúncios que tampam sua visão se você não pagar as taxas mensais da internet 9G. Ah, e se acabar a bateria desses óculos, você terá um par de lentes sem grau inúteis.
  • Mesmo com celulares com tela gigante, não existirá nenhum aplicativo útil de anotações e leitura de arquivos, então provas e trabalhos continuarão sendo feitas e impressas em sulfite.
  • Ladrões se especializarão em roubos e crimes cibernéticos. Afinal, entra ano, sai ano e sempre tem gente que cai em golpe de “clique aqui para renovar sua conta”. Claro que a polícia cibernética estará lá para ver vídeos de gatinhos enquanto deveria fiscalizar o tráfego de rede.

Sustentabilidade e ecologia

  • Algumas cidades (e uns países) que tinham poluição extrema não são mais habitáveis, estando na mesma categoria que regiões que sofreram acidentes radioativos. A previsão é que voltem a ser habitáveis em 100 anos.
  • Em cidades mais desenvolvidas, todo o lixo será sempre revistado – se você jogar algo reciclável em lixo orgânico, pagará multa. Se errar a cor do lixo (exemplo: jogar plástico no cesto amarelo, de vidro), também pagará multa.
  • Além de comida transgênero transgênica, veremos também comida reciclada. Será extremamente barata e cientistas disseram que é saudável.

Economia

  • O bitcoin estava valendo muito pouco, então foi criado o bytecoin (que vale 8 bitcoins) e, posteriormente (por desvalorização do bytecoin), foi criado o kilobytecoin, ou KBcoin (que vale 1024 bytecoins). (piada de programador)
  • Cartões de crédito serão substituídos por NFC e suas digitais. O dinheiro real, em papel, ainda existirá para aqueles que trocaram seus membros de carne e osso por partes mecânicas e, por isso, não tem digitais.

Saúde e corpo

  • Aliás, teremos “ciborgues”. Em parte. Na verdade, serão pessoas que foram pagas para (ou obrigadas a) implantar partes eletromecânicas no seu corpo para fazer serviços pesados ou específicos (imagine se você fosse um cirurgião e, em vez de uma mão imprecisa, tivesse um conjunto de bisturis, facas, agulhas e afins no braço, prontas para uso?).
  • Pessoas que sofrem de anorexia podem comprar kits que projetam a ilusão de que ela está sempre magra e de que as comidas que come são saudáveis e pouco calóricas. Porém, está gerando uma onda de uma doença em que as pessoas acham que são magras, mas são super obesas.

Cultura e entretenimento

  • Metade dos filmes que estrearão será remake de filmes antigos. E a pipoca dos cinemas será mais cara que o ingresso para o filme.
  • Dez anos após o final da onda de animes em que o protagonista viaja para um mundo alternativo, será o tempo das séries em que o protagonista que viajou para um mundo alternativo retorna ao mundo de origem.
  • Quem precisa de namoradas joystick quando se possui equipamentos e jogos de realidade virtual imersivos ao extremo? (nota: já não há mais casamentos e nem nascimentos no Japão).
  • Vários artistas e bandas que nem existiam mais vão voltar… Por “culpa” de sintetizadores de voz e algoritmos que compõem músicas baseadas no estilo dessas bandas. Sim, será controverso mas… Quem liga? Produtoras estão ganhando rios de dinheiro de qualquer maneira.
  • Canais de TV tradicionais (exceto os abertos, esses não contam) estarão extintos e se converterão a serviços de streaming sob demanda para concorrerem com o Netflix e outros. Ou seja, quando for pegar um pacote de TV por assinatura, não haverão canais, mas sim “provedores de serviços”. Quanto melhor a qualidade (16K é o que haverá de melhor), mais caro.
Yay. Kirisame Marisa, Touhou, arte por Yamabuki (Yusuraume)

Variedades

  • Por falar em algoritmos, o ClaMAN provavelmente já terá ganhado o prêmio Nobel da informática (se não existe, vai existir) por uso de inteligência artificial e aprendizagem de máquina para classificar animes de acordo com o gosto (e os fetiches) de cada pessoa com precisão de 99,9%. Se chegar a isso, lógico que ele nem terá qualquer tipo de companhia como namorada ou esposa (ou talvez terá, com as tecnologias de realidade virtual e projetamento de ilusões).

Se alguma dessas coisas realmente acontecer em 2028, é mera coincidência. Não me responsabilizo.

ClaMAN

P.S.: As postagens desse fim de ano estão mais longas do que eu esperava.

P.S.2: Curiosidades inúteis: A adaptação para anime de Toradora! estreou em 2008. Significa que, ano que vem, fará 10 anos (pois é, o anime da Taiga é mais antigo do que parece). Logo, em 2028, terá 20 anos.

P.S.3: Outra curiosidade inútil: Eu farei 33 anos em 2028. Se o Utilis Inutilis existir até esse ano, estará com 17 anos de existência… Logo, eu tinha 16 anos quando inventei essa coisa. Eu era jovem…

Músicas orquestrais (made in BR) para sua noite

Peças orquestrais de compositores brasileiros para se desligar um pouquinho das músicas natalinas.

Todo fim de ano tem música demais para todo lado, não é? Nas lojas, no churrasco do vizinho, na praça do meio da cidade, na festinha da escola, na igreja… Entre músicas de Natal aqui e ali (aliás, já ouviu a Simone hoje?) tem vários estilos tocando em todo lugar (e eu ouvi sertanejo “sofrência” em uma loja de departamentos – imagine você tentando fazer compras e a música te fazendo lembrar de sua dor de cotovelo com algum velho amor…).

Comprovado pela ciência: o efeito que músicas natalinas causam no cérebro dura até fevereiro (quando começa o Carnaval, aí vem samba, axé e tals)

Enfim, hoje não é segunda pra ter música, mas vamos nos somar com o resto das lojas, das praças e do churrasco do seu vizinho e tocar umas musiquinhas. Todas de procedência nacional, aliás, nada de importados. E, como se não bastasse, vamos deixar de lado um pouquinho cantores solo, bandas de rock e corais para ouvir música de orquestra (de novo).

Começando o concerto:

Essa é a terceira dança (chamada Batuque) da suíte sinfônica Reisado do Pastoreio, do compositor Oscar Lorenzo Fernandez, composta em 1930. Tocada pela Orquestra Sinfônica Brasileira. Puro ritmo brasileiro (do século XX, note-se).

Acho que o nome Heitor Villa-Lobos não deve ser estranho, não é? Esse é o 4º movimento (Tocata) da Bachianas Brasileiras nº 2, também chamado de O Trenzinho do Caipira. Uma das peças famosas do compositor, feita em 1933. Também executada pela Orquestra Sinfônica Brasileira.

Carinhoso. Essa é uma das obras mais importantes da música popular brasileira, do compositor Pixinguinha (que, na verdade, se chamava Alberto da Rocha Vianna), que a compôs entre 1916 e 1917. A letra é de João de Barro. Essa é uma clássica que todo mundo sabe a letra pelo menos do refrão, e essa versão executada pela Orquestra Pixinguinha na Pauta só enriquece a música.

Ia falar mais, mas melhor deixar vocês ouvirem as peças.

ClaMAN

P.S.0: Tem outra que não está aqui, mas poderia: Mourão, de César Guerra-Peixe. Veja sobre ela aqui (é a quinta música).

P.S.1: Para aliviar um pouco das músicas de Natal. Tem hora que cansa só “Bate o Sino, Então é Natal, Noite Feliz”…

P.S.2: Eu podia pegar mais algumas músicas também, só que vou tocar em uma missa daqui a pouco e preciso me arrumar.

P.S.3: Lá vem a clássica pergunta de português:

Sabendo que olhos não sorriem e o coração não sente felicidade, explique qual é a figura de linguagem usada nos versos “Meu coração não sei por quê bate feliz quando te vê” e “E os meus olhos ficam sorrindo”.

Diário do ClaMAN #10 (Então é (quase) Natal…)

Acontecimentos dos últimos 35 dias. Estamos vivos.

Boa noite, como vão vocês? Depois de um mês e 5 dias de vazio, e já perto do Natal, aqui estamos nós com o 11º (veja P.S.2) diário inútil desse editor que, até ontem, estava com os dias (um pouco) ocupados desde a manhã até a madrugada.

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Darjeeling (de Girls und Panzer (veja P.S.3)) e não está (mais) tão sonolento e estressado assim. Arte por Ree (Re 19).

Desde o dia 15 (com a última postagem desse blog), os dias foram assim:

Cifrar música ensaio tocar na missa ensaio tocar em apresentação trabalho trabalho jogar Touhou 16 (oficial do Steam) ensaio trabalho tocar em audição ensaio trabalho prova prova trabalho ensaio apresentação tocar em orquestra dirigir ônibus em jogo ensaio tocar em missa ensaio ensaio cifrar músicas acertar letras apresentação trabalho prova trabalho trabalho (de outro grupo) trabalho (extra) ensaio ensaio tocar na missa cifrar música ensaio…

Mas enfim, isso tudo lascou todo o cronograma que eu tinha para o blog durante esse fim de ano. Diante desse desafio temporal, eu tinha as seguintes alternativas:

  1. Fechar o blog de vez (essa daqui é um botão vermelho de emergência que a cada dia aumenta e agora começou a piscar)
  2. Declarar hiato até ano que vem (o problema era fazer a postagem de hiato)
  3. Fazer algumas postagens regulares (e sacrificar meus raros minutos de descanso)
  4. Nada (“ah, uma hora que eu arranjar tempo eu volto a postar…”)

Enfim, essa última foi a escolhida. Agora que estou praticamente de férias, posso fazer o plano:

5 semanas em 5 dias

A ideia é postar (quase) tudo o que estava planejado a partir de 15 de novembro agora, nesses 5 dias (20-24 de dezembro), considerando pelo menos uma postagem por semana. Não sei se dá para perceber, mas essa postagem aqui é a primeira.

Aguardem mais postagens em breve.

ClaMAN

P.S.1: Aliás, faltam 5 dias para o Natal…

Uma Flandre natalina pra vocês. Arte por Rikatan.

P.S.2: Esse diário está numerado como 10, mas é o 11º. Lembrem-se que sou programador, e programadores começam a maioria das contagens com zero.

P.S.3: Girls und Panzer é um anime em que garotinhas pilotam tanques de guerra da 2ª Guerra Mundial como se fosse um esporte.

Tipo isso. Fanart por Siraha.

P.S.4: A agenda para esse fim de ano está lotada. Não esperem por surpresas ou postagens grandes e, se quiserem, agendem para 2018.

P.S.5: Nesse meio tempo, Touhou 16 ~ Hidden Star in Four Seasons (ou HSiFS para encurtar) foi lançado oficialmente no Steam, custando 30 reais (um preço que considero bom).

“Aqui está a habilidade de jogar Touhou oficialmente sem precisar pagar fortunas e muito tempo por importações suspeitas ou sem precisar recorrer à pirataria”. Arte por Suenari (peace)

Momento história: Proclamação da República

Um resumão de como foi a Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil, há 128 anos.

Em 1889 (ou seja, há 128 anos), o Brasil deixou de ser “Império do Brasil” (ou “Império do Brazil”, conforme escreviam no século XIX) para se tornar “República dos Estados Unidos do Brasil“.

Está bem… E daí? O que isso significou? Qual a diferença entre monarquia e república? Porque Brasil se escrevia com Z em vez de S no século XIX? Bem, isso tudo (ou quase tudo) será estudado agora, no nosso Momento História (escrito por um cara que não via graça em aulas de história até os 15 anos).

Na época em que fotos eram quase inexistentes, o jeito era acreditar nas histórias e fazer pinturas sobre elas. Proclamação da República por Benedito Calixto – Óleo sobre tela, 1893, 123.5 x 200 cm.

Começamos no Brasil Império, de Dom Pedro I e, depois de um período de transição porque o imperador abandonou o Brasil e o príncipe tinha só 5 anos, de Dom Pedro II. Só que, lá para 1870, já não era mais um império tão imponente. Os escravos queriam liberdade, os fazendeiros queriam escravos, os militares queriam atenção do governo, a Igreja Católica queria que o imperador parasse de se achar seu dono e, além de tudo isso, muita gente tinha lido e visto muita coisa estrangeira e achava que a pobreza e a crise do país (sim, desde o século XIX conosco) era culpa do imperador.

Republicanos na Convenção de Itu, 1873. Não me pergunte quem é quem.

Começaram, então, a surgir movimentos clamando pela república. Alguns queriam pegar armas e ir à luta (nota: essa mesma ideia deu errado 43 anos depois), outros queriam chegar de maneira pacífica. O objetivo era o mesmo que muitos políticos modernos ainda usam: um país unido, que garanta direitos para todos (que tenham dinheiro) e seja economicamente forte.

13 de maio de 1888. Acha mesmo que um fazendeiro da época ia ficar tão feliz de ver sua mão de obra gratuita indo embora?

Sendo o Brasil, essa ideia demorou para vingar. Só que, novamente, sendo o Brasil, assim que surgiu mais gente influente (leia-se: endinheirado$) e importante (incluindo fazendeiros com raiva da Lei Áurea (fica pra outro Momento História) que queriam se vingar da monarquia que libertou toda a força de trabalho deles sem pagar indenização por isso), o movimento ganhou força.

Quem que mais levou essas ideias de tirar o imperador (pessoa de família nobre, que “ganhou” o trono de seu pai ou ancestral comum e se acha o máximo) do trono e botar um tal de presidente (pessoa de família não necessariamente nobre, que foi eleita pelo povo e só fica alguns anos no poder)  no lugar?

Duvido que essa foto de militares de 1870 seja realmente de militares e tenha sido tirada em 1870, mas é só para ilustrar.

Militares, os “defensores da moral pátria brasileira”. Enquanto ministros podiam falar o que quisessem e fazer o que quisessem enquanto ganhavam pra caramba só pra serem puxa-sacos do imperador, militares eram obrigados a ficar quietinhos, sem participação política, só obedecendo ordens desses mesmos ministros. Chegou a hora de parar de apoiar um regime que não ligava para eles (ou seja, cansaram de ser ignorados pelo crush).

Marechal Deodoro. Para quem não sabe, Marechal é um título militar.

Como fazer, então, a estabelecida monarquia (estava ruim, mas ainda funcionava) tornar-se república? Já que não dava por meios legais, decidiram fazer um golpe de estado. Para isso, fizeram o marechal Deodoro da Fonseca, um monarquista de carteirinha, acreditar que sua amada monarquia (ou o Visconde de Ouro Preto, algo como “primeiro-ministro” brasileiro) tinha decretado sua prisão. Pior ainda foi descobrir que seria escolhido um novo “primeiro-ministro” e era ninguém menos que um cara que roubou uma moça que ele gostava. Bem, às favas com a monarquia.

Bandeira do Brasil República, que durou de 15 a 19 de novembro de 1889. Qualquer coincidência com a bandeira dos EUA é mera semelhança.

Então, no fatídico dia 15 de novembro de 1889, acordaram Deodoro (que estava meio doente, ainda por cima) e falaram que já era dia de transformar esse país numa república. Então, junto com um monte de soldados (tanto que o povo pensou que era uma parada militar), chegaram no Paço Imperial, mandaram prender o Visconde de Ouro Preto e proclamaram a República. Depois, no outro dia, o povo descobriu que era o próprio Marechal Deodoro que comandava o Brasil (agora como presidente!), D. Pedro II foi notificado e saiu de fininho para a Europa.

O que aconteceu depois? Bem, os militares ficaram no poder e tiveram apoio dos fazendeiros e latifundiários (ou seja, o “povo” para quem sempre governaram). O povo mesmo nem sentiu mudança e continuou sem entender o que aconteceu, como sempre.

E assim são as trocas políticas nesse nosso Brasil. Qualquer semelhança com a atualidade é por culpa de quem não sabe história.

Para encerrar: Praça da República, no Rio de Janeiro, onde (supostamente) foi proclamada a República há 128 anos.

ClaMAN

P.S.: Próximo momento história: provavelmente só no ano que vem. Carnaval, talvez?

P.S.2: Aguardem por mais umas 2 postagens esse mês.

Enem dá tensão

Gabaritos do Enem no ar… E nem dá tensão pensar no enem.

Ahh, o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio)… A prova mais aguardada do ano por milhares de estudantes, seja para tentar entrar em uma universidade (via SISU, PROUNI, FIES e outras siglas), seja obrigado pelos pais, seja para se divertir (hã) ou só pra ver o #ShowDosAtrasados… E nem dá pra esquecer que ele existe.

Pessoas tentando não se tornar memes por chegarem após o fechamento dos portões e começarem a fazer escândalo.

Costumo dizer que o Enem é uma maratona em vez de uma prova para avaliar os alunos do ensino médio. Afinal, tem gente que passa o ano todo se preparando (cursinhos, simulados, videoaulas, 400 metros com obstáculos (para chegar antes do portão fechar), salto em distância (para pular o portão se ele estiver fechando) e aulas de teatro (caso a corrida e o salto não funcionem, pelo menos dá pra ter os 15 minutos de fama fazendo escândalo na frente do portão)). Mas isso é só a primeira parte, que é fazer a prova.

Estudiosos? Ou chutantes?

Depois de dois dias de provas (no meu tempo, eram dois dias seguidos) e uns torcicolos (ou vai dizer que ficar 5+ horas olhando pra baixo não trava seu pescoço?), começa a tensão real: descobrir quantas questões acertou. Hoje saiu o gabarito das provas, então quero ver começar a choradeira do tipo “Acertei tantas em química/física que é melhor começar a fazer arte para vender na praia”. Lembrando que número de questões certas na prova não significa maior nota…

Se você preencheu o gabarito como mostrado nessa imagem, está errado por dois motivos: 1º era pra usar caneta preta. 2º O certo é preencher completamente o quadrado (ou bolinha, sei lá)

Depois da calmaria (exceto para pessoas que estão se preparando para entrar na universidade/faculdade, pois depois do Enem é que começam os vestibulares de verdade), após as festas de fim de ano, é a hora da verdade: saber se todos aqueles chutes cálculos e teorias nas matérias de exatas e toda aquela enrolação leitura na prova de humanas valeu a pena para garantir uma boa nota, e se sua redação não foi zerada (afinal, pelo que eu sei, falar do signo Libras em vez da Linguagem Brasileira de Sinais é fugir do tema).

Redação nota 1000? Só se for em culinária.

Um dos maiores pontos de tensão do Enem é o Sisu – aqueles dias com o servidor instável, com a nota de corte dos cursos pretendidos subindo exponencialmente… E depois o desespero abordado pelas manchetes de “Não passei no Sisu, e agora?”. Fies e Prouni devem ser a mesma tortura (principalmente com o governo cortando coisas a cada dia…)

Enfim, a minha dica para tudo isso é: faça o Enem bem feito uma vez, tenha pelo menos uma segunda opção (fora do Sisu), passe em uma das duas, matricule-se e nem pense mais no Enem.

(nota: só avisando que depois vem o Enade, o Poscomp (para pós-graduação na área de computação, no meu caso), entre certificações, concursos e outras graduações. Ou seja, Enem se livrou, mas provas não faltam. Ah, e já citei a famosa monografia de conclusão de curso, ou TCC?)

Tem gente que diz que Enem é só uma prova, e nem dá tensão e nem é difícil… ¬¬’

ClaMAN

P.S.: Ananhã tem postagem sobre Proclamação da República. Para quem foi mal em história no Enem, já podem começar a estudar para o Enem 2018 :)

Diário (inútil) do ClaMAN #9

Diário #9 e os vícios do ClaMAN (que não envolvem fazer postagens, obviamente).

Cá estamos nós (ou apenas eu), após dezessete dias de ausência, para mais uma edição desse diário que nunca teve propósito de ser um diário.

Imagem ilustrativa. O ClaMAN não é a Xin Hua (mais uma cantora virtual de Vocaloid), não está comendo tangerina e nem cria ondinhas de luz e coraçõezinhos enquanto escreve. Arte por Qian Wu Atai.

Bem, enfim, como vão? O tempo anda escasso, como todo fim de ano, cheio de afazeres, estudos e procrastinação outras coisas. Isso acaba piorando quando se adquire uns vícios novos…

  • Vício em ler mangás: Problemas de som no meu computador estão me impedindo de assistir animes, então resolvi tirar o atraso e ler os mangás que estavam na minha pilha de leitura. Agora tornou-se normal ficar acordado até tarde lendo… Ainda mais com o lançamento da novel de Re:Zero…
  • Vício em estudar Python: Existe uma linguagem de programação chamada Python (que, de cobra, não tem nada) que vem se popularizando por aqui. Acabei estudando até demais essa linguagem (estou quase traindo o Java) e esquecendo de outras coisas.
  • Vício em tocar na igreja: Isso não se encaixa em um vício, mas sim em um hobby que virou um serviço (voluntário). A questão é que, graças a esse dom (dom?), eu acordo cedo praticamente todo domingo. Bem, ainda não reclamo.
  • Vício em dormir: Nada melhor do que, quando arranjo tempo entre mangás para ler, missas para tocar e programas a codar, cair na cama e dormir.
Boa noite. Arte por Zetsuriinu.

Até amanhã. Teremos especial de Halloween sim.

ClaMAN

P.S.: Não queria fazer um diário de Halloween – mas, por sorte, consegui publicar isto antes da meia-noite.

Dia das Crianças e Doces para Crianças

Doces e crianças: sempre andam juntas por quê?

Criança feliz, feliz a cantar, alegre a embalar seu sonho infantil…

Hoje, 12 de outubro, é (ou foi) dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil (ou seja, montes de pessoas foram em romaria para Aparecida do Norte, SP). Esse dia é feriado desde 1980 (por causa de Nossa Senhora) mas, em um país cuja população católica vem caindo (57% em 2013), todo mundo acha que a razão do feriado é outra: o dia das crianças, instituído em 1924.

Enfim, vamos falar de crianças (afinal, eu tento agradar os leitores, independentemente da religião). E, como visto na imagem no topo da postagem, doces parecem ter tudo a ver com crianças.

Crianças podem ser mais associadas a doces, mas isso é delícia pra qualquer idade.

Coisas doces são apreciadas já pelos mais novos (bebês), então o vício interesse começa aí. Dão energia pra caramba (carboidratos). Liberam hormônios da felicidade (principalmente chocolate – quer coisa melhor que chocolate?). Para seres pequenos que só sabem gritar, rir, brincar, comer (e dormir quando a energia acaba)

Não dê café para essa menina. A humanidade agradece.

Afinal, para qualquer pessoa com menos de 13 anos de idade, a vida ainda é (e deveria ser) doce. Problemas (cáries, obesidade infantil, diabetes) podem (mas não devem) ficar para depois. O que importa é ser feliz.

Então, se você é uma criança (ou pensa como uma) (ou se comporta como uma), aproveite umas balinhas (amanhã, porque agora (23:50) está tarde e é hora de boas crianças estarem na cama) e uns bombons (mas com moderação, para evitar problemas mais tarde (repito: cáries, obesidade infantil, diabetes).

Nota: esses meninos escovaram os dentes depois de chupar esses pirulitos.

Aproveite o (que sobrou do) Dia das Crianças, e que Nossa Senhora Aparecida te abençoe (seja você católico ou não).

ClaMAN

P.S.: Postagem em cima da hora só para animar o blog que anda bem parado.

B Ô N U S :

Oshino Shinobu, de Bakemonogatari. Arte de Lucknight. Mais sobre ela amanhã, mas já adianto que ela não é bem uma criança (por idade), mas adora donuts.